Nuova museologia, n.º 22, Julho 2010

Setembro 7, 2010 por Ana Carvalho

Foi publicado novo número da “Nuova Museologia” (n.º 22, Julho 2010). O tema deste número centra-se nos museus dedicados à emigração e imigração. A revista italiana conta neste número com dois artigos portugueses sobre o tema. Ana Mercedes Stoffel Fernandes assina o artigo “Musealizzare la speranza” e Maria Beatriz Rocha-Trinidade, em co-autoria com Miguel Monteiro apresenta o seu contributo sobre o museu da emigração portuguesa.

Conteúdo:

Artigos

Maurizio Maggi
I musei in Italia dedicati alle migrazioni pag. 1

Jaochim Baur
Il museo dell’immigrazione pag. 2

Maddalena Tirabassi
Musei e migrazioni pag. 9

Ana Mercedes Stoffel Fernandes
Musealizzare la speranza pag. 14

Nunzia Borrelli
Musei etnici a Chicago pag. 23

Joachim Baur
La rappresentazione della migrazione pag. 27

Maria Beatriz Rocha-Trinidade, Miguel Monteiro Il Museo dell’emigrazione portoghese pag. 35

Padmini Sebastian
Mobilitare le comunità e trasmetterne le storie pag. 39

Aytac Eryilmaz
Significato di un museo delle migrazioni in Germania pag. 43

Short Articles

Laura Fanti
Roma, la pittura di un impero. Scuderie del Quirinale settembre 2009- gennaio 2010

Nuova Museologia is the house organ of the Associazione Italiana di Studi Museologici www.nuovamuseologia.org

Candidaturas abertas para prémio Europa Nostra 2011

Setembro 6, 2010 por Ana Carvalho

Estão abertas as candidaturas para os prémios Europa Nostra 2011. Inscrições até 1 de Outubro.

Each year, Europa Nostra and the European Union reward the best of cultural heritage achievements. Through our European Union Prize for Cultural Heritage / Europa Nostra Awards, we celebrate excellence and dedication by architects, craftsmen, volunteers, schools, local communities, heritage owners and media. Through the power of their example we stimulate creativity and innovation, and awareness-raising of the benefits Europe’s rich cultural heritage adds to the quality of our lives.

The Awards celebrate exemplary restorations and initiatives of the many facets of Europe’s tangible cultural heritage, in categories ranging from the conservation of monuments and buildings, their adaptation to new uses, and new interventions in historic settings, to urban and rural landscape rehabilitation, archaeological site interpretations, and care for art collections. Also awarded are research and education projects, dedicated service to heritage conservation by individuals and organisations, and education and awareness raising initiatives related to cultural heritage. Every year, up to six Grand Prix monetary awards of €10.000 each are presented to the top Laureates in the various categories. Anyone can make a nomination or enter a project (with the permission of the project’s owner).

Submit your project and share your success!

Categories:
Outstanding achievements in the field of heritage conservation and enhancement will be awarded in the following categories:
1. Conservation
2. Research
3. Dedicated Service by Individuals or Organisations 4. Education, Training and Awareness-Raising

Entry Forms are now available on the Europa Nostra website http://www.europanostra.org/apply-for-an-award

Closing date for submission of entries: 1 October 2010

For more information, please contact:

EUROPA NOSTRA

Carolien Fokke

Lange Voorhout 35
NL – 2514 EC Den Haag
T.+31 70 302 40 58
F.+31 70 361 78 65
cf[at]europanostra[dot]org

Pós-graduação em Interpretação e Divulgação do Património

Setembro 2, 2010 por Ana Carvalho

Estão abertas as inscrições para a Pós Graduação em Interpretação e Divulgação de Património. Uma especialização em Ilustração, Infografia e Multimédia aplicados ao Património.

Mais informação: http://www.divulgacaopatrimonio.com.pt/

Conf: “Património Natural e Cultural: Construção e Sustentabilidade!”, 18 Out. 2010

Setembro 2, 2010 por Ana Carvalho

O GECoRPA – Grémio das Empresas de Conservação e Restauro do Património Arquitectónico, a QUERCUS – Associação Nacional de Conservação da Natureza e a Comissão Nacional Portuguesa do Conselho Internacional dos Monumentos e dos Sítios (ICOMOS) organizam o encontro “Património Natural e Cultural: Construção e Sustentabilidade!”, com o objectivo de promover a salvaguarda do património natural e cultural como via para a sustentabilidade no ordenamento do território e na construção. O encontro, que terá lugar segunda-feira, 18 de Outubro de 2010 no auditório 3 da sede da Fundação Gulbenkian, em Lisboa.

Objectivos:

I. Evidenciar os múltiplos impactos da construção, das opções estratégicas com ela relacionadas e dos sectores de actividade a montante e a jusante, sobre o património natural e o património cultural, em particular na sua vertente património construído a proteger;

II. Demonstrar que as estratégias tendentes a conservar o património natural e a reabilitar e valorizar o património construído contribuem, simultaneamente, para a sustentabilidade do sector da construção, em particular, e para o desenvolvimento sustentável do País, em geral.

Destinatários: decisores e agentes dos sectores ligados ao ordenamento do território, ao planeamento urbano, à construção e à gestão do edificado e da infra-estrutura – arquitectos, engenheiros, economistas, promotores, gestores, empreiteiros, formadores — interessados em contribuir, na sua esfera de actividade, para uma melhor aplicação dos princípios do desenvolvimento sustentável.

Mais informações:
http://construcaosustentavel.gecorpa.pt.

GECoRPA
Tel.: 213 542 336
Fax: 213 157 996
construcaosustentavel@gecorpa.pt

Procura-se coordenador com experiência em museologia

Setembro 1, 2010 por Ana Carvalho

Iniciamos o mês de Setembro com uma oferta de trabalho na República do Níger, contrariando as últimas notícias que dão conta dos piores cenários da taxa de desemprego.

A associação Restauradores Sin fronteras (A-RSF) foi seleccionada para executar uma assistência técnica especializada para assessoria e modernização do Museu BouBou Hama na República do Níger (Continente Africano).

Estamos neste momento em processo de selecção do coordenador/a para o referido projecto e solicitamos a divulgação desta oferta.

Temos muita urgência na selecção do candidato pois o início do projecto está previsto para Outubro, com duração prevista de 1 ano.

O perfil da pessoa que procuramos seria:

• Experiência no âmbito da museologia, gestão cultural e cooperação para o desenvolvimento.
• Elevado conhecimento oral e escrito da língua francesa
• Valoriza-se a experiência profissional em países africanos

O trabalho consistiria em:

• Avaliação da situação actual das áreas do museu Nacional (artesanato, paleontologia, zoo, museu, zona recreativa) e funcionalidade do seu organograma.
• Assessoria em técnicas em técnicas de modernização para a organização e gestão da instituição e sua comunicação externa (página web, publicações, material de difusão, etc…)
• Desenho de um plano de acção de acção do Museu Nacional para os próximos 3 anos.
• Seguimento da execução do plano de trabalho incluído neste projecto.
• Assessoria para uma estratégia de comunicação, intercâmbio de informação e material com outros museus nacionais e internacionais.
•Apoio no desenvolvimento de ferramentas de divulgação e atracção de públicos e aumento de visitas.
• Apoio na confecção de um espaço de difusão de um programa mensal, informação sobre as colecções do museu e da cultura em geral do país. Elaboração de um calendário de actividades.
• Avaliação dos museus regionais (Zinder e Dosso) e desenvolvimento de ferramentas para a sua modernização e dinamização.

Para esclarecimentos ou para envio de candidatura:

Javier Gamez: j.gamez@a-rsf.org
Marta Mendes: marta.tamagnini@a-rsf.org

Restauradores Sin fronteras (A-RSF): http://www.a-rsf.org/

Voltamos em Setembro!

Agosto 5, 2010 por Ana Carvalho

Até lá boas férias!
Saudações,
Ana Carvalho

Call for papers: The International Journal of Intangible Heritage

Julho 26, 2010 por Ana Carvalho

*Call for papers Volume 6: all possible discourses on Intangible Heritage
*
Deadline: 1st October 2010

The International Journal of Intangible Heritage is a refereed academic and professional journal for the intangible heritage sector. First published in May 2006, the Journal embraces theory and practice in relation to the study, safeguarding, interpretation and promotion of the intangible heritage. Over recent years, academics, researchers and professionals in many different parts of the cultural sector have increasingly been studying, systematising, documenting and communicating intangible heritage elements and in particular supporting its traditional cultural expressions.

The need for such an international publication was one of the fruitful outcomes of the 2004 Triennial General Conference of the International Council of Museums (ICOM) held in Seoul, Republic of Korea, on the theme of `Museums and Intangible Heritage`. The then Ministry of Culture and Tourism, Republic of Korea (now the Ministry of Culture, Sports, and Tourism) agreed to provide support for this Journal through the National Folk Museum of Korea. Following the establishment of a Journal Secretariat in the Museum and the convening of the International Editorial Board and Editorial Advisory Committee in late 2005, the first volume was published in May 2006.

Since then the second, third, fourth, and fifth volumes came out in May 2007, 2008, 2009, and 2010 respectively. The printed editions are supplemented by an electronic edition in PDF format at http://www.ijih.org. The Journal welcomes offers of contributions covering all areas of intangible heritage studies and practice.

The Journal usually publishes three categories of contributions as follows:

(1) Main articles (double refereed), normally between 4,000 and 6,000 words, excluding notes, bibliography and illustrations. An A4 size page of plain text averages around 800 words, and the printed paper will normally be allocated six, eight or ten journal pages according to length and illustrations. Prospective authors should consult the Editorial Board through the Editor-in-Chief if a longer contribution is proposed.

(2) Short communications (double refereed), of up to 2,000 words (two to four journal pages).

(3) News and reviews items of up to 1,000 words on conferences, publications or projects (which will be subject to normal editing by not formal refereeing. Publication is subject to relevance to the Journal and the decision of the Editorial Board)

We are now seeking suitable contributions for Volume Six in all three categories: main papers, short communications, and news and reviews, on any aspect of research in intangible heritage studies.

Manuscripts submitted should not be under consideration by any other journal or publisher, nor should they have been previously published elsewhere. If a manuscript is based on a lecture, conference paper or talk, specific details should accompany the submission. There are detailed Instructions to Contributors on the preparation of manuscripts and illustrations in previous volumes of the Journal (in both the printed and electronic editions) and these are available on the Journal website at: www.ijih.org.

Paper proposals for the Journal can be submitted to the Journal Secretariat: (postal address below) at any time. However, to be considered for the next volume (2011) contributions must be received by 1st October, 2010 for consideration by the Editorial Board at its next meeting.

Papers should be in electronic format, wherever possible should be submitted via e-mail. The submitted text (including an Abstract except for News and Reviews items), should be sent as an attachment to your e-mail message.

Texts should then be saved and submitted in unjustified text alignment in Rich Text Format (RTF). Illustrations should not be `embedded` in the text. Electronic images of the required quality (see the Instructions to Contributors), should be submitted as separate files. Original photographs should not be submitted at this stage, but a list summarising these should be included.

Please provide the full postal address of each author and of any institutional affiliation where applicable, including the country name, and an e-mail address contact address for each Author. Include at the end of the manuscript a short biography (80 words) for each Author. Please find attached at the webpage of IJIH as below.

For manuscript submission contact:
Publication Secretariat

International Journal of Intangible Heritage

The National Folk Museum of Korea
Sejongno 1-1, Jongno-gu, Seoul, Republic of Korea
Emails: ,
Tel: +82-(0)2-3704-3101, 3122,3123
Fax:+82-(0)2-3704-3149

For editorial policy etc. enquiries contact:
Editor-in-Chief: Professor Amareswar Galla
Email:

Resolução da Assembleia da República n.º 69/2010

Julho 21, 2010 por Ana Carvalho

Diário da República, 1.ª série — N.º 138 — 19 de Julho de 2010

ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA
Resolução da Assembleia da República n.º 69/2010

Recomenda ao Governo a imediata suspensão de todas as acções relativas à transferência de museus e à criação de novos museus no eixo Ajuda/Belém, designadamente da construção do novo Museu dos Coches, até à elaboração de um plano estratégico para a reconfiguração do seu conjunto.

A Assembleia da República resolve, nos termos do n.º 5 do artigo 166.º da Constituição, recomendar ao Governo que:

a) Suspenda imediatamente todas as acções relativas à transferência de museus e à criação de novos museus no eixo Ajuda/Belém, incluindo o processo de construção do novo Museu dos Coches nas instalações das antigas Oficinas Gerais do Exército, até à elaboração de um plano estratégico que inclua avaliação de infra-estruturas, projectos museológicos, estudo de públicos e acessibilidades, previsão de custos, fontes de financiamento e calendarização;
b) Promova um amplo debate público sobre as alterações aos museus do eixo Ajuda/Belém, incluindo o projecto de construção do novo Museu dos Coches e suas consequências para outros museus e serviços do Ministério da Cultura, envolvendo nomeadamente as associações dos sectores da Museologia e da Conservação e Restauro, a Câmara Municipal de Lisboa, a Associação de Turismo de Lisboa e especialistas nacionais e internacionais das áreas do património, da museologia e da arquitectura;
c) Proceda à divulgação pública de todos os estudos e avaliações técnicas existentes relativamente às opções entretanto assumidas pelo Ministério da Cultura e promova a sondagem às fundações do Edifício da Fábrica Nacional de Cordoaria, a ser executada pelo Laboratório Nacional de Engenharia Civil, para averiguar as condições de estabilidade e de segurança daquele património, tendo em conta as características do edifício e do local onde está implantado;
d) Avalie os vários projectos museológicos e sua relação com os edifícios existentes, bem como com novos edifícios a construir, face às necessidades dos museus que já existem e à eventual criação de novos museus ou unidades museológicas;
e) Elabore um plano estratégico para a reconfiguração do conjunto de museus no eixo Ajuda/Belém, que inclua avaliação de infra-estruturas, projectos museológicos, estudo de públicos e de acessibilidades, bem como de sustentabilidade das instituições, previsão dos custos, fontes de financiamento e calendarização de todas as acções relativas à transferência de museus e à criação de novos museus no eixo Ajuda/Belém.

Aprovada em 28 de Maio de 2010.
O Presidente da Assembleia da República, Jaime Gama.

(Fonte: Museum List)

Concurso Técnico Superior de Conservação e Restauro

Julho 20, 2010 por Ana Carvalho

Divulga-se concurso para lugar de técnico superior de Conservação e Restauro em Vila Franca de Xira.

Saiba mais em:
http://www.dre.pt/

Dominique Poulot

Julho 19, 2010 por Ana Carvalho

Dominique Poulot
Universidade de Évora, 12 Julho 2010
©Ana Carvalho

Dominique Poulot esteve na Universidade de Évora no passado dia 12 de Julho de 2010. Durante a sua breve passagem pela universidade, Poulout fez uma comunicação especialmente dirigida aos alunos de museologia do doutoramento. A sua comunicação dividiu-se entre questões relativas ao património e aos museus. Sobre património foram focados vários aspectos, nomeadamente sobre a natureza do património, a sua propriedade, as questões fundamentais de hoje e os principais debates, as tendências, os velhos e novos modelos de interpretação, sendo referidos também vários estudos de caso e abundante bibliografia de referência. Relativamente aos museus, foram discutidos aspectos relativos à identidade, à representação e à memória; do panorama dos museus no séc. XIX ao desaparecimento de antigas museografias, à ideia de cenografias do tipo “cubo branco”, ao aparecimento de novas tendências como os revivalismos museográficos.

A título pessoal posso dizer que foi um enorme prazer ver e ouvir Dominique Poulot, sem dúvida uma figura notável da museologia e do património!

Bolsa de Investigação no Museu da Ciência da Universidade de Coimbra (até 30 de Julho)

Julho 19, 2010 por Ana Carvalho

O Instituto de Investigação Interdisciplinar e o Museu da Ciência da Universidade de Coimbra têm aberto concurso para uma Bolsa de Investigação, da Fundação para a Ciência e Tecnologia, para estudo das colecções de história natural da Universidade de Coimbra, com a duração de 24 meses. O concurso está aberto até 30 de Julho.

Mais informações aqui:
http://www.museudaciencia.pt/

Dominique Poulout na Universidade de Évora, 12-13 de Julho de 2010

Julho 9, 2010 por Ana Carvalho

Dominique Poulot (Université Paris 1 Panthéon-Sorbonne) estará em Portugal, mais concretamente na Universidade de Évora, nos próximos dias 12 e 13 de Julho. A sua visita insere-se no contexto da sua ligação com o CEHFCi – Centro de Estudos de História e Filosofia da Ciência, uma vez que faz parte do “Scientific Board Advice” do centro. Durante estes dois dias irão ter lugar algumas actividades de carácter interno, mas haverá uma sessão aberta a todos no dia 12, pelas 14h30, na sala 124 (a confirmar) do Colégio do Espírito Santo.

Sobre Dominique Poulot:

Dominique Poulot est un historien français, spécialisé dans l’histoire du patrimoine et des musées. Il est professeur des universités à l’Université Paris 1 Panthéon-Sorbonne.

Dominique Poulot, agrégé d’histoire (1978), ancien membre de l’Institut Universitaire de France (1992-1997), a été professeur aux universités Pierre Mendès France (Grenoble II) et François Rabelais (Tours) avant de rejoindre l’Université de Paris I Panthéon-Sorbonne. Il consacre ses recherches à l’histoire de l’institution de la culture, notamment aux phénomènes de patrimonialisation. Jean Monnet Fellow à l’Institut Universitaire Européen (Florence) en 1991, il a travaillé sur l’histoire comparée de la patrimonialisation en Europe[1].

Il est membre du Laboratoire d’anthropologie et d’histoire de l’institution de la culture, dirigé par Daniel Fabre, directeur d’études à l’EHESS et président de la section 38 du Comité national de la recherche scientifique CNRS (mandat 2004-2008).

(Fonte: wikipédia)

Parcours de recherche

L’histoire du statut, des canons et des usages de l’héritage historique français au XVIIIème siècle.

Mes premiers travaux se sont inscrits, chronologiquement et intellectuellement, entre les analyses de Maurice Agulhon sur l’iconographie politique et la culture républicaine et l’entreprise de Pierre Nora de réécrire l’histoire nationale « au second degré ». L’objet de recherches, entre histoire et histoire de l’art, participait de la problématique générale des lieux de mémoire, par l’accent mis sur les créations de musées, et d’une histoire de la réception du passé (en l’occurrence largement destructrice) par l’intérêt porté au vandalisme. L’idée était ici que le mot – héritage, patrimoine, etc. – ne recouvre pas un développement linéaire et continu de la fin du Xvème siècle à nos jours, mais représente des configurations différentes selon les époques, en fonction du rapport que ces époques entretiennent avec le passé. On entendait éviter la démarche internaliste de l’histoire de l’histoire, ou de l’histoire de l’histoire de l’art, tout en participant à une histoire intellectuelle et culturelle très diversifiée dans ses objets comme dans ses approches. Au sein des recherches spécialement dédiées à la Révolution française, enfin, ce travail entendait considérer ensemble, dans ses matériaux et dans ses représentations, l’appropriation d’une culture historique et son refus, voire son abolition : un enjeu ultérieur a été de définir musée et patrimoine dans la longue tradition républicaine.

L’histoire des musées et des collections patrimoniales comme organisations et comme régimes de publicité du savoir,XIXème-Xxème siècles.

J’ai voulu parallèlement contribuer à développer un domaine du savoir jusque-là marginal ou dominé dans la hiérarchie des objets légitimes. Le champ nouveau des « museum studies », encore peu fréquenté en France, comme celui de l’histoire des bibliothèques, ou encore les histoires des publics et du loisir, davantage représentées, permettent de poser les jalons d’une histoire de la patrimonialisation qui ne soit ni commémorative ni appliquée, et qui ambitionne de pratiquer la comparaison à l’échelle européenne. Les recompositions disciplinaires sont toujours en cours, entre sciences de l’information et de la communication, sociologie des organisations, sociologie des publics, anthropologie, conduisant tantôt à promouvoir une discipline nouvelle, la « muséologie », tantôt un ensemble de perspectives historiques critiques. Toujours est-il que les enjeux historiographiques propres au champ du patrimoine doivent amener à considérer plus précisément une institution centrale de nos cultures, singulièrement négligée dans l’enceinte académique (à l’exception de la perspective professionnalisante).

A partir de ces acquis, on n’entend pas sonder l’opacité des objets de patrimoine, dans une démarche herméneutique propre à l’histoire de l’art, ni calculer, à côté de leur intérêt artistique, documentaire, illustratif ou savant, leur valeur communicationnelle au nom d’une éventuelle muséologie, ou héritologie. Il ne s’agit pas davantage de donner la chronique d’enrichissements successifs, dans la montée des protections monumentales ou la multiplication des musées, qui retracerait l’élaboration d’une conscience collective, depuis ses premiers hérauts jusqu’à son couronnement sous une administration éclairée. La perspective est au contraire de déplacer les intérêts d’une histoire du patrimoine : de la description des corpus vers la considération de leurs processus de constitution et de traitement. Le dessein est d’envisager les constructions patrimoniales comme autant de modes appropriés de traiter le passé, comme autant de styles – le style incarnant une « notion de perspective historique » selon la formulation de Carlo Ginzburg.

On voudrait montrer comment se racontent les « trouvailles » à travers inventaires, parcours et commerces ; comment s’élaborent parallèlement des intrigues, des types d’inventeurs et de patrimoines dans un rapport à l’« écologie des images » et des lieux. On peut avancer que « l’évidence » du patrimoineengage dans les discours modernes une « crédibilité » spécifique, qu’elle se décline en conventions et en procédures devant les objets et les cultures, enfin qu’elle donne lieu à différents registres de l’accès, de la (ré)appropriation, de l’émotion – les civilités du patrimoine. Ces deux dernières années ont permis, notamment, d’esquisser une enquête sur les patrimonialisateurs (ou les amis d’objets et de monuments) saisis à travers leurs témoignages (auto)biographiques, les jugements de leurs pairs, ou leur propre production savante, et confrontés à une légitimité culturelle qu’ils reconnaissent ou qu’ils dénient, selon les cas.

Ouvrages personnels

Bibliographie de l’histoire des musées de France, Paris, Editions du Comité des Travaux Historiques et Scientifiques, 1994, 182 p. Epuisé. Nouvelle édition revue et augmentée en cours.

Surveiller et s’instruire. La Révolution française et l’intelligence de l’héritage historique, Oxford, Voltaire Foundation, Studies on Voltaire and the eighteenth century, vol. 344, 1996, xii-592 p.

Musée, nation, patrimoine, 1789-1815, Paris, Gallimard, Bibliothèque des Histoires, 1997, 406 p.

Les Lumières, Paris, Presses Universitaires de France, Premier Cycle, 2000, 420 pages.

Patrimoine et Musée : l’institution de la culture, Paris, Hachette, Carré, 2001, 3ème édition 2004, 224 p.

Musées en Europe : une mutation inachevée, (avec Catherine Ballé), Paris, La Documentation française, 2004, 286p.

Une histoire des musées de France, Paris, La Découverte, collection ‘L’espace de l’histoire”, 2005, 200p.

Musée et muséologie, Paris, La Découverte, collection “Repères”, 2005, 125p.

(Fonte: http://www.lahic.cnrs.fr/spip.php?article30)

CONF: “Serviços educativos em Portugal: ponto da situação”, 7 Fev. 2011

Julho 9, 2010 por Ana Carvalho

O ICOM Portugal vai organizar o encontro Serviços educativos em Portugal: ponto da situação, no dia 7 de Fevereiro de 2011, no Museu Nacional de Arte Antiga.

Para além de querer promover a reflexão sobre o estado actual dos serviços educativos em Portugal e as perspectivas para o futuro, com o objectivo de produzir um documento com recomendações, o encontro pretende ainda dar a conhecer o CECA, Comité Internacional do ICOM para a Educação e Acção Cultural.

O CECA é o segundo maior comité internacional do ICOM e conta com alguns membros em Portugal. A Coordenadora Regional da Europa do CECA, Emma Nardi, estará connosco no dia 7 de Fevereiro e apresentará a actividade e os objectivos do Comité.

ORGANIZAÇÃO: ICOM-PT

Mais informações a partir de Setembro em www.icom-portugal.org

(Fonte: Mailing list ICOM_PT)

Tese de Mestrado: “Avalição museológica. Estudo de caso: avaliação da exposição permanente do Museu da Ciência da Universidade de Coimbra “Segredos da luz e da matéria”

Julho 7, 2010 por Ana Carvalho

Avaliação museológica. Estudo de caso: avaliação da exposição permanente do Museu da Ciência da Universidade de Coimbra “Segredos da luz e da matéria”

Autor: Amanda Lúcia Gama Pereira Dias Guapo
Orientação: Pedro Júlio Enrech Casaleiro
Dissertação apresentada à Universidade de Coimbra para obtenção do grau de Mestre em Museologia e Património
Ano: 2010. Tese defendida a 29 de Junho de 2010
Nota: Júri constituído por Irene Maria de Montezuma de Carvalho
Mendes Vaquinhas (Presidente), Alice Lucas Semedo (arguente) e Pedro Júlio Enrech Casaleiro (orientador). O candidato obteve a classificação de «Muito bom».

Projecto HIPST – III Encontro Nacional, 7 Julho 2010

Julho 6, 2010 por Ana Carvalho

HIPST – III Encontro Nacional
Faculdade de Ciências
7 de Julho de 2010

9.30-10.00 Recepção Entrada Sala Edifício C6.2.3.13

9.30-9.45 Café Restaurante/Bar Edifício C6 (Piso 1)

Sessão da Manhã (10.00 – 12.15)
Moderadora: Fátima Nunes, Universidade de Évora
Sala 2.3.13
10.00 O Encontro no quadro do Projecto HIPST
10.15 Estudos de caso HIPST. Recursos educativos digitais na educação em ciência
Isabel Chagas, Universidade de Lisboa, IE
10.45 Integração de tópicos de história das ciências no ensino: Energia no ensino básico
Magda Marques, Projecto HIPST
11.15 Instrumentos científicos antigos recriados pelos nossos jovens. Estudo de caso
Maria Costa, Escola Secundária de Leal da Camara
11.45 A experiência de Oersted no ensino básico: Das propostas dos manuais escolares a uma proposta fundamentada na História e Filosofia da Ciência e validada em sala de aula.
Nazaré Caldeira, Mariana Valente, Universidade de Évora
12.15 Almoço Restaurante/Bar C6 (Piso 1)

I Sessão da Tarde (13.30 – 15.30)
Moderadora: Cláudia Faria, Universidade de Lisboa, IE
Sala 2.3.13
13.30 Desenvolvimento do pensamento lógico e crítico: Contributos do HIPST
Ricardo Coelho, Universidade de Lisboa
14.00 A história das montanhas vai ao cinema.
Margaret Lopes, Centro de Estudos em História e Filosofia da Ciencia, Universidade deÉvora.
14.30 O modelo teórico da descoberta da energia
Teresa Melo, Universidade de Lisboa
15.00 Da Naturalia de Frei Manuel do Cenáculo ao Museu de Ciências Naturais do Liceu: Percursos e importância de uma colecção de História Natural em Évora (Séc. XVIII-Séc. XXI)
Luis Ceríaco,Universidade de Évora

15.30 Pausa para discussão, café e bolo Restaurante/Bar C6 (Piso 1)

II Sessão da Tarde (16.00 – 18.00)
Moderador: Ricardo Coelho, Universidade de Lisboa, CEHFCi

Sala 2.3.13
16.00 As Leis da Natureza no Ensino secundário
Isabel Serra,Universidade de Lisboa

16.30 WikideDarwin. Uma Ferramenta 2.0 para aprender evolução com os clássicos
António Faria, Marta Caseirito, Ondina Castanheira, Susana Lemos, Sandra Valentim, Isabel Chagas, Universidade de Lisboa, IE

17.00 Síntese e discussão final
18.00 Conclusão dos Trabalhos

CONF: “Museums and the Market, 10-11 Set. 2010

Julho 5, 2010 por Ana Carvalho

MUSEUMS AND THE MARKET
MGHG Annual Conference
Leeds City Museum
September 10th and 11th 2010

In the history of every museum there has been a significant engagement with the wider market structures and yet these engagements rarely feature in the interpretation of the history of the objects as we encounter them in the modern museum. The museum has also, since its inception, been involved in the cultural and the economic structures of society. Indeed, museums are now seen as crucial signifiers and influential catalysts in what we now call the ‘cultural economy’. It is therefore appropriate, given the current interest in the commercial aspects of the history of collections and the interest in the museum itself as part of the ‘market’, to look anew at the role played by the market in the history of the museum. This innovative conference, one of the first of its kind, focuses on the intersections, the formal and informal spaces where the market and the museum meet and overlap. The papers reflect a wide range of interests and perspectives and bring together leading academics and museum professionals in order to further discussion and debate around this increasingly significant subject. Located at the new Leeds City Museum, the conference will be of interest to academics, museum professionals, and all those who are interested in the history of the museum and its role in society.

Conference Programme

Friday 10th September 2010

9.15 – Conference Registration

10.00 – Welcome

10.10 – Welcome to Leeds: John Roles, Director, Leeds City Museums
10.30 – Conference Keynote: Dr Helen Rees Leahy, Director of the Centre for Museology, University of Manchester

11.10 – Coffee

11.40 – Conference Session 1: Commerce & Consumption
Steven Miles (University of Brighton) Contrived Communality: the gallery and museum as a themed space for post-industrial consumption
Christine Guth (Royal College of Art) Blockbusters and Museum Merchandise: Marketing Hokusai’s “Great Wave”
Gareth Williams (Royal College of Art) On Design Art

13.00 – Lunch Break

14.00 – Conference Session 2: The Formation of Taste
Julia Courtney (The Open University) “The stuffed animals will have to go”: Alderman Jacob, William Chalkley and Dr Cottrill
Stephanie Schumann (The Drawing Centre, New York) (title tbc)
Louise Tythacott (University of Manchester) The Power of Taste: the dispersal of the Berkeley Smith collection of Chinese ceramics at Cheltenham Art Gallery & Museum (1921-1960)

15.20 – Coffee

15.50 – Conference Keynote: Professor Jos Hackforth-Jones, Director of Sotheby’s Institute of Art, London

16.30 – Optional Guided Tour of the Leeds Discovery Centre

Saturday 11th September 2010

9.30 – Parallel Conference Sessions 3 & 4
Conference Session 3: Philanthropy
Andrea Meyer (Institut für Kunstwissenschaft und Historische Urbanistik, Berlin) Museum directors as money makers: a reinvestigation of the history of the National Gallery in Berlin
Jozef Glassée (The Catholic University of Leuven) Buying Art for Ghent: The Ghent Museum Friends and the European Art Market (1897-c.1930)
Martin Weiss (University of Leiden) “With a Little Tacit Encouragement‟: Teylers Museum’s Paleontological Collection

Conference Session 4: Circulating Commodities
Savithri Preetha Nair (Independent Scholar) The Rise of the Natural History Dealer in Colonial India
Sam Alberti & Christopher Plumb (University of Manchester) The Beastly Marketplace: Animal Commodities in Shops, Museums, and Other Sites of Display
Lina Tahan (Leeds Metropolitan University) The role of the Lebanese agents and dealers in the development of the Louvre Museum near Eastern Collections

10.50 – Coffee

11.20 – Parallel Conference Sessions 5 & 6
Conference Session 5: Regeneration and the Cultural Economy
Susannah Eckersley (University of Newcastle) Regeneration by Museum? Case studies from Germany
Patrick Haughey (Wentworth Institute of Technology, Boston) Hamilton‟s Classroom: the museum of American Finance and the education of a market citizen
Mariam Al-Mulla (University of Leeds) Heritage in Qatar: an example of culturally-led economic regeneration
Conference Session 6: Museums and Identities
Natasha Degen (University of Cambridge) A National Type of Imagination: Nation branding and the museum
Uta Protz (Kunsthalle, Bremen) Modern French Painting and the Musee du Louvre: the impact of the studio sale of Gustave Courbet 1881
Annalea Tunesi (University of Leeds) An enigmatic façade: Palazzo Mozzi-Bardini in Florence

12.50 – Lunch Break and MGHG Annual General Meeting

14.00 – Conference Session 7: Leeds in Perspective
Mark Steadman (University of Leeds) Mail Order Museums: Recovering the market forces behind Nineteenth-Century Natural History collecting practices
Rebecca Wade (University of Leeds) “A Love of Truth even in Trifles‟: the exhibition of art and manufactures in mid-nineteenth century Leeds
Geoffrey Forster (The Leeds Library) William Bullock in Leeds

15.20 – Coffee

15.50 – Conference Session 8: Museums and the Art Market
Esmée Quodbach (The Frick Collection, New York) “Trying to catch a rising star‟: Vermeer on the Art Market 1870-1920
Anne Helmreich (Case Western Reserve University, Ohio) Strategies of Display: the museum and the commercial art gallery in nineteenth-century Britain

16.50 – Closing Remarks: Alan Crookham, Chair, MGHG

Full programme and booking form now available on the website: www.mghg.org/events/

(fonte: H-MUSEUM)

Sobre o Museu Nacional de Arqueologia

Julho 5, 2010 por Ana Carvalho

Novidades no “caso” do MNA

Segundo informa o blogue do Grupo de Amigos do Museu Nacional de Arqueologia, foi criado um “grupo técnico” para elaborar um “Plano de Base” do MNA na Cordoaria Nacional. O grupo tem 180 dias para apresentar o Plano. Ou seja, haverá decisões na altura das eleições presidenciais e em vésperas de legislativas antecipadas, se estas se confirmarem…

Mais detalhes em:

http://gamna.blogspot.com/

quarta-feira, 30 de Junho de 2010
Criado “grupo técnico” para elaborar o “Programa de Base” do MNA na
Cordoaria… silêncios e ambiguidades, implicações éticas

Fonte: lista de discussão MUSEUM

CONF: Mediação Cultural nos Museus, 15-16 de Julho 2010

Julho 2, 2010 por Ana Carvalho

A Mapa das Ideias em parceria com a Associação “Histórias Para Pensar” criou um seminário com os seguintes objectivos:

- Disseminação de ideias e reflexões, nomeadamente as conclusões da European Museum Advisors Conference 2010, realizada em Helsínquia no início de Junho.

- Reflexão sobre a estratégia nacional de museus no actual contexto.

- Análise sobre projectos culturais financiados pela UE, nomeadamente através do Programa Grundvtig: o projecto em si mesmo, as mudanças de paradigma, a importância e, em simultâneo, as dificuldades de trabalhar em rede.

- No dia 16 de Junho, um grupo mais pequeno poderá dedicar-se a analisar em profundidade os mecanismos de financiamento do programa acima referido, identificando áreas de intervenção, potenciais parceiros institucionais e empresariais. Para dar acompanhamento aos projectos, estarão presentes consultores privados das áreas de design, mediação cultural, tecnologias de informação, exposições, etc.

Uma parceria Mapa das Ideias / Associação Histórias para Pensa
MEDIAÇÃO CULTURAL NOS MUSEUS

Estratégias de Aprendizagem para o Sucesso
5 de Julho 2010, Quarta-feira
Organização: Mapa das Ideias
Local: Auditório do Museu de Cerâmica de Sacavém
Programa
09:30 – 10:00 Recepção dos participantes (café e bolinhos)
10:00 – 12:30 Museus: uma estratégia para o Futuro [Maria Vlachou]
Museus e mediação cultural: Apresentação do EMAC 2010 [Inês Bettencourt da Câmara]
12:30 – 14:00 Almoço
14:00 – 16:00 Programas Europeus de Financiamento (GRUNDTVIG) [Joaquim Jorge]
16:00 – 16:30 Intervalo
16:30 – 17:30 Análise do caso Mecanismo Financeiro do Espaço Económico Europeu: Rota Histórica das Linhas Defensivas de Torres Vedras / O Processo de Constituição da Rede Intermunicipal [Joaquim Jorge e Florbela Estêvão]
16 de Julho 2010, Quinta-feira
Organização: Histórias para Pensar
Local: Museu Municipal de Loures
Programa
09:30 – 10:00 Recepção dos participantes (café e bolinhos)
10:00 – 11:00 Apresentação dos parceiros empresariais: design, tecnologias de informação e mediação cultural
Apresentação dos participantes e constituição dos grupos de trabalho
11:15 – 13:00 Trabalho de grupo
13:00 – 14:00 Almoço
14:00 – 16:30 Apresentação e discussão de projectos
16:30 – 17:00 Intervalo
17:00 – 18:00 Intervalo
Organização e Secretariado
Inscrições e pagamento:
Dia 15 de Julho – 25€ (inclui almoço)
Para participar nos dois dias de trabalho:
45€ (inclui coffee-breaks e almoço)
Vagas limitadas. Inscreva-se já! Pagamento por transferência bancária ou no local, através de Multibanco

Mais informações:
Maria João Nunes – mjoao.nunes@mapadasideias.pt

Mais informação:
http://www.mapadasideias.pt/?p=1210&lang=pt
http://www.cm-loures.pt/Agenda_jul10_Mediacao.asp

Colóquio APOM, 11-12 Out. 2010

Junho 30, 2010 por Ana Carvalho

COLÓQUIO APOM/2010

TEMA: Câmaras Municipais e Políticas Museológicas
DATA: 11 e 12 de Outubro de 2010
LOCAL: Auditório Casa das Histórias, Cascais

A APOM (Associação Portuguesa de Museologia) vai realizar nos dias 11 e 12 de Outubro de 2010, em Cascais, no auditório Casa das Histórias, o Colóquio APOM/2010 subordinado ao tema Câmaras Municipais e Políticas Museológicas.

Com a realização deste Colóquio, pretende-se abordar a temática da museologia em Portugal levada a efeito pelas Câmaras Municipais, com a apresentação de experiências e de projectos museológicos realizados no âmbito das autarquias locais.

O Colóquio tem como objectivos gerais:

- Identificar a problemática geral dos museus municipais;
- Conhecer as experiências museológicas inovadoras dos museus municipais;
- Analisar o papel que cabe aos museus municipais para o desenvolvimento das comunidades locais;
- Avaliar o contributo da Rede Portuguesa de Museus para a inovação dos museus municipais;
- Debater propostas para que os museus municipais estejam em rede de forma a haver uma maior cooperação e articulação dos projectos museológicos.

11 de Outubro de 2010 (segunda-feira)

09h30- 10h00 – Entrega de documentação
10h00-10h45 – Sessão de Abertura:
Dr. António Capucho – Presidente da Câmara Municipal de Cascais
Prof. João Brigola – Director do IMC
Dr. João Neto – Presidente da APOM

10h45-11h00 – Café
11h00 -12h30 – Painel 1: Câmaras Municipais e políticas museológicas camarárias
12h30-13h00 – Debate
13h00-14h30 – Almoço livre
14h30-16h30 – Painel 2: Museus e inovação
16h30-17h00 – Debate
17h00-17h15 – Café
17h15 -18h30 – Visita aos museus da tutela da Câmara Municipal de Cascais

12 de Outubro de 2010 (terça-feira)

09h30- 10h30 – Painel 3 – Museus premiados pela APOM
10h30-11h00 – Debate
11h00-11h15 – Café
11h15-12h45 – Painel 4 – Projectos para o futuro
12h45-13h00 – Debate
13h00 – 14h30 – Almoço livre
14h30-15h30 – Painel 5 – Mesa Redonda: Transferência dos museus IMC para as autarquias:
Coordenadora da RPM
Representante da ANMP
Representante do ICOM
Representante da APOM
15h30-16h00 – Debate
16h00-16h15 – Café
16h15 – 16h45 – Juan Valadez (Museu de Cáceres)
16h45-17h00 – Conclusões
17h00-17h30 – Encerramento com a presença Exmo Secretario de Estado do Ministério da Cultura Dr Elisio Summavielle

INSCRIÇÕES
Data: os interessados deverão inscrever-se até ao dia 15 de Setembro
Sócios: 20.00€
Não sócios: 50.00€
Estudantes: 20.00€

SECRETARIADO
APOM – Associação Portuguesa de Museologia
Licínia Lemos
Email: apom65@gmail.com – telefone: 919562826 – Casa do Lago – Estrada Fonte da Telha – 2070-384 PONTEVEL

COLABORAÇÃO: Câmara Municipal de Cascais e Oficina de Museus

FICHA DE INSCRIÇÃO

Sócio número ———-

Nome____________________________________
Endereço_____________________________________
Localidade ___________________________________ C. P. Profissão_______________________________
Título da comunicação…………………………………Instituição_______________________________
Telm. __________________________
Telf. _________________________
e-mail _____________________
Pagamento à APOM
Por cheque n.º _______________________ Banco ___________________________
Nome da entidade e morada para envio de recibo da APOM, no caso de dados diferentes dos acima indicados ___________________

SECRETARIADO
APOM – Associação Portuguesa de Museologia
Licínia Lemos
Email: apom65@gmail.com – telefone: 919562826 – Casa do Lago – Estrada Fonte da Telha – 2070-384 PONTEVEL

Livro: “Colecções e museus de geologia: missão e gestão”

Junho 28, 2010 por Ana Carvalho

Colecções e museus de geologia: missão e gestão
Collections and museums of geology: mission and statement

Editores: José M. Brandão, Pedro M. Callapez, Octávio Mateus, Paulo Castro
Edição: Museu Mineralógico e Geológico da Universidade de Coimbra (MMGUC) e Cento de Estudos de História e Filosofia da Ciência (CEHFCi)
Descrição física: 393 p.
Ano: 2010
ISBN: 978-989-96564-0-6

Esta publicação reúne grande parte das comunicações apresentadas na conferência internacional: “Colecções e museus de Geociências: missão e gestão”, que decorreu nos dias 5 e 6 de Junho de 2009 no Museu de Ciência da Universidade de Coimbra. São um total de 49 artigos organizados a partir de dois temas: “História, organização e papel científico” e “Interpretação, divulgação e educação em Geociências. O prefácio da obra é da responsabilidade de Maria Margaret Lopes (CEHFCi). A grande maioria dos artigos estão escritos em português e são acompanhados de resumo em inglês.

“(…) esta obra marcará uma etapa decisiva no progresso do conhecimento e das sensibilidades sobre este importante domínio do saber, sublinhando, a necessidade do seu aprofundamento noutras direcções e da cooperação, em rede, dos investigadores e instituições que trabalham nos domínios da produção, apresentação e divulgação das Ciências da Terra.” (editores)

“As ciências geológicas e paleontológicas se constituíram e continuam se organizando na articulação de logísticas que envolvem desde trabalhos de campo, mecanismos de coleta, aquisição e armazenamento de coleções, representações em mapas, até processamento de dados, simulações e modelagens de situações inacessíveis, através de aparatos cada vez mais sofisticados. Mobilizando uma série de recursos das mais diversas ordens, acumulando um conjunto de inscrições, estruturando práticas em que se manipulam desde cadernetas de campo a poderosos plotters ou imagens de satélite, as ciências geológicas, envolvendo suas dimensões de espacialidades e temporalidades próprias, geraram por todo o mundo um património cultural in situ ou tornado móvel, inestimável. Tal patrimônio criou seus desafios específicos, que começaram a ser enfrentados com êxito pela Conferência internacional colecções e museus de geociências: missão e gestão” (…). (Maria Margaret Lopes)