Boletim Nº 12 do Grupo de Amigos do Museu Nacional de Arqueologia, Fev 2010

February 10, 2010 by Ana Carvalho

Já está online o Boletim nº 12 do Grupo de Amigos do Museu Nacional de Arqueologia, que pode ser descarregado na página do referido Grupo em:
http://www.mnarqueologia-ipmuseus.pt/

Temas:

Exposição República – Etnografia do quotidiano
Cordoaria: um futuro para o MNA?
José Hermano Saraiva lança apelo em defesa do MNA
Exposições virtuais do MNA
MNA: a casa da Arqueologia
Arquivo Documental de Manuel Heleno
Encontro Mundial e a Assembleia-geral da Federação Mundial dos Amigos dos Museus
Actividades do GAMNA
Actividades do MNA

Fonte: Lista de discussão Museum

Thesaurus de Instrumentos Científicos em Língua Portuguesa tem site

February 9, 2010 by Ana Carvalho

Deve dizer-se máquina pneumática ou bomba de vácuo? Bússola marítima ou bússola de marinha? Ampola de Crookes ou campânula de Crookes? Em 2006, doze museus de ciência de Portugal e do Brasil constituiram uma rede internacional, de âmbito lusófono, com a finalidade de construir um ‘Thesaurus de Instrumentos Científicos em Língua Portuguesa’. Trata-se de um projeto de investigação pioneiro que produzirá, em 2011, um instrumento de controlo e nomalização terminológica para todos os museus da esfera lusófona.

Este projecto, já referido anteriormente neste blogue, já tem site próprio:
http://chcul.fc.ul.pt/thesaurus/

Parecer sobre a Cordoaria Nacional está disponível

February 9, 2010 by Ana Carvalho

O parecer sobre as condições geológico-geotécnicas dos terrenos da Cordoaria Nacional (Lisboa) para onde se pretende transferir o Museu Nacional e Arqueologia já estão disponíveis. Este relatório pode ser descarregado no seguinte endereço:
http://www.mnarqueologia-ipmuseus.pt/

Trabalho de projecto de mestrado: “Museu de Marinha – Contributos para a Definição de um Projecto Cultural”

February 8, 2010 by Ana Carvalho

Museu de Marinha – Contributos para a Definição de um Projecto Cultural
Autor: José Augusto da Costa Picas do Vale
Orientação: Mestre Maria da Graça Silveira Filipe
Trabalho de Projecto apresentado à Faculdade de Ciências Sociais e Humanas – Universidade Nova de Lisboa
Ano: 2010. Tese defendida a 15 de Janeiro de 2010
Nota: Júri constituído por Raquel Henriques da Silva (Presidente); Álvaro Garrido (Arguente), António Camões Gouveia e Graça Filipe
Classificação: 17 Valores

MUSEU DE MARINHA
CONTRIBUTOS PARA A DEFINIÇÃO DE UM PROJECTO CULTURAL

PALAVRAS-CHAVE: Projecto Cultural; Museu de Marinha; Museus Marítimos; Programação Museológica.

Resumo:

Este trabalho de projecto assume como objectivos a produção de um documento de reflexão, a apresentação de resultados de uma primeira fase de estudo e de um conjunto de propostas que possam contribuir para uma redefinição da vocação do Museu de Marinha e para a elaboração de um projecto cultural para a instituição.

Para melhor se enquadrar o posicionamento conceptual deste trabalho, importa referir que, perfilhando a perspectiva dos autores franceses Paul Rasse e Éric Necker, entendemos a necessidade de elaboração de um projecto cultural como condição fundamental para o ulterior desenvolvimento da programação museológica.

Se temos como adquirido que a programação museológica consiste no desenvolvimento de um conjunto de processos sectoriais – institucional; de colecções; arquitectónico; de exposições; de difusão e comunicação; de segurança; económico; e de recursos humanos – acreditamos igualmente que esses processos carecem, a montante, de ancoragem num determinado conjunto de pressupostos fundacionais. É a este conjunto que chamamos Projecto Cultural e dele fazem parte uma reflexão sobre a vocação da instituição, um diagnóstico exaustivo de todas as suas áreas operativas e, finalmente, o estabelecimento de prioridades e definição de rumos para o futuro do Museu de Marinha.

O presente trabalho de projecto descreve o enquadramento teórico e conceptual do tema; as metodologias seguidas; propõe uma cronologia do Museu de Marinha através do levantamento das suas principais fases de configuração, quer do ponto de vista da legislação de que foi objecto desde a sua criação em 1863, quer através da identificação dos principais momentos de incorporação de colecções; e avalia o modelo de gestão da instituição estabelecendo uma análise comparativa que pretende diagnosticar dinâmicas de referência e identificar um conjunto de especificidades próprias de museus de temática marítima.
Pretende-se igualmente contribuir para o esboço da equipa científica necessária à realização de um projecto cultural que seja capaz de reequacionar a vocação do Museu de Marinha, com base na sua identidade histórica, nas suas colecções, nos seus públicos e na sua contextualização em termos de envolventes institucional, espacial e humana.

Por fim, procedemos à ponderação dos resultados obtidos e consequente delineação de ulteriores possibilidades de trabalho.

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MUSEU DE MARINHA
CONTRIBUTIONS TOWARDS THE DEFINITION OF A CULTURAL PROJECT

KEYWORDS: Cultural Project; Museu de Marinha (Portuguese Maritime Museum); Maritime Museums; Museum programming.

Abstract:

This project work aims at producing a reflection document, presenting the results of a preliminary study and a set of proposals that may contribute towards a redefinition of the Museu de Marinha’s mission and to the development of a cultural project for the institution.

In order to conceptually frame this work it is important to refer that, following the perspective of French authors Paul Rasse and Érick Necker, we understand the need to develop a cultural project as a fundamental step prior to the development of a museum programming.

If we have as an acquired fact that museum programming consists on the development of several sectional processes – institutional; collections; architecture; exhibitions; dissemination and communication; security; economic; and personnel – we also believe that those processes need to be anchored on a given set of foundational assumptions. It is this set of foundational assumptions we call Cultural Project, which encompasses a reflection on the institution’s calling, a thorough diagnosis of all its operative areas and, finally, the definition and establishment of future lines of development for the Museu de Marinha.

This project work describes the theoretical and conceptual framing on the subject; the methodological courses pursued; proposes a given chronology applicable to the Museu de Marinha through its main establishing phases, based upon the legislation which concerns the institution since its foundation in 1863, as well as through the identification of its main phases of collection building; and evaluates the managing model, establishing a comparative analysis aiming at identifying referential dynamics, and a set of characteristics specific to museums of maritime theme.

We also intend to contribute to the definition of the scientific team necessary to develop a cultural project that may re-evaluate the museum’s calling based on its historical identity, its collections, its publics and its spatial and human surroundings.

Finally, we reflect on the obtained results and propose future working possibilities.

Sobre a jornada de trabalho “categorização de casas-museu”

February 6, 2010 by Ana Carvalho

Jornada de Trabalho “Categorização de Casas-Museu”
Paço dos Duques de Bragança (Guimarães)
1 de Fev. 2010

Sobre a jornada de trabalho “Categorização das Casas-Museu”, que se realizou no passado dia 1 de Fevereiro de 2010, algumas notas.

António Ponte, director do Paço dos Duques de Bragança e anfitrião deste encontro começou por dar as boas-vindas a todos os participantes. Seguiu-se Maria de Jesus Monge, que contextualizou esta iniciativa, enquadrando o trabalho que o DEMHIST, comité do ICOM para as casas-museu e casas históricas tem desenvolvido desde a sua génese até hoje, decorridos cerca de 10 anos de actividade. Este comité tem trabalhado muito sobre o conceito de casa-museu e as especificidades desta tipologia no universo museológico, que é francamente diverso e assimétrico, seja à escala nacional ou internacional. Mais do que nunca, é importante questionar e reflectir sobre quais são hoje os desafios das casas-museu, desde a missão, a sua pertinência até à sua sustentabilidade. Maria de Jesus Monge fez uma breve retrospectiva sobre as primeiras tentativas de definir as casas-museu até ao projecto internacional de categorização das casas-museu do DEMHIST. Este projecto baseia-se num inquérito, criado pela italiana Rosana Pavoni que pretende aferir um conjunto válido de categorias. Neste inquérito participaram poucas instituições portuguesas, daí a necessidade de se reflectir sobre este instrumento de trabalho e a sua aplicabilidade à realidade portuguesa.

Como Elsa Rodrigues referiu, até ao momento, o DEMHIST criou um conjunto de 11 categorias, traduzidas para o português nos seguintes termos:

- Casas de Personalidades
- Casas de Coleccionadores
- Casas de Beleza
- Casas de Eventos Históricos
- Casa de Sociedade Local
- Casas Ancestrais
- Casas de Poder
- Casas Clericais
- Casas Modestas
- Casas para Museus
- Salas de Época

Da discussão surgiram algumas conclusões:

Algumas das categorias não se ajustam à realidade portuguesa. Por outro lado, foi sugerido que não fossem criadas demasiadas categorias. No que diz respeito ao caso português seria benéfico se se aferisse com mais aprofundamento qual o tecido museológico em termos de casas-museu existentes e criar uma lista com o apoio da Rede Portuguesa de Museus e Instituto dos Museus e da Conservação. Foi proposto um novo encontro em Lisboa, sendo a Casa-Museu Anastácio Gonçalves a instituição de acolhimento, para a partir da lista referida se reflectir sobre uma possível categorização. Para além disso, referiu-se a importância de dar maior visibilidade às casas-museu através da publicação de artigos relacionados com esta temática numa revista já existente. Finalmente, foi sugerida a criação de um blogue, como espaço de encontro dos profissionais que trabalham nesta área e como plataforma de discussão, tendo António Ponte assumido a responsabilidade de criar o site.

Sobre o Seminário “Serviços educativos em espaços culturais”

February 4, 2010 by Ana Carvalho

Sessão de abertura do seminário “Serviços Educativos em Espaços Culturais”
Centro Cultural de Lagos
26 de Janeiro de 2010

Quando pensei escrever algumas linhas sobre este encontro, deparei-me com esta dificuldade. Como dar conta de um encontro tão rico no que diz respeito à partilha de experiências e pontos de vista, ainda que muitas vezes diferentes, mas muito estimulantes. De qualquer forma, gostaria de sublinhar alguns aspectos.

Uma das questões lançadas para o debate e reflexão foi a diversidade de designações existentes para o trabalho da educação nos museus. De facto, como se observou ao longo dos três dias, foram várias as terminologias utilizadas pelos participantes, seja ao nível da designação funcional dentro do museu ou entidade cultural, seja a um nível mais abrangente de caracterização deste trabalho ou de termos relacionados:

Serviço educativo/serviço educativo e de divulgação/projecto educativo/departamento de educação/extensão cultural/ plano de acção educativa/política educativa/oficinas/projecto cultural/programa educativo/oferta educativa

Susana Gomes da Silva sugeriu a adopção da designação “Educação museal”, em substituição da palavra “serviço educativo”, muito na linha anglo-saxónica que utiliza a expressão “Museum Education”.

Sobre o que se projecta como sendo o papel e as características da educação museal foram sendo referidas ao longo deste encontro algumas ideias-chave:

Os serviços educativos vão para além do trabalho com as escolas e das visitas guiadas; os serviços educativos não pretendem substituir o papel da escola, o museu pode e deve ser um espaço para a educação não formal; Para além disso, a educação museal pode significar: campo de experimentação; espaço de negociação e comunicação; espaço de criatividade e inovação; espaço de conexão e intersecção do lazer e da educação; proporcionar prazer e sentido lúdico; espaço que promove a diversidade cultural e uma abordagem plural; espaço para a participação das pessoas; espaço de intervenção social; espaços de mediação e construção partilhada de saberes e experiências; mediação que vai para além da transmissão e que promove a construção de conhecimentos; espaço de relevância; espaço dinamizador; espaço para dar lugar a experiências significativas; deve promover iniciativas relevantes; proporcionar qualidade da experiência; espaço para a educação artística; espaço para a activação das memórias e promoção de diálogos; incluir projectos de proximidade; programar com as crianças; estabelecer pontes com as comunidades; os serviços educativos devem trabalhar com públicos dos 0 aos 99 anos; é essencial acreditar no trabalho educativo que se faz, saber afirmá-lo, conhecer aprofundadamente o objecto de estudo do trabalho educativo (ex. colecção, artista), conhecer os públicos, nomeadamente as suas motivações e as suas realidades sócio-culturais e por sua vez escolher a programação em função das suas necessidades; premissas para o trabalho educativo: o território como ponto de partida e da comunidade local ao alargamento; é preciso partilhar com os públicos os objectivos e a missão do trabalho educativo; a importância da definição da missão de cada serviço educativo; espaço para pensar, fazer e participar, ou seja todas as formas de aprender são essenciais para as competências da vida, o trabalho educativo nos museus deve reflectir esta filosofia; todos têm talentos, competências e cabe ao educador identificar estas valências e neste sentido o serviço educativo pode ser um espaço para encontrar esses talentos; espaço para construir, descobrir, aprender e criar; trabalhar/colaborar com outras instituições no espaço físico do museu (interior e exterior) e também fora do museu; é preciso mudar o conceito de educação no museu, no sentido em que se reclama que a educação deve ir para além da tradução do olhar; é preciso não infantilizar os públicos; é necessário elaborar estratégias a longo prazo que tenham em conta as especificidades de cada museu, respectivo enquadramento no meio e comunidade onde se insere e, assim, definir uma metodologia adequada; é necessário avaliar o impacto das estratégias desenvolvidas; todos os programas e projectos desenvolvidos e experimentados devem ser objecto de avaliação; é necessário estabelecer critérios de avaliação e publicar os resultados obtidos; implementar a seguinte filosofia: “concentre-se nos pontos fortes, reconheça as fraquezas, agarre as oportunidades e proteja-se contra as ameaças”;

Sobre alguns dos problemas identificados na educação museal, eis as ideias-chave:

Em Portugal não há um campo de estudo organizado em torno da educação museal; é área de trabalho com assimetrias graves à escala nacional; nem todos os museus têm um serviço educativo ou departamento para desenvolver trabalho nesta área; não se formulam teorias nem se definem objectivos a longo prazo; a educação nos museus é ainda considerada por muitos como a “tradução” do discurso apresentado na colecção do museu; há um problema que se vê repetido constantemente, que é o de transpor para um museu um projecto que já foi bem sucedido noutro museu sem olhar a especificidades próprias de cada museu; tensão entre a curadoria, a escolha das exposições e o serviço ou departamento de educação; situação laboral pouco estável; falta de reconhecimento profissional: não há uma associação; muitos dos profissionais activos nesta área não têm na sua formação de base estudos na área da educação; não existe formação especializada em serviços educativos; ausência de avaliação dos projectos educativos;

Sobre o educador de museus, houve quem fizesse referência à proposta de María Acaso López-Bosch (Universidad Complutense de Madrid), apresentada aqui muito sumariamente:

- Monitor: transmite informação
- Educador: além de transmitir, interage com o visitante e constrói pensamento estético

Ideias para o futuro:

Precisamos de gente mais especializada, mais informada; é necessário maior proximidade e envolvimento entre a academia e a prática nas questões da formação. Foi lançada a ideia de criar uma rede informal de profissionais, potenciando a troca de saberes e experiências, nomeadamente a discussão através da organização de mesas de trabalho sobre os problemas que afectam esta área. Uma rede onde os profissionais se possam conhecer e encontrar, um terreno fértil onde possam brotar novas experiências…

Sobre os conferencistas e os resumos das comunicações pode encontrar mais informação no site da AGECAL: http://www.agecal.pt/

Tese de Mestrado: “Aspectos Programáticos das Colecções do Museu Romântico da Quinta da Macieirinha – Porto”

February 3, 2010 by Ana Carvalho

Aspectos Programáticos das Colecções do Museu Romântico da Quinta da Macieirinha – Porto
Autor: Manuel João de Morais Sarmento Pizarro Bravo
Orientação: Mestre Maria da Graça Silveira Filipe
Dissertação apresentada Faculdade de Ciências Sociais e Humanas – Universidade Nova de Lisboa
Ano: 2010. Tese defendida a 15 de Janeiro de 2010
Júri constituído por Raquel Henriques da Silva (Presidente); Clara Frayão Camacho, António Camões Gouveia, Graça Filipe
Classificação: Muito bom

Resumo:

O Museu Romântico da Quinta da Macieirinha, no Porto, é criado por iniciativa do poder local em 1972. As suas colecções, originárias maioritariamente do espólio municipal à guarda no Museu Nacional Soares dos Reis, organizaram-se no espaço museológico de modo cenográfico numa montagem semelhante à utilizada nas casas-museu, pretendendo recriar a habitação de um Burguês do século XIX, ilustrar o Romantismo Portuense e homenagear o Rei Carlos Alberto de Piemonte e Sardenha, que ali viveu e morreu.

Através do estudo da constituição e tipologias do seu acervo e da sua correspondência na exposição permanente aos temas propostos, pretendemos identificar carências e mais-valias, enquadrar o museu numa tipologia específica e propor soluções práticas para os problemas detectados.

Actas do 1.º Encontro de História do Alentejo Litoral

February 2, 2010 by Ana Carvalho

Do 1.º Encontro de História do Alentejo Litoral, realizado em Sines, a 18 e 19 de Outubro de 2008, foram publicadas as actas (edição do Centro Cultural Emmerico Nunes). Destacamos um artigo no âmbito da museologia: “A constituição dos Museus Sineenses e as preocupações museológicas da época…”, de Maria Mota Almeida.

Veja o Índice

Museal, n.º 4, 2009

February 1, 2010 by Ana Carvalho

A MUSEAL – Revista do Museu Municipal de Faro lançou recentemente o seu quarto número, desta vez dedicado ao tema: “Núcleos museológicos. Que sustentabilidade?”

Para quem ainda não conhece esta revista, é preciso lembrar que se trata de uma publicação editada pela Câmara Municipal de Faro. Inclui um conselho científico, constituído pelas seguintes personalidades:

António Nabais
Clara Camacho
João Brigola
José d’Encarnação
Rui Parreira
Textos
Alexandra Gradim
Clara Frayão Camacho
Cláudio Torres
Dália Paulo
Graça Filipe
Hugues de Varine
João Alpuim Botelho
José d’Encarnação
José Gameiro
Pedro Prista
Rui Parreira

ISSN 1646-4202

Conteúdos:

Núcleos Museológicos – que sustentabilidade? Do debate conceptual às práticas de produção cultural – Rui Parreira

Núcleos Museológicos em Portugal: algumas questões históricas e conceptuais – Clara Frayão Camacho

Da musealização de património ao ordenamento do território musealizado: em busca de um modelo de sustentabilidade adequado a cada realidade em mudança – Graça Filipe

Museus e ordenamento do território – Hugues de Varine

Museus, território e desenvolvimento – Cláudio Torres

A musealização de um território: o caso de Bordeira, Santa Bárbara de Nexe, Faro – Dália Paulo

A rede polinucleada de Alcoutim: A sustentabilidade de um projecto – Alexandra Gradim

Museu de Portimão gestão de um território – José Gameiro

Gerir os Monumentos Megaliticos de Alcalar e o seu Centro Interpretativo: êxitos e fracassos de uma administração desconcentrada em articulação com o poder Local – Rui Parreira

Núcleos Museológicos de Loulé – Pedro Prista Monteiro

Núcleos Museológicos como estratégia de conhecimento do território: o caso do Museu do Traje de Viana do Castelo – João Alpuim Botelho

Em jeito de conclusões – José d’Encarnação

Recensões – José d’Encarnação

Workshop Código Deontológico do ICOM, 1 Mar. 2010, Porto

January 27, 2010 by Ana Carvalho

Workshop Código Deontológico do ICOM

Filipe Mascarenhas Serra, ICOM
Porto, 1 de Março de 2010

O Código do Conselho Internacional dos Museus (ICOM) constitui o documento de referência para a deontologia e a ética dos profissionais de museus em todo o mundo. Recentemente, foi divulgada a versão oficial em língua portuguesa do Código, a adoptar nos países da esfera lusófona, resultado de uma frutuosa colaboração entre o ICOM-Portugal e o ICOM-Brasil.

A Comissão Nacional Portuguesa do ICOM promoveu, no ano passado em Lisboa, um Workshop destinada à divulgação e promoção do Código Deontológico do ICOM entre os profissionais de museus portugueses, coordenada por Filipe Mascarenhas Serra. A dinâmica e o feedback de satisfação dos participantes comprovou o seu elevado interesse e levou a Comissão a aceitar dar resposta às várias solicitações no sentido de repetir a iniciativa. Assim, e numa perspectiva de salutar descentralização, irá decorrer no próximo dia 1 de Março uma 2ª edição da Workshop, desta vez no Porto.

Os tópicos a abordar incluem uma introdução aos conceitos de ética e deontologia profissional, os antecedentes do Código ICOM, problemas deontológicos associados à aquisição, comércio, retorno e restituição de colecções, bem como à conservação e restauro. A Workshop, que terá uma componente prática, abordará ainda questões de responsabilidade e conduta deontológica dos profissionais dos museus face aos públicos e face aos colegas de profissão.

Ver Programa em anexo.

Máximo 20 participantes (membros individuais e institucionais do ICOM)
Inscrições até 19 de Fevereiro de 2010

Fichas de inscrição: http://www.icom-portugal.org

Organização: ICOM-PT, com o apoio do Departamento de Ciências e Técnicas do Património (Cursos de 2º e 3º Ciclos em Museologia), Faculdade de Letras da Universidade do Porto

(Fonte: Mailing List ICOM-PT)

Tese de Mestrado: “Casas-Museu em Portugal: Teoria e Prática”

January 26, 2010 by Ana Carvalho

Casas-Museu em Portugal: Teoria e Prática
Autor: António Ponte
Dissertação apresentada à Universidade de Letras do Porto
Ano: 2007. Tese defendida a 8 de Out. 2007
Nota: Júri constituído pelo Prof. Doutor Armando Coelho, Prof. Doutor João Carlos Brigola e pelo Prof. Doutor Rui Centeno.

Sobre a tese:

Nos últimos anos, tem-se assistido a uma forte expansão do tecido museológico português. De entre as muitas unidades museológicas criadas, as casas-museu assumem um papel fundamental, face ao seu número e função na salvaguarda do património nacional.

Esta dissertação procura dar resposta a diversas questões, contribuir para a dignificação destas estruturas museológicas, bem como para a criação de uma definição de Casa-Museu no âmbito da museologia portuguesa, para além de dar a conhecer as diferentes propostas de classificação tipológica existentes internacionalmente.

Depois de apresentados os pressupostos teóricos sobre esta temática expõe-se a realidade portuguesa no que concerne às Casas-Museu. Analisam-se aspectos fundamentais tais como a criação, fundador, colecções, estruturas físicas, assim como o desenvolvimento das diferentes acções museológicas.

O último capítulo apresenta a Casa de José Régio de Vila do Conde face ao pressuposto teórico apresentado na primeiro capítulo, o seu processo de intervenção e beneficiação e a criação do Centro de Documentação onde será possível desenvolver a acção cultural essencial à afirmação destas unidades museológicas na comunidade.

(Fonte: http://antonioponte.wordpress.com/tese/)

Sobre o “I Seminário de Sociomuseologia”

January 25, 2010 by Ana Carvalho

I Seminário de Sociomuseologia
23 Janeiro 2010, Universidade Lusofona

No passado dia 23 tivemos a oportunidade de assistir a um dos painéis do I Seminário de Investigação em Sociomuseologia na Universidade Lusófona, que divulgámos num “post” anterior. Recorde-se, o objectivo deste seminário foi a “apresentação e discussão, em contexto académico, dos dados obtidos pelos diferentes projectos de investigação em Sociomuseologia que estão a ser desenvolvidos pelos (as) doutorandos (as), no âmbito da Linha Principal de Investigação em Sociomuseologia”.

Esta iniciativa representa, em nosso entender, um importante instrumento para a divulgação da investigação científica em museologia. A museologia, tal como foi referido neste seminário, é um campo do saber em construção, mas que se vai consolidando à medida em que vão surgindo projectos de investigação nesta área, seja de mestrado ou doutoramento.

Do painel a que assistimos, destacamos a comunicação da Aida Rechena, actual directora do Museu de Francisco Tavares Proença Júnior (Castelo Branco), que se encontra a estudar as questões de género na museologia portuguesa, sobretudo a partir de alguns estudos de caso (Museu do Fado, Museu do Teatro, Museu do Brinquedo, Museu do Trabalho Michel Giacometti, Museu de Portimão). Aida Rechena, no âmbito do seu mestrado em museologia havia estudado os “Processos Museológicos Locais. Panorama Museológico da Beira Interior Sul”.

Ana Bonito, responsável pelo serviço educativo no museu da Madeira, encontra-se a desenvolver um projecto de investigação na área educativa com aplicação aos museus madeirenses.

E finalmente, Gabriela Cavaco, directora do serviço educativo do Museu de Ciência, escolheu como tema para o seu projecto de doutoramento a “Museologia e Representação Social”, aplicada ao Museu da Ciência da Universidade de Lisboa, em parte na continuidade da linha de investigação desenvolvida na dissertação do mestrado em museologia “O Museu enquanto espaço de aprendizagem e lazer – representações sociais das crianças”.

Embora em fases distintas de desenvolvimento dos seus projectos de investigação, as investigadoras partilharam com a audiência os seus objectivos, as expectativas, entre recuos e avanços, a par com as dificuldades encontradas, bem como as metodologias utilizadas. E foi no diálogo profícuo com a audiência que a discussão se sucedeu e onde as investigadoras foram respondendo às (muitas) questões que foram sendo colocadas.

II Fórum Ibérico de Museologia da Educação, 5-7 Fev. 2010, Viana do Castelo

January 25, 2010 by Ana Carvalho

Vai realizar-se, nos próximos dias 5 a 7 de Fevereiro de 2009, no Auditório Lima de Carvalho do Instituto Politécnico de Viana do Castelo, o II Forum Ibérico de Museologia da Educação.

O tema será “A Herança Educativa em Portugal e Espanha: entre esperanças e incertezas”.

Mais informações:
http://www.fime2009.ipvc.pt/

E-mail para inscrições:
FIME 2009 – Secretariado”

(Fonte: lista de discussão Museum)

Planeamento Estratégico: Museus para o séc. XXI

January 21, 2010 by Ana Carvalho

O Plano Estratégico do Instituto dos Museus e da Conservação (IMC): Museus para o séc. XXI foi ontem (20/01/2010) apresentado diante de uma audiência que encheu por completo a sala do Museu de Arte Popular onde se realizou a conferência de imprensa.

A sessão foi inaugurada pelo Secretário de Estado da Cultura, Elísio Summavielle, que introduziu alguns dos tópicos que fazem hoje a actualidade e os problemas dos museus nacionais. Seguiu-se o director do IMC, João Carlos Brigola, que apresentou o plano estratégico, destacando alguns dos aspectos considerados mais relevantes do documento.

João Carlos Brigola começou por sublinhar que este não é um documento fechado, mas sim um conjunto de fundamentos gerais que deverão orientar a acção do IMC.

Este plano tem em linha de conta 31 prioridades de intervenção e estrutura-se em seis eixos de trabalho:

EIXO 1. Reenquadramento do sistema de gestão dos museus tutelados pelo MC/IMC.

EIXO 2. Inovação de modelos de funcionamento nos museus e palácios do MC/IMC.

EIXO 3. Governança de proximidade com os representantes e associações profissionais dos sectores da Cultura, das Universidades, da Museologia e da Conservação e Restauro, e com os municípios, as regiões autónomas, entidades públicas, as dioceses, as misericórdias, as fundações e outros agentes.

EIXO 4. Consolidação e crescimento sustentado da Rede Portuguesa de Museus.

EIXO 5. Política coerente e integrada de preservação, estudo, documentação e comunicação das colecções de bens materiais móveis e imóveis, sob a sua tutela, e do património imaterial.

EIXO 6. Qualificação profissional e formação académica e científica dos recursos humanos do IMC.

Para conhecer o documento em detalhe clique no seguinte endereço:
Planeamento Estratégico: Museus para o séc. XXI

António Filipe Pimentel na direcção do Museu Nacional de Arte Antiga

January 21, 2010 by Ana Carvalho

Sobre António Filipe Pimentel destacamos: é doutorado em História de Arte pela Universidade de Coimbra; foi pró-reitor com competências na área do Património e da candidatura da Universidade a Património Mundial; foi ainda director do Instituto de História de Arte da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra; mais recentemente, estava na direcção do Museu Grão vasco em Viseu.

Mais detalhes sobre o seu currículo:

Percurso Académico

2003: Doutoramento na área de História, especialidade de História da Arte, pela Universidade de Coimbra, com a dissertação A Morada da Sabedoria. I – O Paço Real de Coimbra: das origens ao estabelecimento da Universidade

1991: Mestrado em História Cultural e Politica da Época Moderna, pela Universidade de Coimbra, com a dissertação O Real Edifício de Mafra: arquitectura e poder

1985: Licenciatura em História, variante de História da Arte, pela Universidade de Coimbra

Cargos/Funções/Distinções

2007-: Investigador permanente do Centro de Estudos Arqueológicos das Universidades de Coimbra e Porto, Grupo de Estudos Multidiscioplinares em Arte.
2007-: Investigador permanente do Centro de Arte y Património Universitário da Universidade de Salamanca
2007-: Pró-Reitor da Universidade de Coimbra, com competências na área do Património e da Candidatura da Universidade a Património Mundial (UNESCO).
2006/07: Docente visitante na Universidade Católica Portuguesa (Centro Regional do Porto), no Curso de Mestrado e Doutoramento em Artes Decorativas
2006/07: Docente visitante na Universidade Católica Portuguesa (Lisboa), no Mestrado em Artes Decorativas
2006/07: Coordenador, por nomeação do Ministério da Educação, do grupo encarregado da elaboração do programa da disciplina de História da Cultura e das Artes, a implementar a partir do ano lectivo de 2006/07 nas escolas do Ensino Técnico
2005-2006: Membro da Comissão para a Reflexão sobre o Ensino das Artes na Universidade de Coimbra.
2005-: Director do Instituto de História da Arte da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra
2005: Docente visitante na Facultade de Xeografia e História da Universidade de Santiago de Compostela, no âmbito dos cursos de Doutoramento em História da Arte
2004/05: Coordenador, por nomeação do Ministério da Educação, do grupo encarregado da elaboração do programa da disciplina de História da Cultura e das Artes, implementado a partir do ano lectivo de 2004/05 nas escolas do Ensino Artístico Especializado e a ser adoptado, a partir do ano lectivo de 2006/07 na rede de escolas do Ensino Secundário
2004: Membro da Comissão Científica da Candidatura da Universidade de Coimbra a Património Mundial (UNESCO).
2004: Membro da Sociedade Científica da Universidade Católica Portuguesa (secção de História – História da Arte)
2003/04: Docente visitante na Universidade Católica Portuguesa (Centro Regional do Porto), no Mestrado em Artes Decorativas
2002: Membro do Conselho Científico da Comissão Instaladora do Museu da Presidência da República (Palácio de Belém).
2001: Membro da Comissão ad hoc para a reforma do plano curricular da Licenciatura em História e Variantes.
1999-: Membro permanente do Júri do Prémio Dr. Vasco Valente de artes decorativas, a convite do Círculo Dr. José de Figueiredo, do Museu Nacional de Soares dos Reis (Porto)
1998: Académico Correspondente Nacional da Academia Nacional de Belas-Artes
1998: Membro do júri do Prémio Gulbenkian de História da Arte 1996-1997.
1996: Prémio Gulbenkian de História da Arte 1992-94, atribuído pela Fundação Calouste Gulbenkian à obra Arquitectura e Poder, o Real Edifício de Mafra
1990/92: Secretário do Instituto de História da Arte da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra
1987/88: Secretário do Instituto de História da Arte da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra

Algumas Publicações

2007 – “António Canevari e a Torre da Universidade de Coimbra, Actas do VII Colóquio Luso-Brasileiro de História da Arte, Porto, Faculdade de Letras da Universidade do Porto
2007 – “Da nova ordem à nova ordenação: ruptura e continuidade na Real Praça do Comércio, Praças Reais, Universidade Autónoma de Lisboa, Lisboa
2005 – “À Flandres por devoção e à Itália por ostentação — ou ao invés. As razões do Manuelino”, Ao Modo da Flandres… Disponibilidade, inovação e mercado de arte na época dos Descobrimentos (1415-1580), Madrid, Fernando Valverde Ediciones
2005 – A Morada da Sabedoria. I – O Paço Real de Coimbra: das origens ao estabelecimento da Universidade, Coimbra, Almedina
2004: “A Sagração do Reino: em torno do(s) projecto(s) da Sé Velha”, Artis. Revista do Instituto de História da Arte da Faculdade de Letras de Lisboa, nº 3, Lisboa
2003: “A Noite e a Cidade”, José Maria PIMENTEL, António Filipe PIMENTEL, Coimbra Fora d’Horas, Elo, Mafra
2002: “O Tempo e o Modo: o retábulo enquanto discurso”, El Retablo, tipologia, iconografia y restauración, VILA JATO, María Dolores (dir.), Xunta de Galícia
2000: “D. João V e a festa devota: do espectáculo da política à política do espectáculo”, Arte Efémera em Portugal, Lisboa, Fundação Calouste Gulbekian
2000 – “Um Olhar Perspicaz: Robert Smith e o Monumento de Mafra”, Robert C. Smith: a investigação na História da Arte/Research in History of Art, Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa
2000 – “Ourivesaria luso-brasileira do ciclo do ouro e dos diamantes”, “Percursos do Barroco nos caminhos do Atlântico: o culto e o tesouro açoreano do Senhor Santo Cristo dos Milagres”, “A Honra e os seus ícones: sobre a joalharia de função”, “Uma jóia em forma de templo: a Capela de São João Baptista”, Oceanos, nº 43, “A ourivesaria luso-brasileira do ciclo do ouro e dos diamantes”, Lisboa, Julho-Setembro
2000 – “Cidade do Saber/Cidade do Poder: a arquitectura da Reforma”, ARAÚJO, Ana Cristina (coord. de), O Marquês de Pombal e a Universidade, Coimbra, Imprensa da Universidade
1999 – “Propaganda Fidei: a representação gravada da Rainha Santa Isabel”, “De Mosteiro-Panteão a Mosteiro-Palácio: notas para o estudo do Mosteiro Novo de Santa Clara de Coimbra”, Imagen de la Reina Santa. Santa Isabel, Infanta de Aragón y Reina de Portugal, Zaragoza, Deputación de Zaragoza, vol. I e vol. II.
1999 – “Honra e Esplendor: Da joalharia honorífica portuguesa do século XVIII”, I Colóquio Português de Ourivesaria, Actas, Porto, Círculo Dr. José de Figueiredo
1998 – “Domus Sapientiæ, o Paço das Escolas da Universidade de Coimbra”, “Uma empresa esclarecida: a Biblioteca Joanina”, Monumentos, nº 8, Direcção Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais, Lisboa
1996 – “Família Garbo”, “Gaspar Ferreira”, “João António Bellini de Pádua”, “João Grossi”, “João José de Aguiar”, “Joaquim José de Barros Laborão”, “Joaquim Marques dos Santos”, “Lamego”, “Manuel Dias”, “São Martinho de Tibães”, The Dictionary of Art, Macmillan Publishers Limited, Londres
1995 – “Repercussões do tema do palácio-bloco na arquitectura portuguesa”, Actas del VII Simposio Hispano-Portugués de Historia del Arte, “Las relaciones artísticas entre España y Portugal: artistas, mecenas y viajeros”, Junta de Extremadura – CEXECI, Badajoz
1995 – “Retórica da morte: cinco túmulos portugueses na transição do século XVIII para o XIX”, Estudios de Arte, Homenage al Professor Martín González, Universidad de Valladolid, Secretariado de Publicaciones
1995 – Histoire de L’Art, peinture, sculpture, architecture, Hachette Éducation, Paris (com Jean-François FAVRE, Dietrich GRUNEWALD e Jacek DEBICKI) (12ª ed., Hachette Éducation, Paris, 2004) (1ª ed. Alemanha, Enrnst Klett Verlag, Stuttgart, 1996; 1ª ed. Eslovénia, Modrijan, Ljubljana, 1998; 1ª ed. Eslováquia, Mladé Letá, Bratislava, 1998; 1ª ed. Polónia, Wydawnictwa Szkolne i Pedagogiczne, Warszawa, 1998)
1994 – “L’architecture d’une idée: le palais-monastère de Mafra”, Monuments Historiques, nº 192, Paris, Novembro
1994 – “Real Basílica de Mafra: salão de trono e panteão de reis”, Boletim Cultural ´93, Mafra, Câmara Municipal de Mafra
1992 – Arquitectura e Poder, o Real Edifício de Mafra, Coimbra, Instituto de História da Arte, Faculdade de Letras, Universidade de Coimbra (2ª ed., Lisboa, Livros Horizonte. 2002)
1992 – “O gosto oriental na obra das estantes da Casa da Livraria da Universidade de Coimbra”, Actas do IV Simpósio Luso-Espanhol de História da Arte, Portugal e Espanha entre a Europa e Além-Mar, Coimbra
1991 – “Les grandes entreprises du Roi D. João V”, Triomphe du Baroque (coord. José TEIXEIRA), Cat., EUROPÁLIA 91-PORTUGAL.
1991 – “Une sensibilité de splendeur”, La Magie des pierres et des couleurs, bijoux portugais du XVIe-XIXe siècles (coord. Leonor D’OREY), Cat., EUROPÁLIA 91-PORTUGAL.
1991 – “Vivência da morte no tempo do Barroco: tumulária portuguesa dos séculos XVII e XVIII”, Actas do I Congresso Internacional do Barroco, Porto
1989 – “Bibliotecas”, “Carlos Gimac”, “Chinoiserie”, “Claude de Laprade”, “Escadaria”, “Estilo Joanino”, “Frei Manuel Pereira”, “Gaspar Ferreira”, “Jacinto Vieira”, “Jean Baptiste Robillon”, “Palácio de Queluz”, “Tumulária”, Dicionário da Arte Barroca em Portugal (dir. PEREIRA, José Fernandes), Presença, Lisboa

Actuais interesses científicos

Barroco áulico
Arquitectura das bibliotecas
Património universitário
Joalharia de função

(Fonte: http://www.ihauc.com/)

Paulo Henriques deixa a direcção do Museu de Arte Antiga

January 21, 2010 by Ana Carvalho

No comunicado de imprensa do Ministério da Cultura, que transcrevemos em baixo, são justificadas as razões que levaram ao afastamento de Paulo Henriques do Museu Nacional de Arte Antiga (MNAA).

Ministério da Cultura

Esclarecimento sobre a não recondução do director do Museu Nacional de Arte Antiga

A nomeação do Dr. Paulo Henriques para a direcção do Museu Nacional de Arte Antiga (MNAA) ocorreu em Setembro de 2007, para um prazo de três anos, que se completaria em Setembro de 2010.

O cargo de director do MNAA está equiparado ao lugar de Subdirector geral, pelo que, de acordo com a legislação vigente, os cargos de directores gerais e de subdirectores gerais cessam automaticamente com a tomada de posse de um novo Governo, colocando-se então dois cenários possíveis: a recondução ou a não recondução no cargo.

No caso do Dr. Paulo Henriques, director do MNAA, estamos perante um caso de não recondução, no âmbito de uma nova orientação estratégica dos organismos do Ministério da Cultura, em consonância com o Programa do XVIII Governo Constitucional, em que se inclui o Plano Estratégico para os Museus do Séc. XXI.

(Fonte: http://www.governo.gov.pt/)

APHA Newsletter, n.º 01

January 20, 2010 by Ana Carvalho

Muito recentemente, a Associação Portuguesa de Historiadores da Arte divulgou o n.º 01 da APHA_Newsletter, publicação online desta associação que terá periodicidade trimestral.

Neste primeiro número dá-se destaque à Casa das Histórias Paula Rego, em Cascais, às obras ilegais na Sé de Lisboa e uma tábua atribuída ao Mestre da Lourinhã leiloada na Christie’s.

Esta newsletter “pretende ser uma plataforma de encontro dos historiadores portugueses. Por isso, apela ao contributo activo neste projecto de todos os profissionais e investigaores em história da arte e áreas relacionadas, associados ou não da APHA.”

“Compõe-se de 4 secções principais, para além do Editorial: Tema de Capa, centrada num tema da actualidade artística; Estado da Arte, a secção mais abrangente, de âmbito nacional e internacional, desde as descobertas arqueológicas mais relevantes aos mais promissores projectos de investigação em curso, das campanhas de restauros às recentes novidades bibliográficas e à divulgação de eventos com interesse para a profissão. APHA Curtas noticia a actividade da associação; Frontal, crónica de reflexão ou de crítica de temas centrais da relação entre o meio da história da arte com a Sociedade portuguesa.”

Faça o download aqui

Ministério da Cultura apresenta plano estratégico para os museus

January 19, 2010 by Ana Carvalho

O Ministério da Cultura promove amanhã, 4ª. Feira (20 de Janeiro), pelas 16H00, nas instalações do Museu de Arte Popular, em Belém, a apresentação do Plano Estratégico dos Museus – “Museus para o Século XXI”.

A apresentação contará com as presenças da Ministra da Cultura, Gabriela Canavilhas, do Secretário de Estado da Cultura, Elísio Summavielle, e do Director do Instituto dos Museus e da Conservação (IMC), João Brigola, além de entidades dirigentes de museus e palácios tutelados pelo Ministério da Cultura.

O documento “Museus para o Século XXI” está estruturado em seis Eixos Estratégicos que incluem o Reenquadramento do sistema de gestão e a Inovação de modelos de gestão para os museus e palácios do Instituto dos Museus e da Conservação (IMC) do Ministério da Cultura, tendo como desígnio a implementação de boas práticas, inovadoras, como importante instrumento para o desenvolvimento cultural dos portugueses e para a atractividade turística do país.

(Fonte: assessoria de imprensa Gabinete Ministério da Cultura)

Seminário: Indústrias e Produtos Culturais: Dos Recursos à Comercialização, 23 Janeiro

January 19, 2010 by Ana Carvalho

Seminário: Indústrias e Produtos Culturais: Dos Recursos à Comercialização
Local: Auditório do Museu D. Diogo de Sousa
23 Janeiro 2010, pelas 14h00

Programa:

14h00 – Abertura
Sessão 1: Produtos Culturais (Moderador: Doutor Luís Ferreira – Instituto
Superior de Ciências Empresariais e do Turismo do Porto)
14h10 – Guimarães 2012: de uma Programação Cultural a um Cluster Criativo,
Dr. Carlos Martins – Fundação Cidade de Guimarães
14h30 – Turismo Religioso – Perspectivas e Desafios
Dr. Américo Rodrigues – Turel/Turismo Cultural e Religioso
14h50 – Parque Arqueológico do Vale do Côa. Forças e Constrangimentos
de um Património Mundial entre o Douro e a Meseta
Dr.ª Alexandra Cerveira Lima – Parque Arqueológico do Vale do Côa
15h10 – Museu de Alberto Sampaio: Dar para Receber
Dr.ª Isabel Fernandes – Museu de Alberto Sampaio
15h30 – Debate
15h50 – Apresentação do livro: O Futuro do Turismo: Território, Património,
Planeamento – FERREIRA, L.; DIAS, F. & SOIFER, J. (Coord.) (2009) APTUR,
Estratégias Criativas.
16h10 – Coffe break
Sessão 2: Indústrias Culturais e Comercialização (Moderador: Eng. Abílio Vilaça-
Associação Comercial de Braga)
16h30 – O Desenvolvimento da Marca: Aplicações ao Território
Prof. Doutor José Carlos Pinho, Profª Doutora Cláudia Simões,
Dr. Eduardo Oliveira – Escola de Economia e Gestão da Univ. Minho
17h00 – Douro Filmharvest
Dr. Manuel Vaz (Administrador do Grupo Realizar)
17h20 – Darwin: Uma Marca que Vende
Dr. Henrique Praça (SetePés – Projectos Artísticos e Culturais, Lda.)
17h40 – O Método de Criação, Desenvolvimento e Comercialização de Destinos de Turismo Cultural
Nuno Anjos (Grantur -Operador turístico) e Pedro Guerreiro (Best Travel -Braga)
18h00 – Debate
Inscrições: pfp.citcem@gmail.com

Inscrições: pfp.citcem@gmail.com

Organização:
Universidade do Minho
Curso de Mestrado em Património e Turismo Cultural da Universidade do Minho
Centro de Investigação Transdisciplinar: Cultura, Espaço e Memória (Paisagens, Fronteiras e Poderes)

Coordenação:
Ana M. S. Bettencourt
Comissão Executiva: Andreia Gomes/Rafaela Sousa
Secretariado: Carina Rodrigues, Catarina Gomes, Fátima Braga
Design Gráfico: Flora Oliveira

Informações: http://seminariopic.wordpress.com/

António Camões Gouveia na direcção do Museu de Évora

January 18, 2010 by Ana Carvalho

Segundo nota de imprensa do IMC, foi recentemente nomeado para director do Museu de Évora o Prof. Doutor António Camões Gouveia.

Professor da Universidade Nova de Lisboa, António Camões Gouveia tem leccionado cadeiras nas áreas da história da cultura e das ideias nos séculos XV a XVIII, período cronológico de grande parte das colecções do Museu de Évora.

Foi Vogal da Comissão para as Comemorações dos Descobrimentos Portugueses, tendo desde então acumulado experiência na área da gestão cultural.

Presentemente desempenhava as funções de Coordenador do Mestrado em Práticas Culturais para Municípios na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da UNL. É membro do Centro de História da Cultura da FCSH e do Centro de Estudos de História Religiosa da Universidade Católica Portuguesa.