Illicit Traffic of Cultural Heritage in the Mediterranean Region

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Call for Papers

Illicit Traffic of Cultural Heritage in the Mediterranean Region
Florence, Italy
12-15 March 2008

International Workshop directed by:
– Ana Filipa Vrdoljak, University of Western Australia, Perth and European
University Institute, Florence, Italy
– Francesco Francioni, European University Institute, Florence, Italy

Conducted within the framework of the 9th Mediterranean Research Meeting,
Florence and Montecatini Terme, Italy 12-15 March 2008

This workshop focuses on evolving multilateral efforts and national responses in the Mediterranean region to control the illicit trade in cultural heritage, particularly underwater heritage. It will identify areas of policy and law reform, and facilitate strategies to encourage the uptake and implementation of existing multilateral instruments and the creation of regional initiatives to curb the illicit traffic of cultural objects.

Deadline: 7 September 2007

Application for Call for Papers see
http://www.rscas.org/medform.asp

Ana Filipa Vrdoljak
Law Department
European University Institute
Via Boccaccio 121
I-50133 Firenze, ITALY

Direct dial: +39.055.4685.262
Fax: +39.055.4685.200
Email. Ana.Vrdoljak@eui.eu
Homepage: http://www.iue.it/

Fonte: H-MUSEUM

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Une Réponse to “Illicit Traffic of Cultural Heritage in the Mediterranean Region”

  1. francisco fontes Says:

    os roubos de objectos preciosos são maus… mas os objectos não roubados são abandonados pelos governos e perdem-se. Resposta não há verba, isso todos que trabalhamos no meio sabemos, por vezes até as esferograficas são nossas, quanto mais as pás e as roupas. O friso grego de British Museum foi roubado – muito mau – mas hoje temos 1/2 friso para ver e a outra metade onde está? no fundo do porto do Pireu, não foi falta de verba mas de competencia. Os frescos que existiam em Lisboa foram apagados durante uma operação de limpeza, o castelo de Paderne não foi roubado, foi restaurado com pedra bujardada a cimento (era de taipa – terra prensada) posso dar os 323 exemplos que tenho em stock. Claro que uma peça arqueológica boa dá muito mais do que um ano de salário de um pesquisador, no mercado e uma boa peça de porcelana chinesa dá 10 anos de salário de um camponês, daí que a pena de morte por vezes compense. Caso recente as peças de ouro recolhidas ao largo de Gibraltar – versão de Espanha – estiveram 400 anos lá, quando alguem as pesquisou e trouxe ao de cima ao fim de 12 anos de pesquisa todos as querem. A lei portuguesa não permite que os particulares recolham nada, logo ninguem pesquisa nada em Portugal, um barco de pesquisa custa-me 1200 € /hora e só se for louco vou investir esse dinheiro sabendo que nada posso recolher, claro que o estado tambem nada faz e a pergunta mantem-se quem anda a recolher coisas ao largo da Ilha do ………?

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