Museu do Oriente abre já amanhã

O Museu do Oriente abrirá as suas portas já amanhã.

O historiador de arte Fernando António Baptista Pereira, responsável pelo percurso e arranjo museográfico da colecção permanente refere sobre a exposição permanente: Desenvolvida « como uma narrativa », « proporá duas leituras cruzadas », a primeira das quais visando a presença portuguesa na Ásia, núcleo correspondente, em larga medida, às aquisições que a Fundação Oriente foi fazendo ao longo dos anos.

A segunda dessas leituras terá por base uma panorâmica das culturas orientais, por via da Colecção Kwok On, de artes performativas e tradicionais, sendo a Ásia entendida aqui num sentido lato, num arco que vai da Turquia ao Japão. Dada a sua extensão – mais de 13 mil peças, muitas das quais exigindo cuidados especiais de conservação -, este núcleo rodará, recorde-se, de 18 em 18 meses, com novos temas e novas peças, sendo Deuses da Ásia a temática inaugural. Centrada na Colecção Kwok On será também a primeira mostra temporária do museu: Máscaras da Ásia.

Será justamente este diálogo, lembrou Fernando António Baptista Pereira, que fará deste não apenas « um museu único no seu género entre nós », mas raro também no contexto internacional. Para lá da « memória que convocará », o Museu do Oriente terá também os olhos postos no presente, por via da programação do seu serviço educativo e da sua programação de conferências e espectáculos, com particular destaque para o cinema e para a música. Trimurti, peça musical que o pianista Mário Laginha criou expressamente para assinalar o momento, marcará a abertura do museu (dias 9 a 12), tendo a seu lado, em palco, músicos do Vietname, Índia e Japão.

(…) como lembrou Baptista Pereira, o Museu do Oriente « abrirá as suas portas ao público com quatro catálogos » em simultâneo, resultantes do « esforço enorme de estudo da colecção ». Um deles, de carácter generalista, sai com chancela tripartida da Fundação BNP Paribas, de Paris, Fundação Oriente e Réunion des Musées Nationaux, de França.

Um outro catálogo, de perfil monográfico, será dedicado à trajectória do edifício, agora sede do museu: os antigos armazéns frigoríficos do Porto de Lisboa, peça singular da arquitectura industrial dos anos 40.

Fonte: DN

Leia o artigo na íntegra aqui: http://dn.sapo.pt/

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