Archive for the ‘Exhibitions’ Category

Site da exposição « Aventura da Terra – Um Planeta em evolução »

novembre 19, 2009

exposição aventura terra

“A Aventura da Terra: um Planeta em Evolução” é uma exposição organizada pelo Museu Nacional de História Natural da Universidade de Lisboa a inaugurar no dia 19 de Novembro de 2009. Para divulgação da exposição o museu criou um site: http://aventuradaterra.aeiou.pt/exposicaomnhn

I Concurso Nacional de Melhor Blog sobre Animação Sociocultural 2009

août 3, 2009

Melhor blogue

« No Mundo dos Museus » participa neste concurso.

Para saber mais consulte:
http://melhorblogasc2009.blogspot.com/

Catálogo da Exposição Lá Fora

mars 24, 2009

la-fora

Catálogo: Artistas Portugueses LÁ FORA
Edição: Museu da Presidência da República, 2009
Descrição Física: 371 p.
ISBN: 978-972-8971-42-7

Este é o catálogo da exposição Lá Fora (16 Janeiro-15 de Março) que decorreu no Museu da Electricidade – Central Tejo, em Lisboa. Reuniu um vasto conjunto de obras e artistas plásticos portugueses, desde os “históricos” às novíssimas gerações, que têm em comum o facto de viverem e trabalharem fora do território nacional.

Contando já com uma primeira edição, na cidade de Viana do Castelo, por ocasião das comemorações oficiais do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, a exposição Lá Fora, significativamente ampliada, viajou até Lisboa, numa parceria entre o Museu da Presidência da República e a Fundação EDP.

Num dos espaços expositivos mais carismáticos da capital, apresentaram-se cerca de duas centenas de obras, entre pintura, desenho, fotografia, instalação, escultura e vídeo, que dão a conhecer, de forma representativa, o trabalho desenvolvido por 67 criadores portugueses residentes em vários países da Europa, América do Norte e América do Sul, e integrados com sucesso nos circuitos da arte contemporânea.

Comissariada pelo historiador de arte João Pinharanda, esta mostra contou com nomes como Paula Rego, João Penalva, Edgar Martins, entre outros, do Reino Unido; Rui Calçada Bastos, Filipa César, Adriana Molder ou Noé Sendas, da Alemanha; vindos do Brasil, Fernando Lemos, Ascânio MMM e Artur Barrio; Júlio Pomar ou Rui Patacho, de França; da Holanda, Júlia Ventura e Maria Beatriz. E, ainda, artistas vindos da Suíça, Argentina, Luxemburgo, Itália, Espanha, Canadá e EUA, neste último caso com várias representações, entre as quais, Carlos Bunga, Rigo, Carlos Roque ou José Carlos Teixeira.

Além dos nomes mais reconhecíveis pelo público português, refira-se Francisco da Mata, radicado na Suíça, Maria Loura Estêvão (vídeo) e Gérald Petit (fotografia), residentes em França, Marco Godinho, residente no Luxemburgo, ou, ainda, o nova-iorquino Michael de Brito (pintura), todos luso-descendentes e com um percurso artístico consistente em termos internacionais.
Foi também ocasião para a exibição de alguns trabalhos inéditos, como as mais recentes esculturas Billboard Cities, de Susana Gaudêncio, ou a série de desenhos Absolut Boredom – Mundo sobre Mundo sobre Mundo, de Catarina Dias. Para o local foi ainda concebida uma pintura mural (acrílico) por um dos novos nomes da arte contemporânea europeia – Marco Godinho.

Diversas linguagens, diversos suportes e técnicas, diferentes gerações. Artistas consagrados e novos artistas que emergem com segurança na actualidade. Artistas com obra desterritorializada e artistas que reflectem e questionam, no seu trabalho, mobilidades e pertenças.
Constituindo um primeiro levantamento da arte portuguesa contemporânea produzida em contexto migratório, esta exposição abriu portas a novas recolhas e novas abordagens capazes de enriquecer este sempre incompleto mapa da presença portuguesa no mundo.

(textoi adaptado nota de imprensa sobre a exposição)
Mais informações:

http://www.museu.presidencia.pt
http://www.fundação.edp.pt

Prémio Prof. Reynaldo dos Santos

juin 9, 2008

O Prémio Prof. Reynaldo dos Santos foi criado pela Federação de Amigos dos Museus de Portugal para galardoar a melhor exposição temporária.

Relativamente ao ano de 2007, foram apresentadas as seguintes candidaturas:

– «Hereditas. Casco Araújo» – Museu do Caramulo;
– «João Miguel dos Santos Simões, 1907-1972» – M. N. Azulejo;
– «Obras-Primas da Cerâmica Japonesa» – M. N. Soares dos Reis;
– «À mesa com José Francº de Sousa, 1835-1907» – Museu de Cerâmica;
– «Mar! Obra Artística do Rei D. Carlos» – Museu do Mar (Cascais);
– Marquês de Nisa, um Almirante Português entre Nelson e Napoleão» – M. Marinha;
– «Pedra Formosa – Arqueologia Experimental em Vila Nova de Famalicão» – M. N. Arqueologia;
– «O Tapete Oriental em Portugal» – MNAAntiga;
– «A Vida num Cruzar de Fios» – MFTPJ (C. Branco).

Oportunamente será anunciado o vencedor!

Fonte: Lista de Discussão Museum

Fundação Gulbenkian no youtube…

mars 5, 2008

A propósito da abertura da exposição O Gosto “à grega”.Nascimento do Neoclassicismo em França 1750-1775 a Fundação Calouste Gulbenkian disponibiliza um vídeo no youtube sobre o evento de inauguração.

Esta exposição, organizada com a colaboração especial do Departamento de Artes Decorativas do Museu do Louvre e co-organizada pelo Património Nacional de Espanha, estará patente até ao dia 4 de Maio na Galeria de Exposições Temporárias.

Mais informações:

Para descarregar o vídeo no Youtube: http://www.youtube.com/

http://www.museu.gulbenkian.pt/

Fonte: Newsletter de Março da Fundação Calouste Gulbenkian

EXP: « Traços da Diáspora Portuguesa », até 30 Janeiro 2008

janvier 29, 2008

©Ana Carvalho, Janeiro 2008

Exposição: « Traços da Diáspora Portuguesa »
Até 30 de Janeiro 2008
Horário: 14h-20h
Local: Gare Marítima de Alcântara-Salão Almada Negreiros
Org: Museu da Presidência da República/Secretaria de Estado das Comunidades Portuguesas

« Traços da Diáspora Portuguesa » pretende evocar aquele que foi um dos fenómenos mais estruturantes da sociedade portuguesa nos últimos séculos – a Emigração.

Trata-se de uma mostra inédita de obras de arte, documentação, objectos de memória e fotografia, apontando os principais momentos emigratórios, desde o final do século XIX até aos anos 80 do século XX.

Colocando no centro da narrativa os protagonistas desta história, esta exposição põe em relação a representação artística da emigração e a expressão cultural, vivencial e afectiva dos emigrantes e das suas comunidades.

Almada Negreiros e a representação, em tapeçaria de Portalegre, dos painéis da Gare Marítima da Rocha Conde de Óbidos, pinturas de Júlio Pomar, Graça Morais e Vieira da Silva, desenhos de José Malhoa e Stuart de Carvalhais, esculturas de Simões de Almeida (Sobrinho) e Álvaro de França, entre outros, articulam-se, num projecto expositivo onde não faltam as « Torre Eiffel » da nossa memória.

« Traços da Diáspora Portuguesa » apresenta, ainda, materiais inéditos – documentação oficial, correspondência entre emigrantes e familiares, fotografia e objectos do quotidiano que, de forma inovadora, assumem um valor expositivo. Obras de arte, documentação e objectos que vão desde os finais do século XIX até aos anos 80 do século XX – o período contemplado nesta Exposição.

(in Site Museu da Presidência da República)

Exp: « Museus do Séc. XXI » no Youtube.com

janvier 27, 2008

Nota: Realizado por Maria Inês Codeço no ãmbito da disciplina de Jornalismo online da Universidade Autónoma de Lisboa 2007/2008. Música de Nitin Sawhney « Breathing Light ».

Mais informações: http://www.jornalvirtual.net/

Carlos Bunga no New Museum of Contemporary art, Nova Iorque

janvier 16, 2008

new-museum-contemporary-art.jpg

New Museum of Contemporary Art,
Nova Iorque, EUA
©don_schreiner

Carlos Bunga é um dos artistas plásticos portugueses mais promissores no panorama internacional. Destacamos aqui a sua participação (único português presente) na exposição colectiva de abertura do novo edifício do New Museum of Contemporary Art, em NY (Estados Unidos). A exposição intitula-se « Unmonumental: The Object in the 21st Century ».

“Unmonumental: The Object in the 21st Century » is the first exhibition in the « Unmonumental » cycle, and explores the reinvention of sculptural assemblage. Using found, fragmented, and discarded materials, the works of the artists on view make a case for modesty, informality, and improvisation.
The exhibition includes more than one hundred objects by thirty artists who represent a wide range of backgrounds and artistic strategies.
Mais…

Carlos Bunga
Born 1976, Oporto, Portugal/Lives and works in Lisbon, Portugal

Carlos Bunga is best known for his large-scale cardboard and packing tape installations that are painted and then cut away to reveal ruins of his particular form of architecture. Bunga’s more discrete sculptures, fashioned out of the same materials, intimately express the temporal aspects of place in a globalized context. Bunga’s use of color and roughly cut forms recall the decayed insides of Gordon Matta-Clark’s architectural cuttings. Like Matta-Clark, Bunga applies abstraction to architecture and living environments.
Bunga received a BFA at Escola Superior de Artes e Design, de Caldas da Rainha, Portugal (2003), and participated in a workshop in performance with Rebecca Schneider, Fundação Gulbenkian, Portugal (2003).
He also participated at Helsinki International Artist-in-Residence Programme (2005). Immediately
following his residency at the International Studio & Curatorial Program, New York (2006), Bunga received the 3rd International Painting Prize from the Castellón County Council, Spain. Recent solo exhibitions have been organized by Milton Keynes Gallery, Milton Keynes, United Kingdom (2006, catalogue), and Elba Benitez Gallery, Madrid (2005).
Bunga’s work has been featured in group exhibitions including Future Nomad, Vox Populi Gallery, Philadelphia (2007); En Voyage, Le Plateau/FRAC Ile-de-France, Paris (2006, catalogue); Farsites: Urban Crisis and Domestic Symptoms in Recent Contemporary Art (part of inSite_05), San Diego Museum of Art (2005, catalogue); Things Fall Apart All Over Again, Artists Space, New York, in conjunction with the Center for Curatorial Studies, Bard College (2005); Manifesta 5, San Sebastian, Spain (2004); and Prémio EDP Novos Artistas, Serralves Museum, Porto, Portugal (2003).

(in site http://www.newmuseum.org/)

Para onde vai o museu de arte contemporânea?

janvier 7, 2008

conf-museus-do-sec-21.jpg

Para onde vai o museu de arte contemporânea?
Culturgest, 3 Janeiro 2008
©Ana Carvalho

Teve lugar a primeira sessão do ciclo de conversas em torno da exposição « Museus do Século XXI – Conceitos, projectos, edifícios ». « Para onde vai o museu de arte contemporânea? » foi o mote da conversa da passada quinta-feira e que contou com a presença de Raquel Henriques da Silva*, João Pinharanda* e Ricardo Nicolau* (moderador).

Como era esperado, a avaliar pelos convidados, esta conversa pontuou, na nossa opinião pela pertinência e qualidade das intervenções. Qual a relação da arte com a arquitectura? Qual o papel do coleccionador dos nossos tempos? Arte, mercado e museus, que relação?
Das colecções aos museus. O caso concreto do MACE – Museu de Arte Contemporânea de Elvas. Contexto e expectativas para o futuro.
O nascimento dos museus de arte contemporânea no ínicio do séc. XX e sua evolução. O questionamento dos museus como locais de legitimação, locais de fabricação, o « museu laboratório », etc. Também se chamou a atenção para o papel dos museus como potenciais instumentos para a regeneração do tecido urbano e como motor do desenvolvimento ao nível do turismo.
A discusão em torno da arquitectura de museus não podia deixar de mencionar o fenómeno Bilbao. O museu Guggenheim Bilbao alimenta acesas discussões como foi evidente ao longo desta conversa, uns gostam outros detestam. De qualquer maneira faz-nos pensar nessa característica que os museus têm que é da sua constante capacidade de mutação e transformação.
A conversa acabou por disparar em muitas direcções, todas elas actuais, como a questão do papel dos directores de museu e a questão dos concursos públicos, natureza e carácter dos protocolos entre coleccionadores e museus, a existência ou não de políticas culturais, linhas programáticas, o papel do marketing, serviços educativos, etc.

Destacamos como sugestão de leitura – « What Makes a Great Exhibition? », uma das referências bibliográficas, entre outras, mencionadas no decorrer da conversa:

what-makes-a-great-exhibition.jpg

What Makes a Great Exhibition?
Autor: Paula Marincola (Edição)
Publicação: University of the Arts, Philadelphia Exhibitions Initiative, US
2007-07-21, Inglês
Descrição Física: 184 p.
ISBN-10: 0970834616
ISBN-13: 978-0970834614

Pode adquirir este livro nos seguintes endreços:
http://www.amazon.ca/
http://www.bookdepository.co.uk/

————————————————————————————
*Raquel Henriques da Silva é Professora na FCSH/UNL, foi directora do Museu Chiado (1994-97) e do Instituto Português de Museus (1997-2002). Integrou a partir de 2000, o Conselho de Administração da Fundação de Serralves, em representação do Ministro da Cultura.
*João Pinharanda é o actual director do Museu de Arte Contemporânea de Elvas – MACE. Historiador de arte, crítico de arte, comissariou inúmeras exposições, colabora com a Fundação EDP.
*Ricardo Nicolau (Tomar, 1976) é crítico de arte e comissário de exposições. Tem escrito regularmente para catálogos de artistas e integrado júris de prémios e residências, em Portugal e no estrangeiro. Entre 2003 e 2005 foi editor e director da publicação sobre arte contemporânea Pangloss. Tem colaborado com várias revistas de arte portuguesas e internacionais, designadamente a Contemporary e a W-art. Actualmente é assessor do director do Museu de Arte Contemporânea de Serralves.
——————————————————————————————-
Parabéns à Culturgest por esta iniciativa!

A exposição « De Pedro, o Grande, a Nicolau II » tem minisite…

décembre 31, 2007

exposicao-do-hermitage.jpg

A exposição “Arte e Cultura do Império Russo nas colecções do Hermitage – De Pedro, o Grande, a Nicolau II”, que se encontra patente na Galeria D. Luís no Palácio da Ajuda, em Lisboa, tem minisite disponível para consulta:

http://www.ipmuseus.pt/exposicao-hermitage/index.html

Museus do Século XXI

décembre 7, 2007

museu-quai-branly.jpg

Museu Quai Branly, Paris
©Ana Carvalho 2007

EXPPOSIÇÃO e ciclo de conferências na Culturgest, Lisboa:

8 de Dezembro de 2007 a 3 de Fevereiro de 2008 · Galeria 2 CULTURGEST

Museus do Século XXI
Conceitos, projectos, edifícios

Nos últimos anos, por todo o mundo têm sido construídos numerosos museus ou tem-se procedido a renovações ou expansões de outros. As tentativas de muitas instituições de integrarem a arquitectura contemporânea no programa dos seus museus coloca mais uma vez a questão sobre a forma e a função de um museu e, simultaneamente, a discussão sobre as relações entre a arquitectura (o espaço) e a arte (a exposição).

Em 2000 Suzanne Greub, directora do Art Centre Basel organizou a exposição Museus para um Novo Milénio, que até 2005 foi apresentada em 17 museus ou centros culturais por todo o mundo (incluindo o CCB, em Lisboa).

A presente exposição vem no seguimento da anterior e apresenta 27 dos mais interessantes e seminais projectos de edifícios museológicos desenhados, acabados ou em construção, entre os anos 2000 e 2014. São projectos muito diversos que revelam diferentes pontos de vista sobre o conceito de museu, o seu papel na sociedade contemporânea e as suas traduções arquitectónicas.

Os projectos são apresentados através de modelos cuidadosamente escolhidos, fotografias, simulações por computador, plantas, desenhos, animações em DVD e vídeos. O Art Centre Basel concebeu cada uma destas apresentações em estreita colaboração com o respectivo arquitecto mas consistentes com as directrizes por si definidas de modo a obter-se uma unidade e coerência expositivas.

A exposição não só procura contribuir para o debate sobre a forma exterior dos museus mas também para chamar a atenção para os diferentes programas que as instituições concebem tendo em vista a satisfação dos seus públicos.

Concepção e coordenação:
Art Centre Basel, Basel, Suíça

Pode consultar o jornal da exposição aqui:
http://www.culturgest.pt/docs/museus_sec_xxi.pdf

Ciclo de conversas em torno da exposição
Ás quintas-feiras, de 3 a 31 de Janeiro de 2008

O que é um museu dos (e nos) dias de hoje?
Passaram mais de dois séculos sobre a abertura dos museus como forma de disponibilizar os tesouros patrimoniais ao povo. Ultrapassada está também a ideia de museu como espaço de confinamento (Foucault) e legitimação dos objectos. Aquilo que amenizou a crítica à deificação deste espaço trouxe também a nostalgia da universalidade da arte (Michaud) e abriu espaço para a sua adaptação em hipermercado da Cultura (Baudrillard).

Da negação à apologia, os artistas estabelecem hoje uma ligação consciente e voluntária, são alvo de encomendas e criam objectos especificamente para o espaço museal. É o museu um espaço expositivo neutro?

O museu tornou-se também mais próximo do visitante, conceberam-se na própria estrutura arquitectónica espaços para alimentação, compras ou investigação. É a experiência do objecto o principal motivo da visita?

Considerada um dos maiores desafios arquitectónicos, a concepção de um museu pode invocar o espaço envolvente, estar condicionada a um edifício pré-existente ou constituir oportunidade para a criação de espaços alternativos e surpreendentes merecedores de maior atenção por parte dos públicos do que o próprio conteúdo acolhido. Pode o conceito arquitectónico sobrepor-se à funcionalidade do museu?

Qual a função dos museus na actualidade? Como olhamos para eles? Como os utilizamos?
Neste ciclo, esperamos pensar estas e outras questões, na companhia de arquitectos, comissários, jornalistas, críticos e outros frequentadores de museus.

3 de janeiro
Para onde vai o museu de arte contemporânea?
Raquel Henriques da Silva, João Pinharanda, Ricardo Nicolau (moderador)

17 de janeiro
O museu visto por quem o desenha
Arquitectos Aires Mateus, Arquitecto Pedro Pacheco, Margarida Veiga (moderadora)

24 de janeiro
Conceito arquitectónico e conceito expositivo. Harmonia ou conflito?
João Fernandes, Jean-François Chougnet, Delfim Sardo (moderador)

31 de janeiro
O museu visto por quem o usa
Anísio Franco, Ana Ruivo, Sara Barriga (moderadora)

Pequeno Auditório · das 18h30 às 20h00 · Entrada gratuita*

* Levantamento de senha de acesso 30 minutos antes do início da sessão, no limite dos lugares disponíveis. Máximo: 2 senhas por pessoa.)

Mais Informações:
21 790 51 55
culturgest.bilheteira@cgd.pt
http://www.culturgest.pt/

Fonte: Mailing List Culturgest

«Lusa – a matriz portuguesa»

octobre 22, 2007

Vídeo promocional da exposição « LUSA – A Matriz Portuguesa »

Exposição «Lusa – a matriz portuguesa» patente no Brasil

A exposição «Lusa – a matriz portuguesa», patente ao público […] no Rio de Janeiro, mostrará a origem da miscigenação do povo brasileiro […].
[…]
A mostra inclui 147 peças de 38 instituições portugueses, algumas das quais nunca atravessaram o Atlântico e outras nunca deixaram Portugal.

Entre o acervo da exposição, estão cerca de 40 peças consideradas verdadeiros tesouros portugueses, como um guerreiro em granito e um colar de ouro celtas.

A mostra decorrerá no Centro Cultural do Banco do Brasil (CCBB), um dos principais espaços de exposição do Rio de Janeiro, até 10 de Fevereiro de 2008, e conta com o apoio do Ministério da Cultura de Portugal.

Depois do Rio de Janeiro, a exposição seguirá para Brasília, onde ficará patente ao público de 25 de Fevereiro a Abril, avançou Marcelo Dantas, responsável pela idealização e o desenho de montagem da mostra.

Um dos principais objectivos da exposição é assinalar o início das comemorações dos 200 anos da chegada da família real portuguesa ao Brasil, comemorados no próximo ano.

A data da sua inauguração antecede em pouco mais de um mês o bicentenário do início da viagem de D.João VI ao Brasil, a 27 de Novembro de 1807, com a chegada ao Rio de Janeiro, a 07 de Março de 1808, depois de uma breve passagem por Salvador da Baía.

«Evitamos criar uma exposição centrada na figura de D. João VI, até porque a fuga de Portugal foi um momento triste, numa conjuntura política desfavorável, com a posterior invasão pelas tropas de Napoleão», disse.

«Queremos nesta mostra celebrar a identidade, a raiz da nacionalidade brasileira, ao contar a história de povos e não de realezas, afinal 2008 será o momento de discutir a relação entre Brasil e Portugal», sublinhou.

Marcelo Dantas ressaltou que o Rio de Janeiro é a mais portuguesa das cidades brasileiras, e que a exposição decorrerá a poucos metros do local onde D. João VI desembarcou, em 1808, transformando-se no único rei europeu a visitar a América em mais de quatro séculos.

«Lusa – a matriz portuguesa» é resultado de dois anos de preparação, entre diversos especialistas, entidades públicas e privadas, como a Biblioteca Nacional, a Torre do Tombo e a Fundação Calouste Gulbenkian, e nela trabalharam nove curadores.

A ideia de realizar a exposição nasceu durante as investigações posteriores à criação do Museu da Língua Portuguesa, em São Paulo, em Março de 2006, do qual Marcelo Dantas foi director artístico.
[…]
«Lusa – a matriz portuguesa» pretende investigar o elemento europeu, especificamente o português, e a sua riquíssima e diversa matriz, fundamental na formação do Brasil, salientou o produtor.

A mostra revela as origens de Portugal, desde a pré-história até 1500, os povos antigos, o domínio romano, as presenças cristã, judaica e árabe, e a formação das fronteiras até ao apogeu da era dos descobrimentos marítimos.

A exposição contém peças em mármore, pedra, ouro, azulejo, pintura, escultura, achados arqueológicos e mapas, e é acompanhada por componentes multimédia sobre a formação da língua portuguesa, a arquitectura e a paisagem portuguesa.

O Museu Nacional de Arqueologia enviou o maior número de peças, dentre elas algumas do período pré-histórico, como um esqueleto humano, um punhal, braceletes e fragmentos de armas.
[…]
A exposição ocupará todas as instalações do CCCB, um dos mais importantes espaços culturais do Rio de Janeiro, com destaque para uma instalação especialmente criada para o evento.
[…]
Em Novembro deste ano, será lançado um catálogo bilingue (português e inglês) sobre a exposição, com textos de nove investigadores e fotografias das obras expostas.

Fonte: Diário Digital / Lusa (09-10-2007)

Para ver a notícia na íntegra, clique aqui.

VANITAS – tríptico de Paula Rego

janvier 11, 2007

vanitas-paula-rego.jpg

Iniciativas educativas no âmbito da apresentação do tríptico VANITAS de Paula Rego na galeria de exposições temporárias do Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão – CAMJAP:

Adultos – Visitas Gerais por Ana João Romana:
3 Fevereiro (Sáb) 15:00 | 4 Março (Sáb) 15:00 | 25 Março (Dom) 15:00

Adultos – Encontros Imediatos com… as partes e o todo (15′), por Ana João Romana:
26 Janeiro (Sex) 13:15

Fonte: Mailing List CAMJAP

Carlos Bunga ganha prémio em Espanha

décembre 27, 2006

carlos-bunga-2005.jpg

Carlos Bunga, artista português, actualmente a viver em Nova Iorque, ganhou a 3ª edição do Premio de Pintura Internacional Diputación de Castellón. A este prémio terão concorrido 941 artistas de 55 países.

A obra sem título de Bunga distinguida pelo júri é uma instalação «site-specific» com 2,50×3,50 metros, onde foi utilizado cartão prensado, fita adesiva e pintura. O valor do prémio foi de 60.000 euros.

Segundo o júri do prémio, a obra de Carlos Bunga:

« explora los límites del soporte y el espacio pictórico de una manera concisa, directa y elegante. En el trabajo de Carlos Bunga la pintura es un lugar donde el color, la materia (a veces pobre y efímera), el espacio, la acción y la arquitectura se encuentran, lo cual ha parecido a la mayoría de los miembros del jurado como algo perfectamente apropiado para un premio dedicado al concepto de pintura expandida. »

Um dos objectivos da criação do Premio Diputación Castellón é trazer a Castellón e a Espanha o que de mais inovador e actual da pintura contemporânea nacional e internacional.

Uma exposição com os 22 artistas seleccionados e o vencedor estará patente até 21 de Janeiro no Museo de Bellas Artes de Castellón e posteriormente em Madrid, entre Fevereiro e Março de 2007 na Fundacion Astroc.

Para saber mais:
http://www.dipcas.es
http://www.e-flux.com

Um artista em ascensão, que parece ser mais reconhecido lá fora do que em Portugal. A acompanhar…

"Grandes Mestres da Pintura: de Fra Angelico a Bonnard" – prolongamento até 15 Out.

septembre 21, 2006


Paul Cézanne
« O mar em Estaque », 1876

Para quem ainda não viu terá agora mais uma oportunidade para ver a exposição « Grandes Mestres da Pintura: de Fra Angelico a Bonnard » no MNAA.

A exposição que estava programada até 17 de Setembro só encerrará no próximo dia 15 de Outubro.

As razões que levaram ao prolongamento da exposição prendem-se com o facto do nº de visitantes ter sido excepcionalmente elevado e dos vários pedidos feitos pelo público nesse sentido.

Fonte: Mailing List MNAA

Book Cell, uma instalação no CAMJAP

septembre 18, 2006


No Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão podemos ver a instalação Book Cell de Matej Krén, um artista eslovaco.

O projecto é construído a partir de livros editados pela Fundação Gulbenkian ao longo de 50 anos, tornados a matéria escultórica para a criação da obra. Trata-se afinal de uma construção em hexágono para a qual somos convidados a entrar. Através de uma passagem definida por espelhos que simula a vertigem da queda e da ilusão do infinito que resulta numa sensação de desorientação.

Aparte quaisquer considerações conceptuais e filosóficas acerca desta obra, pessoalmente classifiquei-a como uma experiência no mínimo curiosa. Tem a particularidade de interagir connosco, entre o receio de avançar pelo abismo do infinito e a curiosidade encontramo-nos envolvidos na obra, dentro da obra. Como se flutuássemos entre os livros e o mundo da ilusão. Recomenda-se!

Visita guiada no dia 23 de Setembro pelas 15h00.

Fonte: CAMJAP