Archive for the ‘Inventory’ Category

« Thesaurus de Instrumentos Científicos », divulgação do projecto, 18 Nov. 2009

novembre 18, 2009

Transcrevemos, em baixo, email de Marta Lourenço e Marcus Granato sobre o projecto de thesaurus para colecções de instrumentos científicos. O tema suscita muito interesse, já que em Portugal não temos trabalhado muito na área da normalização, nomeadamente a criação de thesaurus, sobretudo na área dos museus.

Projecto ‘Thesaurus de Instrumentos Científicos em Língua Portuguesa

Apesar de existirem vários thesauri para museus, nunca foi desenvolvido um instrumento sistemático de referência para controlo e uniformização terminológica de colecções de instrumentos científicos em língua portuguesa (nem em outras línguas, de resto).

O ‘Thesaurus de Instrumentos Científicos em Língua Portuguesa’, um projecto de cooperação internacional iniciado em 2006 e envolvendo uma rede de 12 instituições de Portugal e do Brasil (ver lista em baixo), pretende dar resposta a esta necessidade.

De âmbito lusófono e pioneiro na sua natureza e na metodologia, o projecto tem um interesse múltiplo para a comunidade científica, para os profissionais de museus e para a sociedade em geral. Permitirá, por um lado, contribuir para o conhecimento nas áreas da museologia da ciência e da história da instrumentação. Constituirá um instrumento simples para os profissionais de museus, facilitando a gestão de colecções e as novas acessibilidades através da sociedade da informação. Finalmente, possibilitará uma maior visibilidade e reconhecimento do património científico, quer através da sua organização e acessibilidade a investigadores quer através da sua divulgação ao público em geral.

O Projecto é coordenado pelo Museu de Ciência da Universidade de Lisboa (MCUL) e pelo Museu de Astronomia e Ciências Afins do Rio de Janeiro (MAST).

Será apresentado publicamente, dia 18 de Novembro, no Museu de Ciência da Universidade de Lisboa, pelas 17 h (Anfiteatro Manuel Valadares),

Marta Lourenço, MCUL
Marcus Granato, MAST

REDE

Portugal
Museu de Ciência da Universidade de Lisboa (Instituição Coordenadora)
Museu da Ciência da Universidade de Coimbra
Museu de Ciência da Universidade do Porto
Museu da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto
Museu do Instituto Superior de Engenharia do Porto
Instituto Superior de Engenharia de Lisboa

Brasil
Museu de Astronomia e Ciências Afins, Rio de Janeiro (Instituição
Coordenadora)
Museu de Ciência e Técnica da Universidade Federal de Ouro Preto
Museu Dinâmico de Ciência e Tecnologia da Universidade Federal de Juiz de Fora
Museu da Escola Politécnica da Universidade Federal do Rio de Janeiro
Colégio Pedro II, Rio de Janeiro
Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia, Ministério de Ciência e Tecnologia

O Projecto Thesaurus de Instrumentos Científicos é financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT) e pelo Conselho Nacional para o Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

Conta com o apoio do Centro Interuniversitário de História das Ciências e da Tecnologia (CIUHCT – Pólo da Universidade de Lisboa).
Fonte: Lista de discussão MUSEUM

Workshop Inventário no Museu de Ciência da Universidade de Lisboa

avril 28, 2009

O que é um objecto de museu? Como se regista, inventaria, classifica, fotografa e arruma? O que é um catálogo? Quais as normas e procedimentos de inventário e documentação seguidos pelos museus, em particular museus de ciência e de medicina? Quais as principais fontes documentais e impressas necessárias a um inventário?

O Museu de Ciência da Universidade de Lisboa vai realizar no dia 6 de Junho a I Workshop de Introdução ao Inventário de Instrumentos Científicos e de Medicina (6 horas).

A Workshop destina-se a profissionais e voluntários de museus de ciência e técnica, estudantes de museologia e de história da ciência bem como outros interessados em colecções de equipamento histórico-científico. Tem componente teórica e prática.

Há descontos nas inscrições para estudantes e membros do ICOM.

Ficha Inscrição

Programa

Mais informações e inscrições:
Tel. 213921808
geral@museus.ul.pt

Fonte: Lista de discussão Museum

CONF: Património Imaterial no Alentejo, 17 Maio 2008

mai 16, 2008

Entre hoje e amanhã decorre o Festival Internacional da Cantos Improvisados em Alcácer do Sal. O evento inclui performances ligadas a esta temática e um colóquio – « O Canto de Improviso como Património Imaterial: Metodologias de Inventário e Processos de Salvaguarda ».

A organização e coordenação cabe à Direcção Regional de Cultura do Alentejo e à Câmara Municipal de Alcácer do Sal.

Local: Auditório Municipal de Alcácer do Sal

A Direcção Regional de Cultura do Alentejo e o Munícipio de Alcácer do sal, preocupados com o estado actual da décima e do verso improvisado no Sul de Portugal, em particular do « Canto do Ladrão do Sado », e no âmbito do Programa para a Salvaguarda do Património Intangível do Alentejo (PI), assumiram em conjunto a intenção de proceder à salvaguarda destas práticas poético-musicais.

Esta intenção visa não só contribuir para um melhor conhecimento destas espressões, como também desenvolver um conjunto de acções práticas que possibilitem a sua salvaguarda e promoção aos níveis local, regional, nacional e internacional. Criar uma sustentabilidade social, económica daqueles que detêm as aptidões culturais consideradas fundamentais a este programa de salvaguarda, potenciando a sua transmissão é imperativo.

Estes objectivos só poderão ser alcançados num amplo e profundo diálogo no qual os improvisadores, poetas, músicos, investigadores e outros agentes participem, procurando encontrar soluções para a continuidade destas práticas poéticas fundamentais para a permanência da diversidade cultural do Alentejo.

A diversidade e o dálogo intercultural que a décima e o verso improvisado permitem entre pessoas de diferentes regiões, diferentes países e diferentes continentes, são um exemplo profundo do diálogo de Paz que o Património Intangível da cultura dos povos pode ajudar a construir, e que a Convenção para a Salvaguarda do Património Cultural Imaterial, adoptada pela UNESCO em 2003, e já ratificada pela Assembleia da República Portuguesa, assume e reconhece.

Com o colóquio « cantos de despique »- expressão portuguesa para o verso e o canto de improviso – pretende-se abir um espaço de reflexão sobre o que é o Património Intangível e o verso improvisado, bem como discutir metodologias de inventário e estratégias de salvaguarda, dando particular atenção a um conjunto de experiências desenvolvidas no Mediterrâneo e em Portugal.

(in programa)

Para mais informações consulte o Programa:
festival-internacional-cantos-improvisados

Conferência sobre Património Imaterial: « Inventário, Protecção, Representatividade », Museu Nacional do Teatro, 11 Abril 2008

avril 1, 2008

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Património Cultural Imaterial
Feira de S. Mateus, Elvas
©Ana Carvalho, 20 Set. 2007

A 2.ª conferência de um ciclo de colóquios dedicado ao Património Cultural Imaterial irá ter lugar no póximo dia 11 de Abril de 2008 no Museu Nacional do Teatro, desta vez subordinado ao tema: Inventário, Protecção, Representatividade.

Constituído no cruzamento das artes plásticas e das artes performativas, o Museu Nacional do Teatro é repositório da memória e do conhecimento sobre um tipo de manifestações de particular relevância para a interrogação do património imaterial, com expressão numa multiplicidade de suportes e testemunhos que o museu recolhe, preserva, estuda e divulga.

Conjuntamente com aquele Museu, também as colecções do Museu da Música e do Museu Nacional do Traje constituirão os cenários para a reflexão sobre os limites e os desafios que se colocam à documentação e à divulgação, em contexto museológico, de manifestações imateriais, sendo ainda abordadas outras questões relevantes no âmbito do estudo do património imaterial, tais como as fronteiras entre popular e erudito ou entre padrões sociais e criação individual.

Finalmente, este Colóquio constituirá também o lugar para o debate sobre os normativos nacionais e internacionais de referência para a salvaguarda do Património Cultural Imaterial, respectivamente a Lei de Bases do Património Cultural e a Convenção da UNESCO de 2003.


Programa:

09h30 | Recepção aos Participantes
10h00 | Abertura
10h15 Recolha, Estudo e Divulgação do Património Imaterial: as Colecções do Museu Nacional do Teatro
José Carlos Alvarez (Director do Museu Nacional do Teatro)
10h45 O Efémero, o Imaterial e a Moda
Madalena Braz Teixeira (Directora do Museu Nacional do Traje)
11h15 | Intervalo
11h45 Percursos do Património Imaterial nas Colecções do Museu da Música
Maria Helena Trindade (Directora do Museu da Música)

12h15 |Debate
12h45 | Intervalo para Almoço
14h00 | Visita livre ao Museu Nacional do Teatro
15h00 A Convenção da UNESCO: Inventários e Salvaguarda do Património Cultural Imaterial
Clara Bertrand Cabral (Especialista de Programa – Cultura, CN-UNESCO)
15h30 Aspectos Jurídicos do Património Cultural Imaterial
João Martins Claro (Coordenador da Comissão para o Desenvolvimento da Lei de Bases do Património Cultural, Ministério da Cultura)
16h00 | Debate
17h00 | Encerramento

Inscrição Gratuita (No entanto, é necessário proceder à inscrição)

Organização | Inscrições:
Instituto dos Museus e da Conservação
Departamento de Património Imaterial
Tel: 21-365 08 26 / Email: dpi@imc-ip.pt / http://www.ipmuseus.pt

Programa Ciclo de Colóquios Património Cultural Imaterial
Programa “Inventário, Protecção, Representatividade”
Ficha de Inscrição

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As próximas conferências:

Memória, Identidade e Projecto
Museu da Luz – 30 MAIO 2008

Saberes e Técnicas: entre o Registo e a Transmissão
Ecomuseu Municipal do Seixal – 27 JUNHO 2008

Terrenos Portugueses: O que Fazem os Antropólogos?
Faculdade de Ciências e Sociais e Humanas – OUTUBRO 2008

Museus Globais: Colecções Etnográficas e Multiculturalidade
Museu Nacional de Etnologia – 7 NOVEMBRO 2008

Instituto dos Museus e da Conservação e o Património Imaterial

mars 29, 2008

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Segundo notícia divulgada no Diário Digital, o Instituto dos Museus e da Conservação irá fazer um inquérito a várias entidades do país sobre o Património Cultural Imaterial, tendo em conta que este património passou a ser uma das responsabilidades deste instituto após a reestruturação da administração pública.

Além disso, é referido que o decreto lei de ratificação da Convenção para a salvaguarda do Património Cultural Imaterial foi publicado esta semana. Portugal ratificou finalmente a Convenção!

Ainda este ano « o IMC vai levar a efeito o inquérito nesta área – que abarca práticas, representações, expressões, artefactos e espaços culturais – para recolher informação junto de universidades, museus e associações de defesa do património. »

Uma outra iniciativa ligada ao PCI será a realização de conferências sobre este tema com o objectivo de estimular o debate, sendo o próximo colóquio no dia 11 de Abril no Museu Nacional do Teatro, intitulado « Inventário, Protecção, Representatitividade ».

Fonte: Diário Digital, 28/03/2008

Colecções do Museu de Serralves online

février 3, 2008

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Museu Serralves, 2006
©Ana Carvalho

O Museu Serralves passou a disponibilizar as suas colecções online.
Para aceder basta entrar no site do museu, seleccionar « colecção » no menu lateral e clicar em « acervo online ».

Nota: Apesar de anunciado há já algum tempo, por motivos de ordem técnica e temporariamente, a disponibilização online das colecções não se encontra de momento acessível.

http://www.serralves.pt/

Tese em Museologia: « Os sistemas de informação na gestão de colecções museológicas… »

janvier 24, 2008

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Os sistemas de informação na gestão de colecções museológicas: Contribuições para a certificação de museus
Autor: Alexandre Manuel Ribeiro Matos
Orientador: Professor Doutor Rui Manuel Sobral Centeno
Instituição: Faculdade de Letras da Universidade do Porto
Nível: Mestrado (Museologia)
Ano: 2007

Resumo:
A normalização documental nos sistemas de informação dos museus tem sido a nossa preocupação e principal área de actividade profissional nos últimos sete anos. Em Portugal, face à inexistência de uma normalização de estrutura dos sistemas de informação de museus, são vários os casos de criação de bases de dados específicas que se tornam, em pouco tempo obsoletas. O objectivo da presente dissertação é propor uma normalização, ao nível estrutural, que possa ser seguida por todos os museus, independentemente do tipo de colecções, por todas as empresas que criam este tipo de software e, também, possa ser utilizada na verificação da qualidade do inventário e gestão das colecções no âmbito da certificação de museus agora em curso.
Apontamos também alguns caminhos a seguir no âmbito da normalização de conteúdos e de procedimentos que devem ser utilizados na documentação e gestão das colecções museológicas.

Para descarregar o PDF da tese pode aceder ao site:
http://www.museusportugal.org/alexandre/pagina2_33.aspx

No Museu de Alberto Sampaio aconteceu…

janvier 14, 2008

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Museu de Alberto Sampaio: sessão de apresentação do projecto «Inventariação do Património da Arquidiocese de Braga: criação de uma base de dados».

No dia 7 de Janeiro, segunda-feira, pelas 15 horas, no Museu de Alberto Sampaio, foram apresentados publicamente os resultados do projecto Inventariação do Património da Arquidiocese de Braga: criação de uma base de dados.

Este projecto foi coordenado pelo Instituto de História e Arte Cristãs da Arquidiocese de Braga, tendo sido apoiado pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N), através da ON: Operação Norte, Eixo 1, Medida 1.4.

A inventariação e estudo do espólio das igrejas vimaranenses foram coordenados pelo Museu de Alberto Sampaio que desde há já alguns anos vem apoiando a Igreja na salvaguarda e estudos das suas colecções de arte sacra.

Globalmente o projecto permitiu a: edição de oito livros (dois sobre as colecções do Museu Pio XII – a colecção de pintura e a de numismática; e os outros seis sobre as Igrejas de: N.ª Senhora da Oliveira, S. Domingos e Santos Passos, todas no Arciprestado de Guimarães; Matriz da Póvoa de Varzim; Matriz de Esposende e Museu de Arte Sacra (Caxinas); seis desdobráveis, um por igreja; seis quiosques multimédia, nos quais constam as principais peças de arte sacra de cada uma das igrejas; uma base de dados, contendo o inventário do espólio móvel das referidas igrejas, e que fica localizada no Museu Pio XII.

A primeira sessão de apresentação decorreu no Museu Pio XII, no dia 28 de Dezembro.

Na sessão de apresentação que se realizou no Museu de Alberto Sampaio (7.1.2008) foram lançados os roteiros das Igrejas de Guimarães – N.ª Senhora da Oliveira, S. Domingos e Santos Passos – bem como apresentados os respectivos quiosques multimédia e os desdobráveis. Nesta sessão estiveram presentes o Senhor Arcebispo Primaz de Braga, Dom Jorge Ortiga, e o Director do Instituto e Arte Cristãs, Cónego José Paulo Leite de Abreu.

Fonte: Lista de discussão Museum

Seminário: Sistemas de informação e Património Cultural, 17-18 Jan. 2008

janvier 11, 2008

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Nos próximos dias 17 e 18 de Janeiro de 2008 realiza-se um seminário dedicado aos « Sistemas de Infromação e Património Cultural » no Museu da Chapelaria (S. João da Madeira). O evento é organizado pela Área Metropolitana do Porto e conta com a colaboração das Câmaras Municipais do Porto e de S. João da Madeira.

Inscrição gratuita: (a data limite afixada era 28 de Dezembro)

Consulte o programa

Mais informações:
Tel: 223392020
E-mail: sipc@amp.pt

Por iniciativa do Conselho Metropolitano de Vereadores da Cultura, a Área Metropolitana do Porto promove a realização do Seminário Sistemas de Informação e Património Cultural. O objectivo deste Seminário consiste em promover o debate e analisar os modelos de cooperação que se podem estabelecer, a partir de projectos em curso no país e na Área Metropolitana do Porto.

O Inventário do Património Cultural, nas suas diferentes tipologias, é uma actividade que tem conhecido um significativo incremento e que conheceu apoios financeiros importantes no Quadro Comunitário que se encontra agora em fase de conclusão. Este contexto possibilitou a realização de inúmeros projectos na área do Património Móvel, Imóvel e Imaterial, da iniciativa de Autarquias, Administração Central, Dioceses, Fundações e outras entidades.

Os museus, nomeadamente os que integram a Rede Portuguesa de Museus, são claramente o exemplo desta realidade, que se manifestou através de projectos de inventariação e informatização das suas colecções e que deu início, para além do MatrizNet do Instituto Português dos Museus e da Conservação, a processos de divulgação pública dos seus acervos através da Internet.

No que respeita ao Património Imóvel, os projectos financiados nos últimos anos pelo Programa Operacional da Cultura evidenciam novas abordagens em que a integração de informação assume especial importância, a par da utilização de Sistemas de Informação Geográfica e da divulgação de conteúdos através da Internet.

Importa, portanto, aprofundar o debate sobre iniciativas que envolvem diversas áreas de conhecimento e uma grande complexidade técnica especialmente porque a tipologia das dificuldades são, nos seus diferentes patamares, em tudo muito semelhantes.

Fonte: http://www.amp.pt/

O Museu Mar da Língua em risco?

janvier 9, 2008

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Sinaléptica do Museu de Arte Popular, 2007
©Ana Carvalho

Segundo notíca publicada no Expresso de 5 de Janeiro de 2008 (Primeiro Caderno, p.31), o Museu Mar da Língua terá que abrir ainda este ano tendo em conta que o seu financiamento, no contexto do Qradro de Apoio termina em 2008. A candidatura do Museu do Mar da Língua foi apresentada ao POC (Plano Operacional da Cultura) atingindo um valor de 3 milhões de euros, sendo 50% da verba obtida através do FEDER.

O edifício do Museu de Arte popular não será alvo de grandes alterações, sendo que as pinturas murais de Tomás de Melo (Tom), Estrela Faria, Manuel Lapa, Eduardo Anahory, Carlos Botelho e Paulo Ferreira irão supostamente manter-se.

Relativamente ao espólio museu de arte popular, já terá sido transferido para o Museu nacional de Etnologia, onde está a ser objecto de inventariação.

Sem objectos físicos, o espaço será um museu virtual, com recurso às novas tecnologias, robótica, multimédia e formas de comunicação interactivas. Um « Laboratório dos sentidos », uma « biblioteca falante », uma parede de murmúrios », um « cinema da língua », um labirinto de palavras » e um « túnel da rádio » (…)

Software de Inventário, Gestão e Divulgação nos MUSEUS UP – INDEX RERUM

janvier 8, 2008

Amanhã será apresentado o « Software de Inventário, Gestão e Divulgação nos MUSEUS UP – INDEX RERUM -« Promovido pela Reitoria da U.Porto, a Faculdade de Arquitectura, no Auditório da Biblioteca da FAUP, às 14,00 h.

Esta apresentação tem como objectivo explicar o projecto de implementação desse software nas instituições museológicas da Universidade do Porto.

O Index Rerum é um sistema integrado de inventário e gestão de património, de base web. Está preparado para ser acedido de qualquer ponto da Internet, quer para simples consulta quer para registo, em função de diferenciadas permissões de login, sem exigir qualquer instalação prévia na máquina de acesso. Funciona indiscriminadamente em ambiente Windows, Mac e Linux.

Fonte: http://groups.google.com/group/ciarte/

“Le Patrimoine Culturel Immatériel de l’Europe: inventer son inventaire”

décembre 1, 2007

« No Mundo dos Museus » esteve presente no colóquio “Le Patrimoine Culturel Immatériel de l’Europe: inventer son inventaire”, que teve lugar em Paris no passado dia 30 de Novembro. Eis algumas imagens do evento:

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©Ana Carvalho, 30 Nov. 2007
Paris, Galerie Vivienne,
local onde se realizou o colóquio.

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©Ana Carvalho, 30 Nov. 2007
Paris, Galerie Vivienne.

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©Ana Carvalho, 30 Nov. 2007
Interior da Galerie Vivienne,
Institut national du patrimoine.

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©Ana Carvalho, 30 Nov. 2007
Auditorium Colbert. Apresentação de Mila Santova.
Da esquerda para a direita vê-se: Michèle Guelfucci (Córsega),
Chérif Khaznadar (França) e Mila Santova (Bulgária).

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©Ana Carvalho, 30 Nov. 2007
Auditorium Colbert. Apresentação de Laurier Turgeon.
Da esquerda para a direita vê-se: François Calame (França), Katérina Stenou (UNESCO), Irina Balotescu (Roménia) e Laurier Turgeon (Canadá).

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©Ana Carvalho, 30 Nov. 2007
Auditorium Colbert. Apresentação de Marc Jacobs.
Da esquerda para a direita vê-se: Katérina Stenou (UNESCO), Magne Velure (Noruega) e Mac Jacobs (Bélgica).

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©Ana Carvalho, 30 Nov. 2007
Auditorium Colbert. Encerramento do colóquio.
Da esquerda para a direita vê-se: Katérina Stenou (UNESCO), Chérif Khaznadar (França) e Rieks Smeets (UNESCO).

Eis algumas impressões sobre este colóquio:

– Constatação do uso recorrente de diferentes termos para a designação “Inventários”, nomeadamente: questionários, repertório, lista, etc.
– Tensão entre a pesquisa/investigação e a questão da subvenção e politização e reconhecimento do PCI.
– Evidentes contradições entre o que são os objectivos da administração/governos e a investigação propriamente dita.
– Necessidade de homogeneização versus diversidade cultural. A metodologia é a única maneira de salvaguardar esta questão.
– Um inventário ou a multiplicidade de inventários?
-Tensão ente perenidade versus efémero.
– O perigo dos inventários que, aparentemente, falam da oralidade e da imaterialidade, mas na realidade não reflectem a dimensão imaterial.
– Há evidentes dificuldades técnicas na construção de inventários de PCI, salientando-se o risco de destruir o “objecto”.
– Tensão entre a vontade de preservar, mas por outro lado a negação da palavra daquilo que se quer preservar.
– A categorização do PCI é porosa.
– Instrumentalização da noção da comunidade. Noção de comunidade e de PCI é muitas vezes confundida.
– A salvaguarda do PCI, muitas vezes entendida não apenas como estratégia de preservação de um património em risco de desaparecer, mas utilizada em prol do aumento de prestígio e valorização de uma região.
– Risco de perda da noção de PCI por uso abusivo. Por um lado, o imperativo da sua preservação, por outro o risco da sua desvirtuação.
– Nathalie Heinich propôs: Porque não uma salvaguarda imaterial, tendo em conta que o inventário não é a única maneira de salvaguardar este património?

É preciso começar por reconhecer a importância do debate em torno do PCI. O tema, à luz da Convenção para a salvaguarda do património cultural imaterial é relativamente recente, mas tem gerado movimentações políticas várias. Estima-se que até 2008 mais de cem países ratifiquem a Convenção da UNESCO. Portugal incluir-se-á neste rol de países. E tendo em conta o carácter obrigatório da realização de inventários pelos Estados partes importa reflectir em Portugal a breve trecho sobre esta matéria.
Como pudemos constatar a maioria dos países que ratificaram a Convenção encontram-se actualmente na fase de concepção dos seus inventários. Tal como referido neste colóquio apenas 11 países de um universo de 86 apresentaram iniciativas neste sentido. De facto, esta experiência é ainda muito embrionária e tendo em conta a flexibilidade da Convenção ao nível da elaboração de inventários, podemos constatar uma abordagem muito diversa por parte de cada país.
Os inventários são uma importante etapa na implementação da Convenção, no entanto, não são a única medida prevista. Como tal, podem e devem ser encarados como um primeiro passo para outras medidas de salvaguarda.

CONF: « Le Patrimoine Culturel Immatériel de l’Europe: inventer son inventaire »

novembre 24, 2007

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« Le Patrimoine Culturel Immatériel de l’Europe: inventer son inventaire »
Colloque | 30 novembre 2007
L’Institut national du patrimoine – INP
Auditorium Colbert, 2 rue Vivienne, 75 002 Paris
Entrada livre

Au 1er février 2007, 74 États ont ratifié la convention de l’UNESCO sur le patrimoine culturel immatériel. Ce texte élargit la notion de patrimoine aux rites, coutumes, chants, danses et savoir-faire traditionnels et insiste sur l’implication des communautés dans la valorisation de leur patrimoine : il constitue pour nos pays européens un nouveau défi. L’objectif de cette rencontre, qui réunira des spécialistes européens (universitaires, membres d’institutions culturelles), est de développer la réflexion sur ce sujet en confrontant les différentes méthodes de réalisation des inventaires du patrimoine immatériel.

Programa
Comunicado de Imprensa

Colloque organisé avec le soutien scientifique de la mission Ethnologie et en partenariat avec la mission des Affaires Européennes et Internationales de la Direction de l’Architecture et du Patrimoine (DAPA), Ministère de la Culture et de la Communication.

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PROGRAMA

10h00 Introduction, Geneviève Gallot, directrice de l’Institut national du patrimoine, et Michel Clément, directeur de l’architecture et du patrimoine (DAPA).

10h20 Ouverture, La convention de l’UNESCO sur le patrimoine culturel immatériel, contexte et enjeux, Chérif Khaznadar, président de la Maison des Cultures du Monde.

1.Inventaires d’hier, inventaires d’ailleurs
Présidence: Chérif Khaznadar, président de la Maison des Cultures du Monde

10h40 Les formes et les pratiques de l’inventaire ethnographique du domaine européen (XIXe XXe siècles), Daniel Fabre, directeur du Laboratoire d’anthropologie et d’histoire de l’institution de la culture (LAHIC).

11h00 Pratiques des inventaires du patrimoine culturel immatériel dans le cadre de la convention de l’UNESCO, Chiara Bortolotto, LAHIC, et Sylvie Grenet, chargée de mission à la Mission ethnologie, Ministère de la Culture et de la Communication.

11h15-11h30 : Pause

2.La démarche globale: quelle implication des communautés?

11h30 Mila Santova, directrice de l’Institut de folklore de Bulgarie

11h50 Michèle Guelfucci, vice-présidente du Centre des musiques traditionnelles corses et Petru Guelfucci, chanteur.

12h10 : Questions

Déjeuner

3.Quelle grille d’enquête ?

Présidence: Katérina Stenou, directrice de la Division des politiques culturelles et du dialogue interculturel, UNESCO.

14h00 Irina Balotescu, conseillère, Ministère de la Culture et des Affaires Religieuses, Roumanie

14h20 Laurier Turgeon, professeur d’histoire et d’ethnologie, Faculté des Lettres, Université de Laval, Québec.

14h40 François Calame, conseiller en ethnologie, DRAC Haute-Normandie.

15h00: Questions

4.Des inventaires pour la sauvegarde : quelle articulation avec les politiques publiques de protection ?

15H20 Magne Velure, directeur, Ministère de la Culture et des Affaires religieuses, Norvège.

15h40 Marc Jacobs, directeur du Centre fl amand pour l’étude de la culture populaire, Belgique.

16h00 : Pause

5.Patrimoine matériel, patrimoine immatériel: l’effacement des frontières ?

16h20 La base de données Patrimoine immobilier, mobilier et immatériel du Québec et le Répertoire du patrimoine culturel du Québec. État des lieux et perspectives pour l’inventaire du patrimoine immatériel, Daniel Lauzon, conseiller en patrimoine, Ministère de la Culture, Québec.

16h40 Le patrimoine immatériel et matériel de l’Estaque, Marceline Brunet, conservateur régional, Conseil Régional de PACA, Service de l’Inventaire général, et Claudie Gontier,
cellule de recherche du Service de l’Inventaire général, Conseil Régional de PACA.

17h00 Synthèse et débats : Un inventaire pour l’Europe ?

Synthèse de Nathalie Heinich, directeur de recherche au CNRS, Centre de recherches sur les arts et le langage, EHESS
Chérif Khaznadar, président de la Maison des Cultures du Monde.
Katérina Stenou, directrice de la Division des politiques culturelles et du dialogue interculturel, UNESCO.
Rieks Smeets, chef de la section du patrimoine culturel immatériel, UNESCO.
Un représentant du Conseil de l’Europe (sous réserve).

Couverture :
1. Ange du village de Quelven en Bretagne©Chérif Khaznadar/Maison des Cultures du Monde
2. Albanie, polyphonies vocales du pays Lab. Chanteurs de Gjirokastër©Isabelle Montané/Maison des Cultures du Monde
3. Géant du Nord, Jean le Bûcheron, ville de Douai©Françoise Gründ/Maison des Cultures du Monde
4. Gwoka de Guadeloupe©Jean-Paul Dumontier/Maison des Cultures du Monde

Fonte: http://www.inp.fr/

« Quanto Douro conhecemos? ». I Colóquio Regional sobre História, Arte e Património no Douro

novembre 21, 2007

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Nos próximos dias 30 de Novembro e 1 de Dezembro, a Diocese de Lamego apresenta o I Colóquio Regional sobre História, Arte e Património no Douro, sob o tema «Quanto Douro conhecemos?». A actividade, que contará com a presença de reputados historiadores, técnicos e investigadores cuja sua actividade científica tem versado sobre a região duriense, insere-se ainda na esfera do Programa de Inventário do Património Religioso Móvel que a Diocese lamecense levou a cabo nos arciprestados de Lamego e Tarouca e cujos resultados apresentou no passado dia 29 de Setembro. Dessa iniciativa resultou a edição de dois catálogos de História Local e História de Arte, bem como uma exposição intitulada «A Palavra e o Espírito» que está patente no Espaço Museológico da Casa do Poço (Largo da Sé, frente à catedral, Lamego, de 3ª-Dom: 10h00-12h30 / 14h00-17h00) e que encerrará as suas portas no primeiro dia de Dezembro, depois de uma visita guiada pelo seu comissário científico, Nuno Resende.

Numa altura em que o Douro assume um papel eminentemente crucial na promoção e divulgação de Portugal, de tal forma que está em marcha um conjunto de programas com vista ao seu desenvolvimento sustentado, importa saber até que ponto o investimento na investigação científica e no conhecimento do seu património tem sido acalentado. Ou, se, por outro lado, existem clivagens entre os vários «patrimónios» que o Douro encerra, desde o arqueológico, ao imaterial, passando pelo religioso, que têm impedido o conhecimento global do vale do Douro português. Nesse sentido esta colóquio questiona-se: quanto Douro conhecemos, afinal? e que caminhos têm sido percorridos para o seu estudo concertado e efectivo.

O primeiro dia do colóquio será dedicado ao Inventário como fonte de conhecimento e o segundo dia, dividido em dois painéis, abordará estudos de caso e de conjunto no contexto dos estudos arqueológicos, históricos e artísticos, seguindo-se um debate sobre estas questões, terminando com uma visita guiada a alguns imóveis religiosos de Tarouca e Lamego.

Mais informações e a ficha de inscrição podem ser obtidas por email (geral@diocese-lamego.pt) ou no website da Diocese: http://www.diocese-lamego.pt/

Cartaz

Fonte: Informação enviada por Nuno Resende

Nós por lá…

octobre 15, 2007


©Ana Carvalho

Não podíamos deixar de participar em mais um « Encontro de Utilizadores », que conta já na sua 6.ª edição. O evento, organizado pela empresa Sistemas do Futuro – Multimédia, Gestão e Arte, Lda. realizou-se nos passados dias 11 e 12 de Outubro em Évora e colocou mais uma vez a tónica nas questões ligadas à inventariação do Património.

« O objectivo deste evento é de reunir profissionais dos diferentes sectores do património que, através da apresentação de casos práticos, partilham os seus conhecimentos e experiências com os restantes participantes. » (Mais informações, clique aqui)

Eis algumas impressões sobre o que se passou.

O primeiro dia (11 Outubro) começou com uma sessão à tarde subordinada ao Património Religioso e que procurou fazer o ponto de situação sobre a inventariação no contexto de algumas das principais Dioceses do país, nomeadamente as Dioceses de Évora, do Porto, de Lamego e de Santarém. Objectivos, critérios, metodologias, terminologias e thesauri foram alguns dos tópicos focados, sublinhando-se um ambiente de grande partilha e optimismo.

Ficámos a conhecer um dos outputs que resultaram do projecto de inventariação do Património Móvel Religioso promovido pela Diocese de Lamego, designadamente a seguinte publicação « Lamego: Um Inventário em Construção« , editada em Dezembro de 2006 e que se encontra disponível para descarregar da internet. Para saber mais sobre este projecto e o património inventariado que já se encontra disponível para pesquisar através de uma interface, clique aqui.

Ficámos igualmente a conhecer o trabalho realizado pela Diocese de Santarém que nos apresentou o seu projecto de inventariação, iniciado recentemente e que numa primeira fase se circunscreve a uma igreja piloto – Nossa Senhora da Piedade (Santarém). Mais informações clique aqui.

E para quem ainda não conhecia fica aqui o site relativo ao Inventário Artístico da Arquidiocese de Évora:http://www.inventarioaevora.com.pt/, e onde poderá encontrar informação sobre o projecto, interface para pesquisar numa base de dados sobre o património já inventariado para graúdos e outra para os mais pequenos, roteiros, além de aceder aos 4 números da newsletter e ao glossário.

O debate deixou ainda algumas interrogações em aberto, nomeadamente – “Inventariar e depois?” Por outro lado, pareceu claro para todos a importância da inclusão das comunidades na protecção do património, designadamente ao nível do processo de inventariação. A este propósito sublinhe-se a tão pragmática intervenção do Pe. Manuel Amorim, que entre outras coisas realçou a importância da criação de equipas de voluntários que na sua perspectiva devem fazer parte de uma estratégia de envolvimento das comunidades para a concretização dos inventários. Além disso, a tónica voltou a estar na sensibilização. Importa inventariar, mas de somenos importância está a aproximação do património à comunidade que dele usufrui.

A um debate ameno, mas profícuo seguiu-se uma visita guiada à sempre surpreendente Sé de Évora. Esta visita informal, pela mão do Dr. Artur Goulart, estamos certos, não deixou ninguém indiferente.

O dia seguinte foi dedicado à apresentação do projecto Grupos de Trabalho sobre Normalização, promovido pela empresa « Sistemas do Futuro » e que tem como objectivo a criação de uma norma de trabalho no que diz respeito à estrutura de dados, aos procedimentos e às terminologias utilizados na documentação de património. Ficámos a saber que o grupo de trabalho sobre registo de colecções arqueológicas começou em Janeiro de 2007. O projecto visa publicar, finalizados os trabalhos, um documento único que reflicta sobre as conclusões deste estudo.

Tempo ainda para a apresentação de outras experiências de inventário, nomeadamente o « Património integrado da Rota do Fresco », o inventário do Arquivo histórico da diocese de Évora e o inventário de « Arte Pública » promovido pelo Departamento de Património Cultural da Câmara Municipal de Lisboa.

Merece particular destaque, no contexto da apresentação de alguns produtos de multimédia de carácter educativo o « Clube da Sara » (Museu da Farmácia), projecto desenvolvido pela « Sistemas do Futuro » e que concorreu ao Festival Palmarès F@imp 2004 na categoria de Palmarès Multimédi’Art des CD-Rom, tendo ficado entre os 15 trabalhos seleccionados para ir à final. « Vamos conhecer o Oriente com S. Francisco Xavier » é o título de um projecto educativo promovido pelo Museu de S. Roque. Este projecto dirigido ao 3.º ciclo do Ensino Básico incluiu a concepção de vários produtos de apoio, nomeadamente um livro de banda desenhada – « Viagens e Lendas de S. Francisco Xavier, e um cd-rom em torno da figura de S. Francisco Xavier. Mais informações sobre este projecto clique neste endereço: aqui.
Finalmente, o Museu da Olaria da Câmara Municipal de Barcelos, apresentou-nos um cd-rom – « Viagem à Vila de Oleiros », um produto que conta a história da transformação do barro em peças, através de jogos que apostam na interactividade para a transmissão de conteúdos.

No 4.º painel da tarde destaca-se a apresentação do trabalho desenvolvido pelo Museu Municipal de Vila Franca de Xira ao nível da inventariação do Património e respectiva integração com os Sistemas de Informação Geográfica. No site do Museu poderá pesquisar além das colecções do museu o inventário do Património online.

Não podia deixar de referir a agradável surpresa de encontrar finalmente um rosto para alguns dos blogues activos na área da Museologia e Património, nomeadamente o Alexandre Matos do Mouseion, a Patricia Remelgado do Pporto dos Museus e o Jorge Manuel do Inventário.

Salientamos a importância de encontros como este que permitem a troca de experiências e o debate nesta área. Saudações especiais ao Dr. Fernando Cabral (Director Geral da Sistemas do Futuro) e respectiva equipa pelo belíssimo trabalho realizado.

Thesaurus – Vocabulário de Objectos do Culto Católico

octobre 3, 2007

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Thesaurus – Vocabulário de Objectos do Culto Católico
Coordenação: Natália Correia Guedes
Edição: Fundação da Casa de Bragança
Descrição Física: 239 p.
ISBN 972-9195-24-2

Este thesaurus encontra-se também disponível na internet:
http://80.205.162.234/thesaurus/home/index.jsp
Uma excelente ferramenta!

Fonte: Blogue Mouseion

Inventário « fora de portas »

octobre 1, 2007

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(in Alma de Viajante)

Forte Português em Damão,Índia

A Fundação calouste Gulbenkian vai realizar um inventário sistemático do património histórico português construído no mundo, nos continentes americano, africano e asiático. A equipa responsável por este projecto é dirigida pelo historiador José Mattoso, integrando nomes como Mafalda Soares da Cunha (Universidade de Évora), Renata Araújo (Universidade do Algarve), Walter Rossa (Universidade de Coimbra), Cláudio Torres (Campo Arqueológico de Mértola), Filipe Themudo Barata (Universidade de Évora) e o arquitecto José Manuel Fernandes.

O projecto, a iniciar este mês [Setembro], pretende desenvolver, ao longo de dois anos, um trabalho de identificação e inventariaçao do referido património, que resultará em três volumes organizados por áreas geográficas – América, Ásia e África -, a editar cerca de um ano após a sua conclusão, ou seja, em 2010.

Fonte: Newsletter Setembro 2007, n.º 86 Fundação Calouste Gulbenkian

Conf: Aplicações de Gestão do Património, 11 e 12 Out. 2007

septembre 17, 2007

Transcrevemos informação relativa ao 6.º Encontro de Utilizadores – Aplicações de Gestão do Património a partir da lista de discussão « Museum ».

A Sistemas do Futuro encontra-se a organizar, juntamente com a Fundação Eugénio de Almeida, o seu 6º Encontro de Utilizadores que irá ter lugar em Évora (auditório da Fundação) no próximo dia 12 de Outubro. As inscrições são gratuitas e apenas condicionadas ao número de lugares disponíveis.

Paralelamente está também a organizar um colóquio que decorrerá no dia anterior (11 de Outubro) ao do Encontro, também no auditório da Fundação Eugénio de Almeida em Évora, onde se pretendem dar a conhecer os importantes trabalhos de digitalização dos acervos da Igreja por parte de algumas das maiores Dioceses do País (Porto, Évora, Santarém, Lamego, etc.) e discutir os principais problemas encontrados por estas dioceses nos distintos projectos e as diversas soluções que foram sendo encontradas. As inscrições para o colóquio serão feitas nas mesmas condições do que para o Encontro de Utilizadores, ou seja, gratuitas, mas condicionadas aos lugares disponíveis.

Poderão obter mais informações em:
http://www.sistemasfuturo.pt/encontro2007.

O Inventário na blogoesfera

juillet 26, 2007

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Damos as boas vindas a um novo blogue dedicado ao inventário!

O autor deste blogue identifica-se como natural de Évora, Licenciado em História – Ramo Património Cultural, desde 2004, membro colaborador do Centro Interdisciplinar de História, Culturas e Sociedades da Universidade de Évora (CIDEHUS – Universidade de Évora) e membro fundador da Associação Amigos do Museu de Évora.

De acordo com o blogger:

A inventariação de património móvel ou imóvel, material ou imaterial, laico ou religioso, popular ou vocacionado para elites, será aqui abordada através de notícias, comunicados, divulgação de conferências, ou de textos de reflexão sobre a temática.

Para conhecer, basta clicar:

http://oinventario.wordpress.com/

Seminário sobre Património Cultural Imaterial

juin 18, 2007

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Italy: Opera dei Pupi, Sicilian Puppet Theatre

« O Património Cultural Imaterial e o papel das instituições púbicas na implementação de inventários »

“Le Patrimoine Culturel Immatériel et le rôle d’institutions publiques dans l’implémentation d’inventaires”

No próximo dia 22 de Junho (sexta-feira) terá lugar o seminário internacional intitulado « O Património Cultural Imaterial e o papel das instituições púbicas na implementação de inventários ».

Da organização da Universidade de Évora – CIDEHUS, este seminário insere-se no âmbito do projecto MEDINS – IDENTITY IS FUTURE, THE MEDITERRANEAN INTANGIBLE SPACE.

Local: Colégio do Espírito Santo, sala 124

A entrada é livre.

Poster Seminário
Programa

Mais informações: medins@uevora.pt

Sobre o Projecto MEDINS:

Resumo: O projecto tem como objectivo a catalogação, a promoção e a valorização em rede do Património Cultural Imaterial dos territórios da zona Medocc, salvaguardando-o do risco de extinção. E ao mesmo tempo, utilizando o Património Cultural Imaterial como recurso para o desenvolvimento local sustentável (fundado sobre a valorização das identidades, os conhecimentos e as tradições dos territórios envolvidos neste projecto).

Résumé: Le projet a comme but le catalogage, la promotion, la valorisation et la mise en réseau, au niveau international, du Patrimoine Culturel Immatériel des territoires de la zone Medocc, afin que ce dernier soit sauvegardé du risque d’extinction et, en même temps, utilisé comme ressource pour le développement local soutenable (fondé sur la valorisation des identités, des connaissances et des traditions des territoires engagés dans ce projet).

MEDINS é um projecto financiado pelo FEDER, através do Programa INTERREG III B MEDOCC.

São parceiros neste projecto as seguintes instituições:

– Association de Municipalité de Malte (Malta);
– COPPEM: Comité Permanent Partenariat Euroméditerranéen des Pouvoirs Locaux et Régionaux (Sicília – Itália);
– Ayuntamiento de Jaen- Département de la Culture (Jaen – Espanha);
– Facm Algerie – Forum of the Algerian Municipalities (Kopuba- Argélia);
– Gouvernorat de Kairouan – Direction Régionale du Développement (Kairouan –Túnisia);
– Municipalité de Bagheria – Ufficio Cooperazione e Gemellaggio(Sicília – Itália);
– Municipalité De Bizerte (Bizerte- Argélia);
– Municipalité de Kalivia Thorikou Attika- Bureau des Projets Communautaires (Atenas – Grácia);
– Municipalité De Rabat (Rabat – Marrocos);
PIT Demetra- Comune di Castrofilippo (AG), (Sicília – Itália);
– Region de Murcia- Direccion General de Cultura de la Consejeria de Cultura y Educacion de la Region de Múrcia (Múrcia- Espanha);
– Région de Rabat – Direction Générale (Rabat – Marrocos);
– T.E.D.K.N.A. – Union des Autorités Locales – Attica (Atenas – Grécia);
– UNIMED – Union des Universités de la Méditerranée, (Sicília – Itália);
– Universidad de Granada – Vice-Presidence Des Relationis Internationales E Institutionelles, (Granada – Espanha);
– Universidade de Évora – Departamento de História (Évora – Portugal);
– Université de Tunis El-Manar (Marsa – Tunísia);
– Université du Cairo- Division des Etudes Supérieures et Recherche Scientifique, (Giza – Egipto);
– Université Saint-Esprit de Kaslik (USEK), (Libano);

Mais informações:
« Identity is future: Mediterranean Intangible space: Medins”