Archive for the ‘Museology Thesis’ Category

Tese de doutoramento: “O uso de Energias Renováveis em Edifícios de Museus”

septembre 28, 2011

“O uso de Energias Renováveis em Edifícios de Museus”Autor: Manuel Cardoso Furtado Mendes
Orientação: Mário Moutinho
Tese de doutoramento em museologia apresentada à Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias (ULHT)
Constituição do júri: José Diogo da Silva Mateus (presidente, ULHT), Mário Moutinho (orientador, ULHT), Pedro Manuel Cardoso (vogal, ULHT), Telmo Dias Pereira (Universidade de Coimbra, vogal), Pedro Leite (vogal, ULHT), Vasco Pinheiro (vogal, ULHT), Manuel dos Santos Fonseca (vogal, ULHT)
Nota: tese defendida a Julho de 2011

Resumo:

Este estudo integra-se na área da Museologia tendo como tema “o uso de energias renováveis em edifícios de Museus”, enquadrado pelo destaque que esta área disciplinar tem atribuído na contemporaneidade ao meio ambiente e à sua preservação enquanto Património.

Sistematizamos e apresentamos algumas soluções técnicas disponíveis no mercado relativamente à captação e produção de energias renováveis amigas do ambiente, para inserção em edifícios destinados a Museus, visando a sua sustentabilidade económico-financeira.

As energias renováveis tecnologicamente desenvolvidas passíveis de poderem ser utilizadas em edifícios destinados a Museus são abordadas no que se refere à sua origem, captação e produção.

É dado maior ênfase à energia solar fotovoltaica face ao desenvolvimento tecnológico que permite a integração plena e praticamente sem impactos visuais negativos em qualquer tipo de edifícios.

É ainda apresentado um estudo de caso onde aplicamos a tecnologia solar fotovoltaica a um edifício concreto destinado a Museu.

Palavras-chave: Museus, Museologia, Sociomuseologia, Energias Renováveis, Sustentabilidade Ambiental.

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Ensaios e práticas em museologia

septembre 8, 2011

Ensaios e práticas em museologia: 01
Org.: Alice Semedo e Patricia Costa
Edição: Universidade do Porto/Faculdade de Letras /Departamento de Ciências e Técnicas do Património
Descrição física: 325 p.
ISBN: 978-972-8932-82-4
Ano: 2011

A Universidade do Porto (com a org. de Alice Semedo e Patrícia Costa) acaba de publicar em formato digital “Ensaios e práticas em museologia: 01”, um conjunto bastante diverso de artigos desenvolvidos a partir de teses de mestrado (e doutoramento), na sua maioria produzidas entre 2008 e 2009. São 14 artigos, quase todos fruto de dissertações realizadas na Universidade do Porto, excepção feita aos artigos de Giles Teixeira (Leicester Museum Studies), Joana Damasceno (Universidade de Coimbra), Ana Carvalho (Universidade de Évora) e ainda, de duas contribuições espanholas: Amaia Arriaga (Universid Pública de Navarra) e Luz Gilabert (Universidad Murcia).

Conforme se refere na apresentação da publicação:

“O volume que agora se apresenta teve como principal motivação a divulgação de alguns estudos de museus já apresentados durante o I Seminário de Investigação em Museologia para os Países de Língua Portuguesa e Espanhola (Porto 2010), em formato de Poster, e que merecem, no nosso entender, uma melhor divulgação. A maior parte destes estudos foram realizados no âmbito das dissertações do Curso de Mestrado em Museologia da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, entre 2008 e 2009. Incluem-se, ainda, neste volume, alguns artigos que partem de dissertações de mestrado ou de doutoramento apresentadas noutras universidades e que apoiam esta construção de um campo profundamente inter-disciplinar. Os diferentes textos mostram bem a diversidade dos tópicos de investigação em museologia e, no seu conjunto, materializam diversas visões e orientações da museologia contemporânea, gizando não só um território de profissionais-em-acção mas promovendo, igualmente, espaços reflexivos e de discussão crítica. »

Artigos:

A importância da documentação e gestão das colecções na qualidade e certificação dos museus, Alexandre Matos

Investigar en educación museística: analizando las concepciones de arte e interpretación de la galería Tate Britain, Amaia Arriaga

Profissionais de educação em museus: caso de estudo na cidade do Porto, Ana Bárbara da Silva Magalhães Veríssimo de Barros

Os Museus e o Património Cultural Imaterial. Algumas considerações, Ana R. Carvalho

Museus de ciências físicas e tecnológicas: contributos para a gestão das suas colecções, Carlos Alberto Loureiro

Museu Militar de Bragança – fundação, Emília Nogueiro

Museusicologia: o lugar da música no museu de arte, Giles Teixeira

As salinas de Alcochete: um património a musealizar, Maria Dulce de Oliveira Marques

Ser turista num museu: especificidades de um público, Helena Dinamene Baltazar

Museus para o povo português: O Museu de Arte Popular e o discurso etnográfico do Estado Novo, Joana Damasceno

La política museística municipal en el contexto español : la Red de Museos del Ayuntamiento de Murcia, Luz Gilabert

Os museus e o ensino industrial: percursos e colecções, Patrícia Costa

A heurística do objecto médico, Sónia Castro Faria

Museus Inclusivos: realidade ou utopia? Sónia Santos

O documento está disponível na íntegra aqui: http://ler.letras.up.pt/site/default.aspx?qry=id03id1356id2411&sum=sim

Tese de doutoramento: « Sociomuseologia e Género: Imagens da Mulher em exposições de Museus Portugueses »

juillet 14, 2011

Defesa de doutoramento de Aida Rechena
13 de Julho de 2011, Lusófona
Foto de Ana Carvalho

Sociomuseologia e Género: Imagens da Mulher em exposições de Museus Portugueses
Autora: Aida Rechena
Orientação: Judite Primo
Tese apresentada para a obtenção do Grau de Doutor em Museologia no Curso de Doutoramento em Museologia 3.º Ciclo da Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias
Jurí constituído por: Mário Moutinho (Presidente), Judite Primo (orientadora), Manuel Serafim (arguente), Ana Paula Fitas (arguente), Pedro Pereira Leite, Pedro Cardoso e José Diogo Mateus.
Ano: 2011

Relatório Museologia: « Museu de Arte Contemporânea de Elvas (MACE): Percurso Museológico »

juillet 8, 2011

Defesa relatório, Membros do júri, Universidade de Évora
Foto Ana Carvalho, 5 Julho 2011

Museu de Arte Contemporânea de Elvas (MACE): Percurso Museológico
Autora: Margarida Pais Ribeiro
Orientação: Filipe Themudo Barata e João Pinharanda
Relatório apresentado à Universidade de Évora para obtenção do grau de Mestre em Museologia (Bolonha)
Ano: 2011. Tese defendida a 5 de Julho de 2011
Nota: Júri constituído por Paulo Alexandre Rodrigues Simões Rodrigues (Presidente), Camões Gouveia (arguente), Sandra Leandro, Filipe Themudo Barata (orientador) e João Pinharanda (co-orientador).

Resumo:

O Museu de Arte Contemporânea de Elvas (MACE) faz parte de um recente grupo de museus de arte contemporânea, bem como de centros de arte moderna surgidos nos últimos anos em Portugal, procurando afirmarem-se, quer no tecido cultural das cidades onde se integram, quer no país em geral, com programas museológicos de qualidade. Inaugurado em 2007, o MACE afigura-se, tanto no contexto local como nacional com uma proposta positiva e inovadora, em torno do qual existem muitas expectativas. Trata-se, pois, do momento oportuno para reflectir sobre os primeiros anos da sua actividade. Entre as intenções e a realidade, qual é o estado da arte? Tendo como ponto de partida o trabalho que desenvolvi durante três anos no MACE, o qual acompanhou de perto, não apenas a sua implementação, mas também os primeiros anos de vida do museu, este trabalho pretende não só contar como surgiu este espaço museológico, mas também fazer uma análise crítica do trabalho até hoje realizado, reflectindo sobre o presente mas lançando também pistas de trabalho para o futuro.

Tese/Relatório em museologia: « Museu principal de Marvão: colecções e inventário »

avril 13, 2011

Museu principal de Marvão: colecções e inventário
Autor: Paula Cristina Currais Morgado
Orientação: Jorge Manuel Forte Pestana de Oliveira
Relatório apresentado à Universidade de Évora para obtenção do grau de Mestre em Museologia (Bolonha)
Ano: 2011. Tese defendida a 16 de Março de 2011
Nota: Júri constituído por Paulo Alexandre Rodrigues Simões Rodrigues (Presidente), Maria Leonor Pereira Rocha (arguente) e Jorge Manuel Forte Pestana de Oliveira (orientador).

Tese de doutoramento: « Casa MUSS-AMB-IKE – O Compromisso no processo museológico »

avril 1, 2011

Casa MUSS-AMB-IKE – O Compromisso no processo museológico
Autor: Pedro Pereira Leite
Orientação: Judite Primo
Provas no âmbito de doutoramento em museologia da Universidade Lusófona
Ano: Janeiro 2011

Resumo:

A Casa de Muss-amb-ike é uma investigação em sociomuseologia com base na mobilização das memórias sociais da Ilha de Moçambique para a construção dum processo museológico. Apresentamos aqui uma proposta de operação sobre a sociomnese, através de metodologias participação da comunidade, para construir uma reflexão crítica sobre a ação de futuro. Este trânsito constitui a base da nossa proposta de processo museológico e constitui o nosso compromisso com a ação museológica na criação duma Cartografia das Heranças como expressão da vontade de futuro na comunidade.

A aplicação do modelo de análise da sociomnese decorre da validação das metodologias de conscientização aplicadas em processos sociomuseológicos. A aplicação desta metodologia em contexto museológico permitiu identificar as memórias sócias ativas e mobiliza-las para a criação duma ação museológica em contexto de participação da comunidade. O processo museológico produz objetos mnemónicos socialmente qualificados, sobre os quais se exerce uma operação de preservação e que são devolvidos à comunidade através de processos extroversão como resultado da interação dos membros dessa comunidade em contexto de ação museológica

A tese -se constitui-se como uma proposta de aplicação duma metodologia de ação sociomuseológica aplicadas em comunidades híbridas envolvidas em processos de intensa resiliência mnemónica. A ação sociomuseológica aplica através da metodologia da conscientização um conjunto de instrumentos que permite ativar as operações de salvaguarda e comunicação sobre objetos socialmente qualificados e mobiliza-los para ações partilhadas de construção do futuro. A metodologia da conscientização museológica analisa ainda as condições de aplicação no processo museológico das ações performativas como ações de produção de memória e heranças.

A tese analisa igualmente a constituição da memória social da Ilha de Moçambique como um mito do luso tropicalismo e a sua reconversão num mito de modernidade. Concluímos que a memória social da Ilha de Moçambique é uma memória híbrida e que essa memória pode ser incorporada nos processos de construção do futuro através da participação da comunidade. A proposta de processo museológico inclui uma reflexão sobre o modelo organizacional do processo museológico e uma proposta de conceito estruturante para o seu desenvolvimento.

Tese em museologia: « Modelos Didáticos na Museologia e Ensino da Botânica na Universidade de Coimbra »

mars 24, 2011

Modelos Didáticos na Museologia e Ensino da Botânica na Universidade de Coimbra
Autora: Raquel Filipa de Almeida Amaral
Orientação: Pedro Júlio Enrech Casaleiro; co-orientação: Irene Vaquinhas
Tese apresentada no âmbito do Mestrado « Museologia e Património Cultural », da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra.
Júri: João Paulo Avelãs Nunes (que presidiu), Irene Vaquinhas (co-orientadora); Pedro Júlio Enrech Casaleiro (orientador) e Alice Semedo (arguente).
Ano: 2011, 15 Março
Nota: Muito Bom

Provas em museologia: « Parcerias, receitas próprias e mecenato em Museologia »

mars 22, 2011

Parcerias, receitas próprias e mecenato: desafios para a gestão museológica. O Museu de Francisco Tavares Proença Júnior: um estudo de caso
Autor: Humberto Filipe Simões Rendeiro
Provas no âmbito do 2º Ciclo em História, Especialização em Museologia, da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra.
Júri: Pedro Júlio Enrech Casaleiro, Irene Vaquinhas e Álvaro Garrido (arguente).
Ano: 2011, 22 Fev.
Nota: 16 valores

Relatório de estágio: « Musealizando: proposta de uma actividade educativa no Museu Nacional de Machado de Castro »

février 18, 2011

Musealizando: proposta de uma actividade educativa no Museu Nacional de Machado de Castro
Autora: Cátia Raquel de Teixeira Ferreira
Orientação: Irene Vaquinhas, Pedro Miguel Tucedo Dias Ferrão
Relatório de estágio apresentado no âmbito do 2º Ciclo em História, Especialização em Museologia, da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra.
Júri: Pedro Júlio Enrech Casaleiro (que presidiu), Irene Vaquinhas (orientadora); Pedro Miguel Tucedo Dias Ferrão (co-orientador) e Maria Regina Dias Baptista Teixeira Anacleto (arguente).
Ano: 2011, 1 Fev.
Nota: 15 valores

Tese: « As ‘missas do parto’ na Ilha da Madeira. Uma tradição a preservar »

février 10, 2011

« As ‘missas do parto’ na Ilha da Madeira. Uma tradição a preservar »
Autora: Libânia Arminda Henriques Gomes
Orientação: Irene Vaquinhas, Francisco Pato de Macedo (co-orientador)
Dissertação apresentada no âmbito do 2º Ciclo em História, Especialização em Museologia, da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra.
Júri: Pedro Júlio Enrech Casaleiro (que presidiu), Irene Vaquinhas (orientadora); Francisco Pato de Macedo (co-orientador)
e José Manuel Azevedo e Silva (arguente).
Ano: 2011,25 Jan.
Nota: 19 valores

Tese doutoramento: « Elaboração e viabilidade de um museu de teatro na cidade de S. Paulo »

janvier 13, 2011

Elaboração e viabilidade de um museu de teatro na cidade de S. Paulo
Autor: Fausto Roberto Poço Viana
Orientação: Cristina Bruno
Tese apresentada para a obtenção do Grau de Doutor em Museologia no Curso de Doutoramento em Museologia 3.º Ciclo da Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias
Ano: 2010

RESUMO:

Esta tese é um trabalho de pesquisa que propõe um projeto museológico para um Museu de Teatro na cidade de São Paulo. Através das potencialidades encontradas, este pode ser um modelo pioneiro de museu universitário, ligado à Universidade de São Paulo e embasado na teoria e na prática da sociomuseologia.

O Museu é poli-nuclear, com duas sedes principais: o prédio sob o Viaduto do Chá, na região central e os prédios da Vila Maria Zélia, na região do Belenzinho. O Museu de Teatro da cidade de São Paulo terá a responsabilidade de identificar, valorizar e preservar os vetores da memória do fazer teatral na cidade de São Paulo, a partir da musealização do trabalho dos profissionais de teatro, responsáveis pela gênese do processo de encenação, colocando-os em cena, na luz da ribalta.

Palavras-chave:
Museologia; teatro; museu; museu de teatro; artes

INDICE

Introdução
Capítulo 01. Breve histórico dos temas envolvidos
1.1. Um breve histórico da museologia em São Paulo
1.1.1. As primeiras manifestações museológicas em São Paulo
1.1.2. Entendendo a museologia em São Paulo
1.1.2.1. O início do século- O Museu Paulista
1.1.2.2. A criação do Departamento de Cultura da cidade de São Paulo
1.1.2.3. As décadas de 1940 e 50
1.1.2.4. Os museus históricos e pedagógicos
1.1.2.5. A museologia entra na Academia
1.1.2.6. Reflexos da contemporaneidade
1.2. Um breve histórico dos acontecimentos teatrais na cidade de São Paulo
1.2.1. Lacunas teatrais, mas não cênicas?
1.2.2. A Casa da Ópera
1.2.3. Dois pequenos teatros: o do Palácio e o Batuíra
1.2.4. O Teatro São José
1.2.5. São Paulo no processo da expansão
1.2.6. O Theatro Municipal de São Paulo
1.2.7. Depois do Municipal, o que há para se dizer?
1.2.8. A cenografia marcando o fazer teatral
1.2.9. O Arena e o Oficina – a pesquisa se aprofunda
1.2.10. Como sair de um impasse: o registro das produções teatrais em São Paulo pós-1975
1.3. O encontro na modernidade: os museus e os teatros

Capítulo 02. A USP e seus museus
2.1. A USP em números
2.2. A chegada dos museus na USP
2.3. USP: seus museus e como eles são regidos
2.4. O tripé pesquisa-ensino-extensão
2.5. A gestão dos museus propriamente dita
2.5.1. O regimento dos museus- o MAC
2.5.2. O regimento dos museus- o MAE
2.5.3. O regimento dos museus- o Museu Paulista
2.5.4. O regimento dos museus- o Museu de Zoologia
2.6. Uma nova experiência nos museus da USP: o Museu de
Ciências
2.6.1. O papel dos museus universitários
2.6.2. O Diagnóstico sobre as potencialidades museológicas da USP
2.6.3. O que era a proposta do Grupo de Trabalho do Museu de ciências
2.6.4. A instalação do Museu de Ciências
2.6.5. O regimento do Museu de Ciências- comentários
2.6.6. Uma breve avaliação das atividades do Museu de
Ciências
2.7. Para se iniciar um Museu na USP é preciso

Capítulo 03. A Vila Maria Zélia
3.1. Jorge Street – o homem, o empresário, o mito
3.2. A proposta da Vila Maria Zélia
3.2.1. A Vila foi um condomínio fechado?
3.2.2. A Vila foi a primeira vila industrial do Brasil?
3.2.3. A Vila foi a primeira vila industrial de São Paulo?
3.3. O projeto da Vila Maria Zélia
3.3.1. O arquiteto e o administrador
3.3.2. Inspiração: A Vila de Saltaire
3.3.3. O projeto geral
3.3.4. Uma visão geral dos prédios
3.3.4.1. Creche e jardim-de-infância
3.3.4.2. Escola de Meninos e Escola de Meninas
3.3.4.3. O quarteirão dos solteiros
3.3.4.4. Açougue e farmácia
3.3.4.5. Restaurante
3.3.4.6. Igreja
3.3.4.7. Armazém
3.3.4.8. Teatro, casa das máquinas e coreto
3.3.4.9. Praça de esportes
3.4. Enfim, as moradias e as regras para viver na Vila
3.5. Os moradores da Vila ontem e hoje
3.6. A pesquisa de 2004 do Projeto de Revitalização da Vila
3.7. A proposta do Museu do Trabalho em 2004 para os 229 moradores
3.8. Perfil da Vila hoje
3.9. Projetos que a Vila já contemplou
Capítulo 04. O projeto museológico
4.1. Introdução ao programa museológico
4.1.1. Museus de teatro no mundo
4.1.2. Um museu que não é de teatro, mas é de referência
4.2. Programa museológico: as bases teóricas
4.2.1. Apresentação
4.2.2. O recorte patrimonial
4.2.3. O conceito gerador
4.2.4. Objetivos
4.2.5. Justificativas
4.2.6.Avaliação sobre princípios preservacionistas
4.2.7. O modelo museológico
4.3. Programa museológico: as bases práticas
4.3.1. O planejamento
4.3.2. A vocação do museu
4.3.3. A natureza do acervo
4.3.3.1. Acervo de objetos
4.3.3.2. Acervo iconográfico
4.3.3.3. Acervo imaterial
4.3.4. Problemática científico-cultural e avaliação institucional
4.3.5. Financiamento
4.3.6. Modelo de gestão
4.3.7. Quadro profissional 258
4.4. Programa museológico: os programas
4.4.1. Políticas sócio culturais em ebulição
4.4.2. Política
4.4.3. Economia
4.4.4. Educação e cultura
4.4.5- Quem é o público deste museu?
4.4.6. PRINCIPAIS PROGRAMAS DO MUSEU
4.4.6.1. Programa de pesquisa
4.4.6.2.Programa de salvaguarda
4.4.6.2.1. O Centro de Referência: dois vetores temáticos
4.4.6.2.2. A coleção de referência bibliográfica do museu
4.4.6.2.3. Reserva técnica
4.4.6.3. Programa de comunicação
4.4.6.4. Programa arquitetônico
4.4.6.4.1. As razões da escolha da VilaMaria Zélia
4.4.6.4.2. As razões da escolha do prédio embaixo do Viaduto do Chá
4.4.6.4.3. As frentes de trabalho: concepções para os espaços cênicos /museológicos
A- Dossiê Espaço Central
B- Dossiê Armazém
C- Dossiê Restaurante
D- Dossiê Escola de Meninos
E- Dossiê Escola de Meninas
F- Dossiê dos demais prédios
Conclusão
Bibliografia
Apêndices
Apêndice 01- Os viajantes e o Brasil
Apêndice 02- A trajetória do termo museu e algumas de suas
implicações
Apêndice 03- Crepúsculos
Anexos
Anexo 01- Museus na cidade de São Paulo
Anexo 02- Teatros de São Paulo por ano de inauguração (até 1958)

(fonte: Informação gentilmente cedida por Emanuel Sancho)

Tese: « Os audioguias na acessibilidade aos museus. A sua aplicação ao Museu da Ciência da Universidade de Coimbra »

décembre 14, 2010

Os audioguias na acessibilidade aos museus. A sua aplicação ao Museu da Ciência da Universidade de Coimbra
Autora: Maria João Martins Pereira Neto
Orientação: Pedro Júlio Enrech Casaleiro e Irene Maria de Montezuma de Carvalho Mendes Vaquinhas
Dissertação apresentada no âmbito do 2º Ciclo em História, Especialização em Museologia, da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra.
Júri: João Paulo Cabral de Almeida Avelãs Nunes (que presidiu); Pedro Júlio Enrech Casaleiro (orientador); Irene Maria de Montezuma de Carvalho Mendes Vaquinhas (co-orientadora); e Álvaro Francisco Rodrigues Garrido (arguente).
Ano: 9 Dez. 2010
Nota: 18 valores

Tese: « Génese, Inovação e Futuro – Uma Experiência em Museologia Social – O caso do Museu do Trajo de S. Brás de Alportel »

novembre 26, 2010

Génese, Inovação e Futuro – Uma Experiência em Museologia Social – O caso do Museu do Trajo de S. Brás de Alportel
Autora: Amália Madeira Martins
Orientação: Prof. Doutor Mário Moutinho
Dissertação apresentada à Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologiasno âmbito do Curso de Mestrado em Museologia
Ano: 2010

Tese: « A Museologia na ilha de S. Miguel:1974-2008 »

novembre 11, 2010

A Museologia na ilha de S. Miguel:1974-2008
Autora: Sílvia Maria Borba Fonseca e Sousa
Orientação: Prof. Doutor Rui Américo de Sousa Martins
Dissertação apresentada à Universidade dos Açores no âmbito do Curso de Mestrado em Património, Desenvolvimento e Museologia
Ano: 2009

A tese está disponível na íntegra no repositório da Universidade dos Açores:
http://hdl.handle.net/10400.3/620

Resumo:
« […]. No século XX, a partir da década de setenta, e à semelhança do que aconteceu por todo o país, nos Açores assistiu-se a um acentuar da consciência e valorização patrimoniais, que se reflectiram em novas experiências museológicas locais. De registar o papel de relevo que assumiram desde logo a Universidade dos Açores e as autarquias, na salvaguarda e valorização do património cultural. Em São Miguel, a maior ilha do arquipélago dos Açores, situada no grupo oriental, esta realidade é marcante, verificando-se, desde a década de setenta do século XX, um acentuado crescimento por toda a ilha de instituições de carácter museológico. Será portanto no período de 1974 a 2008, que centraremos a nossa análise, considerando o conjunto de espaços museológicos existentes no contexto micaelense. Da diversidade de realidades que encontrámos em São Miguel, e independentemente da sua designação, considerámos aquelas que se enquadravam no âmbito do conceito de museu, segundo as orientações do International Council of Museums (ICOM), e da Lei-quadro dos museus portugueses, tendo ainda em conta as recentes orientações da Nova Museologia. Ou seja, associada à acção de recolha e preservação patrimonial, apresentavam, de forma mais ou menos desenvolvida, funções museológicas de investigação, conservação e comunicação, bem como acções de promoção do desenvolvimento da comunidade em que se inseriam e, em alguns casos, da sua participação nas dinâmicas museológicas. Seleccionado o nosso objecto de estudo, definidas as realidades museológicas a observar e delineado o período temporal a considerar, orientámos a nossa pesquisa no sentido de analisar os diferentes processos museológicos, […] » (da Introdução)

Tese é publicada: « Múzares… Crepúsculo de Vidas e Memórias. Patrimónios a preservar »

octobre 25, 2010

tese

A tese de mestrado de Filipa Gouveia: “Múzares… Crepúsculo de Vidas e Memórias. Patrimónios a preservar” será publicada pela Câmara Municipal de Tondela. O lançamento é dia 6 de Novembro, pelas 15.30, no Museu Terras de Besteiros em Tondela.

Prefácio

DE CREPÚSCULOS E ARREBÓIS…

Tem a noite mistérios. Negrura de espavento, abismos sepulcrais, silêncios… No abismo há, porém, a frescura da nascente; no silêncio, a fecundidade do pensar; na negrura, ânsia de
claridade…

Assim a globalização inquietante, calibradora, mão assassina de identidades. Inquieta, calibra, mata – e nós a fugir-lhe por entre os dedos… Que o crepúsculo deu lugar à noite; e a noite sucumbe à meiguice enfeitiçada do arrebol.

Consequência: na fuga programada vamos abarcando o mundo. Não esse mundo todo igual; sim o mundo que, pelas noites, ora se descobriu infinitamente matizado, nosso, muito próximo, muito de avós para netos, de uma década para outra.

E do crepúsculo medonho se fizeram brotar miríades de arrebóis.

“Múzares” anoitecia. Múceres, nome bem estranho, aliás, quase a merecer esquecimento; eco de falares antigos, de gentes estranhas também… Anoitecia. Sucediam-se os crepúsculos – das gentes, dos cantares, das tradições, dos manjares até.
Crescia a noite.

Houve, no entanto, a mezinha. Um outro olhar – que a perscrutou e da sua negrura logrou soltar, em chispas, todo um património adormido.

Meticulosamente, tudo o que era típico se registou. Sim, matança de porco havia ali e em muitos sítios mais. Cantar de aleluias também. E «encantamentos de amor que aprisionam mouriscas enfeitiçadas…».

«Crepúsculos de vidas» – que «ao cheiro desta canela, o Reino se despovoa», voltaria a escrever Damião de Góis. Aqui, o cheiro era bem outro; ou melhor, a ausência dele, a incapacidade de adestrar todos os sentidos na contemplação da Natureza. De contemplação não vive, todavia, o Homem do século XXI e, por isso, a mão encarquilhada que, na capa, empunha a foice aí está, a documentar esses crepúsculos. Só os anciãos resistem e os novos nem os vêm visitar! Com eles esmorecerão, pois, as memórias, secarão as raízes dessa vida d’outrora. Secarão? Não, que para isso se escreveu o livro, fruto de bem aturada pesquisa e semente de muitas outras opções, sabiamente consubstanciadas na frase que vem a seguir: «patrimónios a preservar».

Primeiro, a consciencialização de que essas vidas – as individuais e as colectivas, as diárias e as sazonais, pautadas pelo calendário agrícola, pelas estações do ano, pela sucessão das festividades… – são mesmo para preservar, para contar a netos e bisnetos e… a responsáveis pela ‘coisa’ pública, formados noutras paragens, com uniformizados sabores e eruditos saberes sorvidos à pressa em eruditos manuais pejados de citações e vazios do contacto com o chão.

Depois, Antropologia, Etnografia, Etnologia… aqui se casaram harmoniosamente, uma vez que o intuito é cimentar património, no que o conceito quer realmente significar: algo que herdámos
e que, fiéis depositários, conscientes do seu valor como testemunho, temos obrigação de transmitir intacto, valorizado e valorizador.

Bem andou, por conseguinte, Filipa Gouveia ao misturar-se com as gentes, ao longo do ano, ao longo dos anos e tudo miudamente registar: os aromas da terra, o bálsamo das suas
cores, o ritmo do dia-a-dia, as feições da aconchegada casa tradicional, os sabores que o bom borralho produz… E os cantares, num eco d’alma, o Espírito a envolver a Matéria, a impregná-la de significado e autenticidade. Tudo condimentado também por fotos magníficas, inesperadas, onde até as teias de aranha ganham significado; fechaduras «gastas pelo tempo
e pela solidão» são grito silencioso; os restos de ingénuas pinturas sobre a cal das paredes proclamam ânsias de cor; e o prato de «arroz de feijão com entrecosto de porco» nos aguça
o apetite…

Sim, não serão essas vidas e esses patrimónios, esse porco no chambaril, essa caída azeitona que é do povo… muito diferentes do que noutras paragens, mesmo próximas, se revelam; contudo, se ninguém o registara, pela bonita palavra, aliciante e precisa, e pelo instantâneo fotográfico eloquente… quem, daqui a uns anos, disso se haveria de lembrar?

Pessoalmente, teria muito pena que esta devotada pesquisa de vários anos aqui consubstanciada não visse, em livro, a luz do dia. O desiderato cumpriu-se, graças a inteligente punhado de vontades que se uniram. Bem hajam!

É que, não contente com a pesquisa feita, Filipa Gouveia lançou também mãos à obra, mancheia de inovadoras iniciativas de muito louvar e a dar bem sugestivo exemplo na região e no País! O resultado aí está:

«Homens e mulheres de Múceres tomaram consciência das suas glórias, das vidas das suas “gentes passadas”.

Cuidam agora de “Múzares…” sonância guerreira que ressuscita por entre tempos mais escondidos… Envaidecem-se com os magníficos bálsamos vindos da sua terra. Atentam às piruetas cortejadas por uma Natureza em perfeita harmonia com o Homem.

Não mais desprezam a importância do seu saber fazer tradicional, do ser beirão em Múceres. Acertados, são os herdeiros de um pecúlio incorpóreo, que só o imortalizar dos rumorejos dos
homens conseguirá conduzir aos tempos vindouros».
De certeza que vai conduzir!

Cascais, 25 de Abril de 2010

José d’Encarnação

Tese: « Mário Saa (1893-1971): Um intelectual português na sociedade do século XX »

octobre 6, 2010

Como vem sendo hábito publicamos, sempre que temos conhecimento, as teses que se vão realizando no âmbito dos museus e da museologia. A tese que hoje fazemos referência não se inscreve, todavia, na museologia, mas tendo Mario Saa sido um coleccionador, cujo espólio justificou inclusivamente a criação de uma fundação que inclui funções museológicas, resolvemos fazer a divulgação.

Mário Saa (1893-1971): Um intelectual português na sociedade do século XX
Autora: Elisabete de Jesus dos Santos Pereira
Orientação: Prof.ª Doutora Maria de Fátima Nunes
Dissertação apresentada à Universidade de Évora no âmbito do Curso de Mestrado em Estudos Históricos Europeus.
Obs.: Do júri fazia parte o Prof. Doutor Helder Adegar Fonseca (presidente), a Prof.ª Doutora Maria de Fátima Nunes Ferreira (orientadora) e o Prof. Doutor Fernando Martins (arguente). A defesa da tese realizou-se a 15 de Julho de 2010. Nota final: 18 valores

Resumo: Mário Saa (1893-1971) – um percurso de índole nacionalista, onde se cruzam a literatura, a ciência, a filosofia e a história. Pretende-se revelar o trajecto de um intelectual português da direita conservadora do início do século XX, numa perspectiva transnacional.

Aborda-se o seu percurso intelectual, analisando os reflexos da identidade europeia na sua produção cultural. Através do seu legado depositado na Fundação Arquivo Paes Teles, no Ervedal, uma freguesia do concelho de Avis, acedemos ao tempo da sua formação académica e às temáticas que abordou na sua vasta e diferenciada produção cultural.

Descobrem-se os seus círculos de sociabilidade literária e intelectual, e entende-se a construção da sua consagração através de um conjunto de dedicatórias gravadas nos livros da sua biblioteca. Um legado que permite aceder à sua «modernidade» decorrente da interacção com a Europa intelectual e do seu contexto de vivências variadas.

Tese de mestrado: « Museu do Território do Vale da Paiva e Serras »

juin 24, 2010

Museu do Território do Vale da Paiva e Serras
Autor: Arménio dos Santos Vasconcelos
Orientação: António Nabais
Dissertação apresentada à Universidade de Évora para obtenção do grau de Mestre em Museologia
Ano: 2010. Tese defendida a 16 de Junho de 2010
Nota: Júri constituído por Filipe Themudo Barata (Presidente),José d’Encarnação (arguente) e António Nabais (orientador). O candidato obteve a classificação de «bom com distinção».

Tese de Mestrado: « Museu Militar de Elvas »

mai 5, 2010

Defesa pública de tese, Universidade de Évora
30 de Abril de 2010

Museu Militar de Elvas
Autora: Patrícia Isabel Janarra Machado
Orientação: João Carlos Pires Brigola
Relatorio de estágio apresentado à Universidade de Évora para obtenção do grau de Mestre em Museologia.
Ano: 2010. Tese defendida a 30 de Abril de 2010

Nota: Júri constituído por Filipe Themudo Barata (Presidente), Jorge Manuel Pestana Oliveira (arguente) e João Carlos Pires Brigola. Este trabalho académico já se insere no âmbito de Bolonha.
Classificação: 14 valores

Resumo: O presente relatório pretende dar a conhecer o contexto histórico-social em que surge o projecto museológico do Museu Militar de Elvas (MME). Apresenta as colecções do museu que contam uma história, encerram um passado e são parte importante da identidade nacional e local. Aborda a importância da concretização de uma política de conservação preventiva nos museus, uma vez que a preservação do património é uma das mais nobres missões cometidas às sociedades contemporâneas. Os objectivos gerais de definir normas e procedimentos de conservação preventiva consistem na erradicação ou diminuição das causas de deterioração e na descoberta precoce das ameaças com a finalidade de evitar o recurso a uma intervenção curativa. Assim sendo, privilegiou-se a elaboração de uma proposta de plano de conservação preventiva, no qual são definidas normas e procedimentos de conservação preventiva adaptadas quer às tipologias das colecções quer aos diferentes espaços físicos do MME.

Palavras-chave: Museu Militar de Elvas; Conservação Preventiva

Abstract: This report seeks to present the historical and social context in which it appears the museum project of the Military Museum of Elvas (MME). Presents the collections of the museum that tell a story, enclosing a month and are an important part of national identity and place. Discusses the importance of implementing a policy of preventive conservation in museums, since the preservation of heritage is one of the noblest tasks assigned to contemporary societies. The general objectives of setting standards and procedures for preventive conservation involve the reduction or eradication of the causes of deterioration and the early detection of threats in order to avoid the use of a curative intervention. Therefore, we focused on developing a draft plan of preventive conservation, which defines standards and procedures for preventive conservation adapted to both types of collections or to different physical spaces of the MME.

Key-words: Military Museum of Elvas; Preventive Conservation

Tese de Mestrado: « Museu de Arte Contemporânea de Elvas: para o conhecimento do (s) seu (s) público (s) »

mai 3, 2010

Defesa pública de tese, Universidade de Évora
27 de Abril de 2010

Museu de Arte Contemporânea de Elvas: para o conhecimento do (s) seu (s) público (s)
Autora: Isabel da Conceição de Almeida Pinto
Orientação: João Carlos Pires Brigola
Relatorio de estágio apresentado à Universidade de Évora para obtenção do grau de Mestre em Museologia.
Ano: 2010. Tese defendida a 27 de Abril de 2010

Nota: Júri constituído por Filipe Themudo Barata (Presidente), Paulo Alexandre Simões Rodrigues (arguente) e João Carlos Pires Brigola. Este trabalho académico já se insere no âmbito de Bolonha.
Classificação: 17 valores

Resumo: O presente Relatório decorre do estágio efectuado no Museu de Arte Contemporânea de Elvas que teve como objectivo geral o estudo de públicos daquela instituição. Diagnosticámos os instrumentos utilizados e reflectimos sobre o modo como são aplicados e potenciados, na perspectiva da definição de um perfil(s) de público(s). Tomando em consideração os resultados do diagnóstico, propusemo-nos apresentar a aplicação de um instrumento de estudo de públicos (um inquérito por questionário) de modo a traçar uma sociografia dos públicos do museu, conhecer os seus hábitos de consumo cultural e avaliar o museu.
O conhecimento dos públicos (reais e potenciais) é uma premissa fundamental para a planificação dos programas de captação e fidelização de públicos, apesar de, no contexto da museologia nacional, constituírem ainda uma área recente de reflexão. Permitem avaliar a eficiência na gestão dos recursos e o impacte social que tem a programação do museu e dos serviços educativos.

Palavras – chave: Museu de Arte Contemporânea de Elvas, Estudos de Públicos, Inquérito por questionário

Museum of Contemporary Art of Elvas: to the knowledge of (s) your (s) public (s)

Abstract: This report follows the traineeship at the Museum of Contemporary Art of Elvas which aimed to study the general public that institution. Diagnosed the instruments used and reflected on how they are applied and strengthened with a view to drawing up a profile (s) public (s). Taking into account the results of the analysis, we decided to present the application of a study of public (an inquiry) in order to set a public sociography of the museum, learn about their habits of cultural consumption and evaluate the museum. Knowledge of the public (actual and potential) is a fundamental precondition for the planning of programs for acquisition and retention of audiences, although in the context of national museology, still constitute an area of recent debate. To assess the efficiency in resource management and social impact that has the museum’s program and educational services.

Keywords: Museum of Contemporary Art of Elvas, Public Studies, Survey by questionnaire

Tese de Mestrado: « As Rotas Jacobeias em Portugal: Estudo e divulgação do caso alentejano. Proposta de Valorização – criação de um Museu Virtual e de um Centro de Interpretação »

avril 30, 2010

As Rotas Jacobeias em Portugal: Estudo e divulgação do caso alentejano. Proposta de Valorização – criação de um Museu Virtual e de um Centro de Interpretação
Autora: Conceição da Cruz Pereira Norberto
Orientação: João Carlos Pires Brigola, Maria Antónia Marques Fialho Costa Conde
Dissertação apresentada à Universidade de Évora para obtenção do grau de Mestre em Museologia
Ano: 2010. Tese defendida a 26 de Abril de 2010

Nota: Júri constituído por Filipe Themudo Barata (Presidente), Maria Antónia Marques Fialho Costa Conde, João Carlos Pires Brigola, Ana Cardoso de Matos e António Camões Gouveia (arguente).
Classificação: Bom com distinção

Resumo: As peregrinações, entre elas a Santiago de Compostela, marcaram profundamente a sociedade europeia. Além das questões religiosas, os caminhos de Santiago originaram a criação de uma rede de infra-estruturas que permitiu o desenvolvimento de regiões e aglomerados urbanos. Para provar a importância desses caminhos no distrito de Évora partimos de uma abordagem aos testemunhos patrimoniais evocando S. Tiago (móveis e imóveis, materiais e imateriais), procurando, como objectivo da Dissertação de Mestrado, conceber um projecto para divulgação da informação recolhida. Assim, sabendo que a sociedade actual exige mais informação visual na compreensão do legado cultural, optámos pela criação de um Museu Virtual e de um Centro de Interpretação. Se os Museus Virtuais oferecem inúmeras possibilidades de acesso às manifestações culturais, possibilitando ainda a formação através de tecnologias aplicadas na educação, os Centros de Interpretação criam condições de acolhimento e visita adequadas, fornecendo informações essenciais na compreensão e valorização dos legados patrimoniais.