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Tese de doutoramento: “O uso de Energias Renováveis em Edifícios de Museus”

septembre 28, 2011

“O uso de Energias Renováveis em Edifícios de Museus”Autor: Manuel Cardoso Furtado Mendes
Orientação: Mário Moutinho
Tese de doutoramento em museologia apresentada à Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias (ULHT)
Constituição do júri: José Diogo da Silva Mateus (presidente, ULHT), Mário Moutinho (orientador, ULHT), Pedro Manuel Cardoso (vogal, ULHT), Telmo Dias Pereira (Universidade de Coimbra, vogal), Pedro Leite (vogal, ULHT), Vasco Pinheiro (vogal, ULHT), Manuel dos Santos Fonseca (vogal, ULHT)
Nota: tese defendida a Julho de 2011

Resumo:

Este estudo integra-se na área da Museologia tendo como tema “o uso de energias renováveis em edifícios de Museus”, enquadrado pelo destaque que esta área disciplinar tem atribuído na contemporaneidade ao meio ambiente e à sua preservação enquanto Património.

Sistematizamos e apresentamos algumas soluções técnicas disponíveis no mercado relativamente à captação e produção de energias renováveis amigas do ambiente, para inserção em edifícios destinados a Museus, visando a sua sustentabilidade económico-financeira.

As energias renováveis tecnologicamente desenvolvidas passíveis de poderem ser utilizadas em edifícios destinados a Museus são abordadas no que se refere à sua origem, captação e produção.

É dado maior ênfase à energia solar fotovoltaica face ao desenvolvimento tecnológico que permite a integração plena e praticamente sem impactos visuais negativos em qualquer tipo de edifícios.

É ainda apresentado um estudo de caso onde aplicamos a tecnologia solar fotovoltaica a um edifício concreto destinado a Museu.

Palavras-chave: Museus, Museologia, Sociomuseologia, Energias Renováveis, Sustentabilidade Ambiental.

Sobre o « I Seminário de Sociomuseologia »

janvier 25, 2010

I Seminário de Sociomuseologia
23 Janeiro 2010, Universidade Lusofona

No passado dia 23 tivemos a oportunidade de assistir a um dos painéis do I Seminário de Investigação em Sociomuseologia na Universidade Lusófona, que divulgámos num “post” anterior. Recorde-se, o objectivo deste seminário foi a “apresentação e discussão, em contexto académico, dos dados obtidos pelos diferentes projectos de investigação em Sociomuseologia que estão a ser desenvolvidos pelos (as) doutorandos (as), no âmbito da Linha Principal de Investigação em Sociomuseologia”.

Esta iniciativa representa, em nosso entender, um importante instrumento para a divulgação da investigação científica em museologia. A museologia, tal como foi referido neste seminário, é um campo do saber em construção, mas que se vai consolidando à medida em que vão surgindo projectos de investigação nesta área, seja de mestrado ou doutoramento.

Do painel a que assistimos, destacamos a comunicação da Aida Rechena, actual directora do Museu de Francisco Tavares Proença Júnior (Castelo Branco), que se encontra a estudar as questões de género na museologia portuguesa, sobretudo a partir de alguns estudos de caso (Museu do Fado, Museu do Teatro, Museu do Brinquedo, Museu do Trabalho Michel Giacometti, Museu de Portimão). Aida Rechena, no âmbito do seu mestrado em museologia havia estudado os “Processos Museológicos Locais. Panorama Museológico da Beira Interior Sul”.

Ana Bonito, responsável pelo serviço educativo no museu da Madeira, encontra-se a desenvolver um projecto de investigação na área educativa com aplicação aos museus madeirenses.

E finalmente, Gabriela Cavaco, directora do serviço educativo do Museu de Ciência, escolheu como tema para o seu projecto de doutoramento a “Museologia e Representação Social”, aplicada ao Museu da Ciência da Universidade de Lisboa, em parte na continuidade da linha de investigação desenvolvida na dissertação do mestrado em museologia “O Museu enquanto espaço de aprendizagem e lazer – representações sociais das crianças”.

Embora em fases distintas de desenvolvimento dos seus projectos de investigação, as investigadoras partilharam com a audiência os seus objectivos, as expectativas, entre recuos e avanços, a par com as dificuldades encontradas, bem como as metodologias utilizadas. E foi no diálogo profícuo com a audiência que a discussão se sucedeu e onde as investigadoras foram respondendo às (muitas) questões que foram sendo colocadas.